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Mapa mostra consumo de energia em cada construção de Nova York

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 17h23, 15 de Fevereiro de 2012

IGD mundoGEO21 150x150 Mapa mostra consumo de energia em cada construção de Nova YorkPesquisadores da Escola de Engenharia da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, criaram um mapa detalhado sobre o consumo de energia na cidade de Nova York. Disponibilizado na internet, ele mostra o total consumido por cada construção em todas as cinco áreas da cidade: Manhattan, Bronx, Brooklyn, Queens e Staten Island. O mapa também mostra os gastos por tipo de energia: eletricidade, água quente, aquecedor e ar condicionado.

As áreas que mais gastam energia são comerciais, que representam metade do consumo total e 30% das construções da cidade. Somente o centro de Manhattan usa mais energia que todo o Quênia, na África, afirmou o pesquisador Vijay Modi, co-autor do estudo no qual o mapa se baseou, em entrevista para o “The Wall Street Journal”.

As áreas de escritório em Manhattan aparecem em vermelho escuro no mapa, o que indica elevado consumo de energia. Já as áreas residenciais, como o Harlem, são amarelas ou laranja, cores que representam menor uso energético.

Nas residências, o maior gasto é com aquecimento. “Enquanto as discussões [sobre redução do consumo de energia] geralmente são focadas em uso elétrico, as construções residenciais de Nova York, sejam elas casas ou apartamentos, gastam muito mais energia na forma de aquecimento que em eletricidade. Quase todo esse aquecimento é obtido de óleo ou gás natural”, alertou Modi, em material de divulgação.

Pesquisa

A expectativa dos pesquisadores é que o mapa ajude urbanistas, engenheiros e políticos a entender a dinâmica do uso de energia na cidade e possibilite planejar soluções mais eficientes e que emitam menos gases do efeito estufa. Eles também esperam que a população busque saber qual é o consumo na sua área e reduza o uso de energia.

“Nós queremos iniciar um debate com a população de Nova York sobre eficiência energética e conservação, ao colocar o consumo de energia no contexto de todos os nova-iorquinos”, disse Bianca Howard, estudante de Ph.D. em engenharia mecânica e autora do mapa, em material de divulgação.

Segundo Modi, o mapa também pode estimular os residentes a criar alternativas de abastecimento energético coletivas, mais eficientes e menos poluidoras. Assim, por exemplo, prédios vizinhos, quarteirões ou mesmo bairros poderiam encontrar soluções integradas.

Para criar o mapa, os pesquisadores usaram dados sobre o consumo médio de energia de acordo com código postal. Em seguida, eles estimaram os gastos por construção.

Para conhecer os mapas, clique aqui.

Fonte: G1

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Projeto Mapas Coletivos é lançado em São Paulo

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 17h09, 15 de Fevereiro de 2012

IGD mundoGEO2 150x150 Projeto Mapas Coletivos é lançado em São PauloFoi lançado no último dia 8 pelo Instituto Claro, a Associação O Eco e a Rede Nossa São Paulo o projeto Mapas Coletivos, uma ferramenta que irá mensurar a qualidade de vida de São Paulo. O site servirá para coletar dados e gerar novos indicadores acerca da maior cidade do país.

“Queremos proporcionar acesso livre e de qualidade a dados cruciais para os cidadãos” explica um dos idealizadores do projeto, Gustavo Faleiros, coordenador de projetos de ((o))eco. O site foi um dos quatro ganhadores da segunda edição do Prêmio Instituto Claro, escolhido entre mais de 1380 inscritos por sua proposta de inovação no meio urbano. O projeto foi concebido por Faleiros em parceria com Juliana Mori.

A ideia é que qualquer pessoa possa criar seus próprios mapas e convidar o público a colaborar. Os temas do mapa, ligados à discussão de sustentabilidade urbana, são os seguintes: Áreas Verdes, Mobilidade, Qualidade do Ar, Água, Acessibilidade, Cultura, Educação, Alimentação, Limpeza e Saúde, mas há também estímulos a relatos pessoais, feitos na seção Minha SP. Nessa parte do site, é possível ler histórias da relação afetiva dos paulistanos com sua cidade.

A plataforma, que utiliza o software aberto Ushahidi, foi feita para ser usada na internet. Porém, em breve, será lançado também o aplicativo para celulares. “O principal conceito é promover a geração de indicadores colaborativos como forma de engajamento dos cidadãos na arena pública”, explica Faleiros.

O site pode ser conhecido clicando aqui.

Fonte: O Eco

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Unesp sedia Congresso Brasileiro Sobre Desastres Naturais

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 20h04, 02 de Fevereiro de 2012

O Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” -IGCE/UNESP através dos seus programas de pós-graduação em Geologia Regional, Geografia e Geociências e Meio Ambiente, o Instituto Geológico –IG, o Serviço Geológico do Brasil – CPRM e a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo – CEDEC se uniram para promover o Congresso Brasileiro Sobre Desastres Naturais, no período de 14 a 17 de maio de 2012, no Câmpus Universitário da UNESP Rio Claro – SP.

O objetivo do congresso é criar um espaço para discussão e apresentação de trabalhos entre pesquisadores nacionais e estrangeiros que se dedicam ao estudo dos grandes desastres naturais com trágicas consequências para a preservação da geodiversidade, biodiversidade e do meio ambiente.

A apresentação de trabalhos científicos, palestras, mesas redondas e minicursos deverão se desenvolver considerando cinco eixos temáticos: (i) Enchentes e Inundações; (ii) Erosão e Escorregamentos; (iii) Secas, Temperaturas Extremas e Vendavais; (iv) Análise e Mapeamento de Riscos; e (v) Gestão de Desastres Naturais

Para conhecer mais, clique aqui.

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Lei federal autoriza criação de pedágio urbano por prefeituras

Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 17h01, 21 de Janeiro de 2012

Os municípios poderão cobrar pedágio para diminuir o trânsito de automóveis, segundo a Lei de Mobilidade Urbana, sancionada na última semana pela presidente Dilma Rousseff. Um dos principais objetivos é estimular o transporte coletivo e reduzir a emissão de poluentes.

A nova lei autoriza a cobrança de tributos pelo uso da infraestrutura urbana, “visando a desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade”. A receita gerada pelo pedágio ou outra forma de tributação deve ser destinada ao transporte coletivo, como a concessão de subsídio público à tarifa. O uso de bicicletas também precisa ser estimulado, segundo o texto.

As novas regras de incentivo ao transporte coletivo podem não entrar em vigor antes da Copa do Mundo de 2014, porque os municípios têm prazo até 2015 para se adequarem a elas. As 1.663 cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes terão de elaborar planos de mobilidade urbana. E as cidades que não cumprirem o prazo de três anos para os planos podem ser punidas com a suspensão dos repasses de recursos federais ao setor.

Para ler mais, clique aqui.

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  • Luiz Antonio Ugeda Sanches
    @luizsanches
    Advogado e geógrafo. Presidente do Instituto Geodireito (IGD). Sócio do Demarest e Almeida Advogados. Doutorando em Geografia pela UnB. Mestre em Direito e em Geografia, ambos pela PUC/SP.

    Advogado e geógrafo. Presidente do Instituto Geodireito (IGD). Sócio do Demarest e Almeida Advogados. Doutorando em Geografia pela UnB. Mestre em Direito e em Geografia, ambos pela PUC/SP.

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