Por Athur Paiva

Fonte: GEOeduc

artigo arthur 370x185 Entenda mais sobre Modelagem Geográfica na Avaliação de Impactos AmbientaisDentro do contexto de responsabilidade socioambiental, a avaliação de impactos ambientais se mostra um tema de alta relevância, por ser essencial na gestão ambiental de determinada área. O uso do SIG dentro da modelagem geográfica de qualquer área se mostra crescente dentro do contexto ambiental.

As Avaliações de Impactos Ambientais são esforços realizados para identificar, prever, analisar e prevenir os impactos que determinados projetos podem causar à saúde, ao bem-estar humano e ao meio ambiente. Esses estudos visam identificar, mitigar e prevenir os danos causados pelas atividades antrópicas ao ambiente na qual essas atividades são praticadas. Assim, o SIG apresenta papel central dentro da modelagem dos fenômenos ambientais presentes em determinada área.

Dentro do cenário de instalação de determinado empreendimento, o modelo geográfico é construído com as ferramentas do Sistema de Informação Geográfica que é aplicado nas duas fases da Avaliação de Impactos Ambientais (AIA) da seguinte forma:

1° Fase: Consiste no estudo preliminar da atividade a ser desempenhada. O recorte geográfico e a categorização da atividade de interesse são definidas.
2° Fase: Referente ao detalhamento do projeto para a elaboração do EIA/RIMA. São elaboradas todas as atividades técnicas dispostas no artigo 6°, da Resolução do CONAMA 001/86.

 

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As ferramentas SIG nos dão todo o suporte para a elaboração de um estudo consistente e preciso, porém o elemento mais importante na modelagem geográfica é o dado geográfico. É preciso definir o domínio de tratamento dos dados geográficos, como: critério de levantamento, fonte de dados, escala de representação, consistência computacional dentre outros. Dessa forma, o modelo geográfico elaborado se apresenta similar a realidade da área de interesse.

O curso de Análise Espacial de Impactos Ambientais proporciona ao aluno o conhecimento das ferramentas de construção dos modelos geoambientais, assim como a aplicação dos critérios previstos na legislação ambiental vigente. Os procedimentos para elaboração do Estudo de Impactos Ambientais (EIA) foram exemplificados, no contexto de instalação de um empreendimento fictício, seguindo os critérios da legislação ambiental do CONAMA (Conselho nacional de Meio Ambiente). Para o Relatório de Impactos Ambientais (RIMA), foram abordados os recursos de apresentação de dados, como gráficos, tabelas e layout.

A avaliação é uma atividade de articulação dos dados geográficos, demandando acompanhamento constante dos indicadores ambientais, assim como das diretrizes de atuação.  Tendo em vista uma gama de instrumentos técnicos de proteção aos bens ambientais, devemos ser sempre vigilantes na proteção dos recursos naturais.

 

Modelagem Geográfica na Avaliação de Impactos Ambientais

Para nos aprofundarmos nesse assunto, iremos realizar na próxima terça-feira (06/10), as 20h30 (Horário de Brasília), um mini-curso onde você verá como utilizar a Modelagem em Sistemas de Informação Geográfica (GIS) para a Avaliação de Impactos Ambientais. Essa palestra será ministrada por Arthur Paiva e mediada por Eduardo Freitas.

Inscreva-se agora mesmo e garanta sua vaga!

 

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Confira o que preparamos para este mini-curso:

  • Licenciamento Ambiental
  • Política Nacional de Meio Ambiente
  • Impacto Ambiental
  • Avaliação de Impacto Ambiental (AIA)
  • Modelagem Geográfica
  • Documentação da Informação Geográfica
  • Participação Social nas Questões Ambientais
  • O que vem por aí…

ATENÇÃO: A inscrição é gratuita, mas as vagas são limitadas. Garanta agora mesmo a sua!

 

Aarthur paiva2 Entenda mais sobre Modelagem Geográfica na Avaliação de Impactos Ambientaisrthur Paiva – Engenheiro cartógrafo formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente consultor e instrutor do instituto GEOeduc, possui 5 anos de experiência em softwares GIS e de Processamento Digital de Imagens. Apresenta conhecimentos em assuntos como, geoestatística, geomarketing, análise ambiental, gestão de banco de dados dentre outros temas. Atuou como suporte técnico e na confecção de materiais de cursos de extensão em geotecnologias pelo Laboratório de Geoprocessamento da UERJ (LABGIS UERJ). Possui experiência na área de agrimensura, como no mapeamento de estradas e túneis a partir de levantamentos geodésicos (Diferencial, estático e RTK) e a partir de levantamentos com equipamentos topográficos, como estação total, Laser Scanner fixo e o Laser Scanner Móvel (acoplado em automóvel)..

 

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