Geodireito

Sipam adquire novas antenas para ampliar a proteção da Amazônia via satélite

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 14h56, 15 de Março de 2012

IGD mundoGEO21 150x150 Sipam adquire novas antenas para ampliar a proteção da Amazônia via satéliteO monitoramento ambiental da região amazônica passa a contar com novas antenas para recepção de imagens de satélites internacionais. O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) investiu R$ 8,2 milhões na aquisição dos equipamentos que permitirão ampliar as informações meteorológicas e ambientais da Amazônia Legal. As antenas possibilitarão o recebimento diário de imagens dos satélites NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration 15, 16, 17,18 e 19), Metop 2, Terra, Acqua, NPP e o NPOESS.

“Com essa resolução temporal (frequência de imagens) podemos, por exemplo, identificar uma indicação de desmatamento, repassando essa informação ao órgão parceiro”, explica a coordenadora operacional, Jaci Saraiva, do Centro Regional de Belém. Cada centro regional do órgão (localizados em Manaus, Porto Velho e Belém) recebeu uma antena com 2,4 metros de circunferência, coberta por uma esfera (radome) de proteção de mais de quatro metros, e demais equipamentos aptos a rastrear e suportar os dados dos satélites.

As antenas ampliarão, por exemplo, dados sobre a pressão e a umidade do ar, determinação dos tipos, temperaturas e tamanhos de nuvens. “As informações serão utilizadas para a previsão do tempo e estudos climáticos”, ressalta o diretor Técnico do Sipam, Cristiano Cunha. Segundo ele, informações sobre as características físicas da terra e oceanos, dados de calor na superfície terrena, medição dos níveis de ozônio e concentração de clorofila são outros exemplos de dados captados pelas antenas que permitirão o controle de queimadas e poluição dos oceanos e do ar. Já as informações sobre a cobertura vegetal da terra auxiliarão no combate ao desmatamento.

Os dados serão “traduzidos” por um sistema denominado Terascan, que possibilita a recepção automática, processamento e visualização dos dados satelitais para posterior elaboração de produtos. Além disso, as informações serão disponibilizadas às instituições parceiras que utilizam o sensoriamento remoto nas áreas ambientais, oceanográficas e meteorológicas. Segundo a coordenadora de operações do Centro Regional de Porto Velho, Ana Cristina Strava, o processamento independente das imagens permitirá o aprofundamento e o ganho de qualidade em trabalhos já realizados pelo Sipam. “O monitoramento de queimadas e a avaliação do desmatamento em áreas especiais são alguns exemplos”, afirma Ana, assim como o repasse de informações sobre o clima e o tempo para as defesas civis da Amazônia.

Em Manaus, mais dados meteorológicos

No Centro Regional de Manaus e no Centro de Coordenação Geral em Brasília foram instaladas mais duas antenas exclusivas para recepcionar dados dos satélites GOES (11, 12, 13 e 14) e compatível com upgrade para GOES-R que, devido às suas características geoestacionárias, requerem um receptor fixo (diferente dos demais, que acompanham a passagem dos satélites). Cada antena tem 3,7 metros de circunferência, o investimento foi de R$ 1,4 milhão.

De acordo com o meteorologista Renato Senna, do CR de Manaus, o equipamento possibilita o acesso imediato (em tempo real) das imagens de satélite da série GOES sobre a América do Sul em alta resolução, ainda o software adquirido (LEADS) proporciona uma série de recursos que possibilitarão uma melhor interpretação dos sistemas meteorológicos atuantes na região.  “Isso facilita o nosso trabalho e possibilita uma maior acuracidade de nossas previsões de curtíssimo prazo trazendo como consequência uma maior segurança às populações da região”, ressalta Senna.

Segundo Senna, com a instalação dos equipamentos foram implementadas novas rotinas operacionais que permitem a animação de sequências de imagens de satélite e colocação de “alvos” em pontos específicos, que facilitam o monitoramento contínuo dos sistemas meteorológicos atendendo interesses específicos de parceiros do Sipam.

Com informações do Sipam

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Embrapa mapeará toda a agricultura brasileira por imagens de satélite

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 14h50, 15 de Março de 2012

IGD mundoGEO2 150x150 Embrapa mapeará toda a agricultura brasileira por imagens de satéliteA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vai realizar o mapeamento de toda a agricultura brasileira por imagens de satélite. Em 2012, os investimentos em geotecnologias aplicadas ao monitoramento da agricultura e em inovações em agroenergia são as prioridades.

O presidente da Embrapa, Pedro Arraes, afirmou que o mapeamento permitirá, por exemplo, avaliar o impacto das mudanças no novo Código Florestal, daqui 5 anos. Segundo ele, orçamento da Embrapa neste ano é de R$ 2 bilhões, com algum contingenciamento. “Mas existe esperança de que 100% seja disponibilizado”, disse.

Ao explicar a importância da geotecnologias, Arraes afirmou que as informações serão importantes para desenvolver tecnologias que tornem o Brasil de fato a “âncora verde da agricultura no mundo”.

Ele comentou, ainda, que a Embrapa dará grande contribuição no planejamento das políticas regionais para a agricultura. Mendes Ribeiro deve se deslocar agora para o Palácio do Planalto, onde participará da posse do novo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas.

O presidente da Embrapa afirmou que a empresa fez recentemente “contração expressiva” de pesquisadores que irão atuar no programa de cana-de-açúcar, que reúne várias iniciativas da empresa na área. “A Embrapa está sendo chamada para entrar na área energética”, diz ele, ao lembrar que no ano passado foi inaugurada a Embrapa Agroenergia, que está trabalhando na área de processos e de micro-organismos para produção de etanol de segunda geração.

O Programa Agropensa é outra iniciativa que deve ser colocada em prática pela Embrapa este ano. A proposta é constituir um núcleo de inteligência estratégica da agricultura brasileira, coordenado pela Embrapa Estudos e Capacitação, para produzir e difundir conhecimentos e estratégias para a agricultura do futuro.

A Secretaria de Negócios da Embrapa é outra ação prevista para 2012, com objetivo aumentar a capacidade da empresa em negócios públicos e privados de interesse do governo brasileiro. Arraes prevê que este ano também será criada a Embrapa Internacional, que tornará mais flexíveis os mecanismos disponíveis para fortalecer as parcerias de pesquisa com outros países.

Com informações de O Estado de S.Paulo.

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ANEEL realiza consulta pública sobre SIG no setor elétrico

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 14h28, 28 de Fevereiro de 2012

IGD mundoGEO22 150x150 ANEEL realiza consulta pública sobre SIG no setor elétricoA Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel abriu consulta pública para obter subsídios para o levantamento de modificações dos procedimentos relativos ao Sistema de Informação Geográfica Regulatório – SIG-R (Seção 2.4 do Módulo 2 e Anexos I e II do Módulo 6 dos Procedimentos de Distribuição – PRODIST).

A atividade está prevista na Agenda Regulatória Indicativa da ANEEL para o Biênio 2012-2013, que elenca a realização da atividade “Revisar a regulamentação sobre Sistema de Informação Geográfica Regulatório – SIG-R (Módulos 2 e 6 dos Procedimentos de Distribuição – PRODIST)”, que deverá contar com ampla participação do setor de geotecnologias.

A importância do georreferenciamento ocorre para aprimorar a confiabilidade e a rastreabilidade de informações de ativos para o processo de Revisão Tarifária Periódica, permitindo conhecer a quantidade de ativos total, por tipo, por data e por localidade.

Com prazo limite para colaboração fixado em 05/03/2012, para acessar as informações técnicas, clique aqui.

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Mapa mostra consumo de energia em cada construção de Nova York

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 17h23, 15 de Fevereiro de 2012

IGD mundoGEO21 150x150 Mapa mostra consumo de energia em cada construção de Nova YorkPesquisadores da Escola de Engenharia da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, criaram um mapa detalhado sobre o consumo de energia na cidade de Nova York. Disponibilizado na internet, ele mostra o total consumido por cada construção em todas as cinco áreas da cidade: Manhattan, Bronx, Brooklyn, Queens e Staten Island. O mapa também mostra os gastos por tipo de energia: eletricidade, água quente, aquecedor e ar condicionado.

As áreas que mais gastam energia são comerciais, que representam metade do consumo total e 30% das construções da cidade. Somente o centro de Manhattan usa mais energia que todo o Quênia, na África, afirmou o pesquisador Vijay Modi, co-autor do estudo no qual o mapa se baseou, em entrevista para o “The Wall Street Journal”.

As áreas de escritório em Manhattan aparecem em vermelho escuro no mapa, o que indica elevado consumo de energia. Já as áreas residenciais, como o Harlem, são amarelas ou laranja, cores que representam menor uso energético.

Nas residências, o maior gasto é com aquecimento. “Enquanto as discussões [sobre redução do consumo de energia] geralmente são focadas em uso elétrico, as construções residenciais de Nova York, sejam elas casas ou apartamentos, gastam muito mais energia na forma de aquecimento que em eletricidade. Quase todo esse aquecimento é obtido de óleo ou gás natural”, alertou Modi, em material de divulgação.

Pesquisa

A expectativa dos pesquisadores é que o mapa ajude urbanistas, engenheiros e políticos a entender a dinâmica do uso de energia na cidade e possibilite planejar soluções mais eficientes e que emitam menos gases do efeito estufa. Eles também esperam que a população busque saber qual é o consumo na sua área e reduza o uso de energia.

“Nós queremos iniciar um debate com a população de Nova York sobre eficiência energética e conservação, ao colocar o consumo de energia no contexto de todos os nova-iorquinos”, disse Bianca Howard, estudante de Ph.D. em engenharia mecânica e autora do mapa, em material de divulgação.

Segundo Modi, o mapa também pode estimular os residentes a criar alternativas de abastecimento energético coletivas, mais eficientes e menos poluidoras. Assim, por exemplo, prédios vizinhos, quarteirões ou mesmo bairros poderiam encontrar soluções integradas.

Para criar o mapa, os pesquisadores usaram dados sobre o consumo médio de energia de acordo com código postal. Em seguida, eles estimaram os gastos por construção.

Para conhecer os mapas, clique aqui.

Fonte: G1

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Projeto Mapas Coletivos é lançado em São Paulo

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 17h09, 15 de Fevereiro de 2012

IGD mundoGEO2 150x150 Projeto Mapas Coletivos é lançado em São PauloFoi lançado no último dia 8 pelo Instituto Claro, a Associação O Eco e a Rede Nossa São Paulo o projeto Mapas Coletivos, uma ferramenta que irá mensurar a qualidade de vida de São Paulo. O site servirá para coletar dados e gerar novos indicadores acerca da maior cidade do país.

“Queremos proporcionar acesso livre e de qualidade a dados cruciais para os cidadãos” explica um dos idealizadores do projeto, Gustavo Faleiros, coordenador de projetos de ((o))eco. O site foi um dos quatro ganhadores da segunda edição do Prêmio Instituto Claro, escolhido entre mais de 1380 inscritos por sua proposta de inovação no meio urbano. O projeto foi concebido por Faleiros em parceria com Juliana Mori.

A ideia é que qualquer pessoa possa criar seus próprios mapas e convidar o público a colaborar. Os temas do mapa, ligados à discussão de sustentabilidade urbana, são os seguintes: Áreas Verdes, Mobilidade, Qualidade do Ar, Água, Acessibilidade, Cultura, Educação, Alimentação, Limpeza e Saúde, mas há também estímulos a relatos pessoais, feitos na seção Minha SP. Nessa parte do site, é possível ler histórias da relação afetiva dos paulistanos com sua cidade.

A plataforma, que utiliza o software aberto Ushahidi, foi feita para ser usada na internet. Porém, em breve, será lançado também o aplicativo para celulares. “O principal conceito é promover a geração de indicadores colaborativos como forma de engajamento dos cidadãos na arena pública”, explica Faleiros.

O site pode ser conhecido clicando aqui.

Fonte: O Eco

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Unesp sedia Congresso Brasileiro Sobre Desastres Naturais

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 20h04, 02 de Fevereiro de 2012

O Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” -IGCE/UNESP através dos seus programas de pós-graduação em Geologia Regional, Geografia e Geociências e Meio Ambiente, o Instituto Geológico –IG, o Serviço Geológico do Brasil – CPRM e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo – CEDEC se uniram para promover o Congresso Brasileiro Sobre Desastres Naturais, no período de 14 a 17 de maio de 2012, no Câmpus Universitário da UNESP Rio Claro – SP.

O objetivo do congresso é criar um espaço para discussão e apresentação de trabalhos entre pesquisadores nacionais e estrangeiros que se dedicam ao estudo dos grandes desastres naturais com trágicas consequências para a preservação da geodiversidade, biodiversidade e do meio ambiente.

A apresentação de trabalhos científicos, palestras, mesas redondas e minicursos deverão se desenvolver considerando cinco eixos temáticos: (i) Enchentes e Inundações; (ii) Erosão e Escorregamentos; (iii) Secas, Temperaturas Extremas e Vendavais; (iv) Análise e Mapeamento de Riscos; e (v) Gestão de Desastres Naturais

Para conhecer mais, clique aqui.

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Rondon, cartografia e o reconhecimento mundial

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 20h02, 02 de Fevereiro de 2012

Ao retomar os fatos históricos sobre a demarcação da divisa entre Mato Grosso e Pará, faixa que se encontra em litígio e processo jurídico para a revisão de 22 mil km² delimitado de forma equivocada, surge na memória a figura de Rondon.

Dedicando a maior parte de sua vida para a elaboração das primeiras cartas geográficas brasileiras, Mal. Cândido Rondon percorreu cerca de 500 mil km², entre os sertões, cerrados, pantanal, florestas e fronteiras do Brasil.

Conhecido como patrono das Comunicações no Brasil, indigenista e pacificador, o Mal. Rondon, mato-grossense de Mimoso, viveu quase um século (de 1865 a 1958), a maioria em missões de desbravamento e de pesquisas científicas.

O que a maioria dos brasileiros talvez não saiba, bem como a nova geração, é sobre o reconhecimento internacional e a repercussão da obra científica de Rondon.

Cândido Rondon estudou no Liceu Cuiabano e aos sete anos foi para o Rio de Janeiro, em 1874, onde entrou na Escola Militar, formando-se em Matemática e em Ciências Físicas Naturais. Trabalhou no Laboratório Astronômico até ser destacado, em 1889, para a implantação das linhas telegráficas em Mato Grosso, Goiás e Amazonas.

Durante suas missões pelo Exército Brasileiro para a implantação de linhas telegráficas, também coordenou missões científicas, revelando aos brasileiros e ao mundo estudos sobre a botânica, geografia, antropologia, cartografia, zoologia e riquezas minerais.

A expedição científica Roosevelt/Rondon, entre 1913 e 1914, consolidou o nome de Rondon junto à comunidade científica estrangeira. Ex-presidente dos Estados Unidos, na época, Theodore Roosevelt, então membro da Sociedade Geográfica Americana, concedeu o Prêmio Livingstone a Rondon pelas obras e estudos. Pela importância do conjunto de trabalhos, Roosevelt equiparou e incluiu o mato-grossense ao grupo de quatro grandes exploradores dos tempos: Amundensen e Peary (descobridores do Polo Norte e Polo Sul), Charcot e Byrd (exploradores que se aprofundaram nas terras ártica e antártica). O nome de Rondon foi incluso na placa de ouro, na Sociedade Geográfica Americana, em Nova Iorque, ao lado daqueles exploradores.

Em 1917, foi convocado pelo governador Bispo Dom Aquino Correa para desenvolver o trabalho cartográfico sobre a demarcação da divisa do estado, inclusive pelo Tratado de 1900 entre Mato Grosso e Pará.

A repercussão também se deu com suas obras indigenistas e seu trabalho como primeiro diretor do Serviço de Proteção ao Índio (SPI). Suas pesquisas exploratórias corrigem informações cartográficas e de navegabilidade de muitos rios. O próprio Rondon sempre fez questão de reconhecer e agradecer a contribuição dos indígenas. Optou pelo pacifismo e não agressão, mantendo várias aldeias de diversas etnias sob sua proteção.

Entre 1927 e 1930 fez a demarcação das fronteiras brasileiras com Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela e Guianas, realizando estudos sobre as condições de povoamento e segurança das fronteiras.

Pelo reconhecimento de seus trabalhos cartográficos, foi convidado para ser o mediador na demarcação de divisas entre Peru e Colômbia, conhecido como Tratado de Letícia, evitando um conflito diplomático que poderia, na época, chegar a guerra entre os países envolvidos.

Para ler mais, clique em http://www.geodireito.com/Conteudo/Geojuridicas.asp?notCodigo=4405&acao=DetalheNoticia&Parametro=H

Fonte: Diário de Cuiabá

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Lei federal autoriza criação de pedágio urbano por prefeituras

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 17h01, 21 de Janeiro de 2012

Os municípios poderão cobrar pedágio para diminuir o trânsito de automóveis, segundo a Lei de Mobilidade Urbana, sancionada na última semana pela presidente Dilma Rousseff. Um dos principais objetivos é estimular o transporte coletivo e reduzir a emissão de poluentes.

A nova lei autoriza a cobrança de tributos pelo uso da infraestrutura urbana, “visando a desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade”. A receita gerada pelo pedágio ou outra forma de tributação deve ser destinada ao transporte coletivo, como a concessão de subsídio público à tarifa. O uso de bicicletas também precisa ser estimulado, segundo o texto.

As novas regras de incentivo ao transporte coletivo podem não entrar em vigor antes da Copa do Mundo de 2014, porque os municípios têm prazo até 2015 para se adequarem a elas. As 1.663 cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes terão de elaborar planos de mobilidade urbana. E as cidades que não cumprirem o prazo de três anos para os planos podem ser punidas com a suspensão dos repasses de recursos federais ao setor.

Para ler mais, clique aqui.

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Blog Geodireito inicia atividades no MundoGEO

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 18h35, 16 de Janeiro de 2012

É uma satisfação iniciar blog sobre Geodireito no MundoGEO. O Geodireito, que temos a oportunidade de estudar no Instituto Geodireito (IGD), tem se tornado cada vez mais uma ferramenta interdisciplinar entre Geociências e o Direito, capaz de descortinar como o interesse público identifica as geotecnologias enquanto ferramenta imprescindível para as atividades do Estado no século XXI.
Os geocientistas, nesta realidade, precisam produzir a análise espacial com base nas ferramentas cartográficas e estatísticas. Os juristas, por sua vez, devem conceber um regime legal para adequar esta realidade a sociedade.
Ambos acabam por ganhar uma função análoga aos antigos sacerdotes egípcios, de guardiões dos segredos das ciências e de suas aplicações, pois, somente no Brasil, devem desvendar a arte de dirimir interesses entre a União, 26 Estados, o Distrito Federal e 5.565 municípios que, sobrepostos espacialmente e em suas competências, devem coexistir. E sem milagres.
Esperamos poder contribuir neste espaço para o aprofundamento destes conceitos pelo MundoGEO e pelo IGD. Sejam bem-vindos!

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Hello world!

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 13h35, 12 de Janeiro de 2012

Welcome to MundoGEO. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!

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  • Luiz Antonio Ugeda Sanches
    @luizsanches
    Advogado e geógrafo. Presidente do Instituto Geodireito (IGD). Sócio do Demarest e Almeida Advogados. Doutorando em Geografia pela UnB. Mestre em Direito e em Geografia, ambos pela PUC/SP.

    Advogado e geógrafo. Presidente do Instituto Geodireito (IGD). Sócio do Demarest e Almeida Advogados. Doutorando em Geografia pela UnB. Mestre em Direito e em Geografia, ambos pela PUC/SP.

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