O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, deu posse ao novo diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Ricardo Galvão, na manhã desta segunda-feira (26), durante solenidade em comemorarão aos 55 anos do INPE, em São José dos Campos (SP)

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Escolhido pelo ministro Gilberto Kassab a partir de lista tríplice, o engenheiro de telecomunicações Ricardo Galvão é mestre em engenharia elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutor em física de plasmas aplicada pelo Massachusetts Institute of Technology, nos Estados Unidos. Professor da Universidade de São Paulo, foi presidente da Sociedade Brasileira de Física e é membro titular da Academia de Ciências do Estado de São Paulo e da Academia Brasileira de Ciências, além do Conselho da Sociedade Europeia de Física.

Galvão foi indicado à Direção do INPE pelo ministro Gilberto Kassab, da pasta de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) após processo de seleção realizado por meio de comitê de especialistas. O sistema vem sendo praticado pelo MCTIC para os cargos de Direção de todas as suas Unidades de Pesquisa e resulta em lista tríplice que subsidia a escolha do ministro. A seleção é realizada por especialistas que buscam, nas comunidades científica, tecnológica e empresarial, nomes que se identifiquem com as diretrizes técnicas e político-administrativas estabelecidas para cada instituição.

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Publicado o Plano Diretor 2016-2019

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) finalizou o seu novo Plano Diretor, para o período 2016-2019. Além das metas das áreas-fins da instituição, o documento contempla metas importantes na área de gestão, consideradas fundamentais para que os demais objetivos estratégicos para os próximos quatro anos sejam atingidos.

O Plano Diretor foi elaborado em sintonia com o Plano Plurianual (PPA) 2016-2019 do governo federal e contempla, basicamente, três camadas de atuação: o acesso ao espaço, o rastreio e controle de objetos em órbita e as aplicações.

O acesso ao espaço consiste em colocar sistemas espaciais em órbita – dados, informações e serviços sobre o planeta, para atender à sociedade. Essa parte envolve as áreas de Engenharia, de Integração e Testes de satélites e o Centro de Tecnologias Especiais do Instituto.

A segunda camada está ligada ao Centro de Rastreio e Controle dos objetos em órbita e a recepção, armazenagem e distribuição das informações geradas por esses sistemas. Ou seja, o que é preciso para ter os sistemas operacionais e como se viabiliza a chegada do serviço ao usuário final.

A terceira camada, de aplicações, divide-se em quatro áreas: Ciências Espaciais, Meteorologia, Observação da Terra e Ciência do Sistema Terrestre. Nessa camada, o Plano Diretor contempla desde a parte científica – aprimoramento do conhecimento na área de atuação –, passando pelos projetos de pesquisa aplicada e desenvolvimento, e chegando aos produtos e serviços.

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