GeoDrops

Voltando a comentar semanalmente os assuntos que foram destaques nos últimos dias, nesta edição repercutimos a Geografia no Ensino Médio, o OpenStreetMap como Agência Global de Mapas, como ganhar $ com Drones, o lançamento do satélite Sentinel-2B e mais:

PS1: Infelizmente tive que mudar de lugar no meio da transmissão, por causa de um imprevisto, mas no fim deu tudo certo…

PS2: A ideia é fazer um resumão toda sexta-feira, às 11h30, na página do MundoGEO no Facebook e também pelo canal do MundoGEO no YouTube.

Nos ‘vemos’ na próxima sexta…

share save 171 16 Destaques da Semana: OpenStreetMap, Satélite Sentinel 2B, Geo no Ensino Médio

Entenda a ascensão do OpenStreetMap como uma Agência de Mapeamento Global

Por Eduardo Freitas | 18h51, 08 de Março de 2017

A ideia do OpenStreetMap se tornar uma Agência de Mapeamento Global é empolgante, mas será que isso é possível? Entenda…

OpenStreetMap como uma Agência de Mapeamento Global 370x185 Entenda a ascensão do OpenStreetMap como uma Agência de Mapeamento GlobalPara qualquer pessoa que trabalha com Cartografia, Geoprocessamento, Bases de Dados Geográficos, enfim todos que atuam com Geotecnologias, a ideia do OpenStreetMap (OSM) se tornar uma Agência de Mapeamento Global é muito empolgante, e de muitas maneiras isso já está acontecendo. Mas será que isso é viável?

Vamos por partes…

Esta discussão surgiu recentemente na lista de discussão da iniciativa Geo4All, a qual compartilho aqui e pretendo colaborar com minha análise.

O OpenStreetMap é um projeto de mapeamento colaborativo para criar um mapa livre e editável do mundo, inspirado por sites como a Wikipédia, por exemplo.

Uma comunidade voluntária de mapeadores desenvolve e mantém os mapas do OSM, através de dados coletados com receptores GPS, smartphones, fotos aéreas, imagens de satélite, entre outras fontes.

Por contarem com conhecimento local, os mapeadores editam e atualizam os mapas em tempo real, com softwares abertos como iD ou JOSM.

Veja aqui um passo-a-passo de como ser um mapeador do OSM

Por sua vez, a  comunidade em geral também confere e confirma os dados pela interface do próprio site Openstreetmap.org.

Todos os mapas, dados e metadados ofertados pelo OSM são abertos, disponíveis sob uma licença Open Database License, e são formalmente operados pela OpenStreetMap Foundation (OSMF), em nome da comunidade de mapeadores.

Como já definiu o amigo Thierry Jean em um artigo para a revista MundoGEO, o OSM é o projeto de mapa colaborativo que já atingiu a massa crítica que lhe confere a força de ser o principal projeto de mapa colaborativo global.

Confira o artigo OpenStreetMap como uma comunidade de governos e não somente de pessoas

Colaboração, integração, revolução…

Openstreetmap logo.svg  370x370 Entenda a ascensão do OpenStreetMap como uma Agência de Mapeamento GlobalHoje, através de aplicativos e APIs como o OSM API, Geofabrik, Mapzen, etc, pode-se facilmente acessar dados de altíssima qualidade e atualizados, para qualquer região, cidade ou país do mundo.

Isso seria impensável há alguns anos…

Existem, hoje, centenas de exemplos de colaboração da comunidade do OSM com outras iniciativas, como por exemplo o HOT – Humanitarian OpenStreetMap Team – que está convocando mapeadores de todo o mundo para ajudar a eliminar a Malária. São dois projetos para mapear mais de 500 mil quilômetros quadrados em 7 países no Sul da África, América Central e Sudeste Asiático, como parte da iniciativa Missing Maps da DigitalGlobe, Clinton Health Access, Bill & Melinda Gates Foundation, MapBox, Path e Tableau Foundation.

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É importante levar em conta também a contribuição da Fundação Geoespacial Open Source (OSGeo), assim como o Consórcio Geoespacial Aberto (OGC), no uso de padrões abertos pela comunidade de Geotecnologia.

As pessoas envolvidas com o OSGeo e empresas membros do OGC têm um perfil mais voltado para a área acadêmica e técnica, por outro lado a comunidade do OSM pode criar um mapa do mundo sem necessariamente ter conhecimentos avançados de Geotecnologias.

Obviamente, os dados abertos são fundamentais para iniciativas como OSGeo e GeoForAll, e a colaboração com o OSM, tanto localmente como globalmente, é um caminho natural devido a inúmeras sinergias.

Do tradicional para o novo

Este novo fato, da ascensão do OpenStreetMap como uma Agência Global de Mapeamento, representa tanto uma ameaça como inúmeras oportunidades para a indústria de Geotecnologia.

Toda a indústria de GIS precisa levar em conta o fato de que sua maneira de trabalhar vai aos poucos mudar a partir do OpenStreetMap, considerando que não será preciso levantar dados de locais que já estão mapeados.

Segundo a opinião do Thierry em seu artigo, a qual compartilho, uma evolução natural seria que as empresas públicas e privadas gradualmente “desistam”, nos próximos anos, de utilizar uma base própria para então utilizar a do OpenStreetMap, porque esta será superior e mais atualizada.

Por outro lado, empresas de mapeamento vão continuar existindo e tendo a oportunidade de produzir e comercializar dados para nichos de mercado e para necessidades específicas, mas todas deverão – naturalmente – se beneficiar de uma base comum gerada e atualizada pela própria comunidade global.

Ainda, grandes empresas , governos e concessionárias podem ver o OSM como uma imensa oportunidade de obter dados e também de colaborar como o mapa global, através da convergência de informações e disponibilidade irrestrita, para todos, a qualquer tempo.

O OSM e a convergência com devices de coleta de dados e computação em nuvem vai mudar a realidade do mapeamento ao redor do globo muito rapidamente, gerando ganhos para usuários, e por outro lado a indústria geoespacial vai ter que se adaptar a esta realidade para redefinir seus rumos.

Em 2012 a comunidade do OSM no Brasil fez um encontro no evento MundoGEO#Connect:

Confira também o vídeo deste webinar (em inglês) que fizemos em parceria com a ICA e OSGeo com uma introdução ao universo do OSM:

Com informações do Geo4All, OSGeo, OSM e revista MundoGEO

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OpenStreetMap como uma Agência de Mapeamento Global 950x475 Entenda a ascensão do OpenStreetMap como uma Agência de Mapeamento Global

Fonte: GEOeduc

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Entenda o que muda com o anúncio do IGS14, o novo marco de referência para o cálculo de órbitas e parâmetros associados aos satélites GNSS

IGS14 o novo marco de referência para cálculo de órbitas dos satélites GNSS 370x185 Habemus referência: IGS14, novo marco para cálculo de órbitas dos sistemas GNSSHoje o assunto é ‘espinhoso’: Geodésia.

Mais especificamente, um assunto que recebi através do informativo GeoNotas edição 61, sobre o recém anunciado IGS14, o novo marco de referência para cálculo de órbitas dos satélites GNSS.

Mas vamos por partes…

GNSS é a sigla para Global Navigation Satellite System, ou Sistema Global de Navegação por Satélites. Refere-se a sistemas com alcance mundial, usados para posicionamento, com base na posição de satélites em órbitas.

Exemplos: o norte-americano GPS, o russo Glonass, o europeu Galileo e o chinês Beidou.

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A determinação de coordenadas a partir do posicionamento por satélites somente é possível se forem utilizados sistemas de referência que permitam a relação direta entre a posição dos satélites e as coordenadas dos pontos em Terra.

No caso específico dos sistemas GNSS, as coordenadas calculadas sobre a superfície da Terra devem estar associadas ao mesmo sistema de referência no qual se expressam as efemérides dos satélites GNSS.

Tal sistema é o Sistema Internacional de Referência Terrestre (ITRS, na sigla em inglês), materializado por uma rede global de estações geodésicas com coordenadas muito precisas:

image003 Habemus referência: IGS14, novo marco para cálculo de órbitas dos sistemas GNSS

Desde 1988 são calculadas regularmente soluções do ITRF (por exemplo, ITRF88, ITRF97, ITRF2014), sendo que a cada nova solução se inclui um número maior de observações, as quais por sua vez são de maior qualidade, fazendo com que as coordenadas das estações de referência sejam cada vez mais precisas.

Acesse aqui as diferentes versões do ITRF

O ITRF vigente atualmente é o denominado ITRF2014, publicado pelo IERS (International Earth Rotation and Reference Systems Service) em janeiro de 2016, que inclui observações GNSS (GPS + Glonass), SLR (Satellite Laser Ranging), VLBI (Very Long Baseline Interferometry) e Doris (Doppler Orbit determination and Radiopositioning Integrated on Satellite).

O porquê do IGS

Dado que nem todas as estações GNSS incluídas no ITRF têm uma precisão homogênea, o IGS (International GNSS Service) seleciona aquelas estações que satisfazem certos critérios de qualidade e as utiliza como marco de referência no cálculo de seus produtos finais (por exemplo, órbitas dos satélites GNSS, correções para os relógios dos satélites, parâmetros de orientação terrestre, etc.).

Os critérios de seleção se baseiam, entre outros, em uma distribuição global, monumentação adequada das estações, continuidade em sua operação e integração com outras técnicas geodésicas espaciais.

Em princípio, a rede formada pelas estações de referência selecionadas pelo IGS não apresenta translações, nem transformações, nem mudança de escala com respeito ao ITRF; por isso, nominalmente, o marco de referência do IGS e o ITRF são rigorosamente iguais.

De acordo com isto, desde 2004, a cada ITRF corresponde um marco de referência do IGS. Por exemplo, para o ITRF2008, o IGS definiu o marco de referência IGS08, o qual, devido aos fortes terremotos no Chile em fevereiro de 2010 e no Japão em março de 2011, foi redefinido no IGb08 mediante a exclusão daquelas estações afetadas.

Veja aqui os diferentes marcos de referência do IGS

Com a entrada em vigência do ITRF2014, o IGS se deu a tarefa de selecionar as melhores estações GNSS não incluídas e definiu então o marco de referência IGS14.

As órbitas GNSS do IGS se calculam neste novo marco de referência desde 29 de janeiro de 2017 e, portanto, as coordenadas que se determinem mediante posicionamento GNSS e usando os produtos do IGS (como por exemplo, o marco de referência SIRGAS) também se referem ao IGS14 desde esta data.

Fazendo um parênteses, o Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas (SIRGAS) é o sistema de referência geodésico para o Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) e para as atividades da Cartografia Brasileira.

Em 2005, a Resolução do Presidente do IBGE Nº 1/2005 estabeleceu o SIRGAS, em sua realização do ano de 2000 (SIRGAS2000), e foi definido um período de transição de no máximo dez anos, no qual o SIRGAS2000 poderia ser utilizado em paralelo com outros sistemas de referência, como o SAD 69, por exemplo. Ou seja, desde 2015 toda Cartografia tem que ser feita usando como sistema de referência o SIRGAS2000.

Confira aqui os detalhes do IGS14

Marco de referência IGS14

Com informações do Sirgas, informativo Geonotas e revista MundoGEO

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IGS14 o novo marco de referência para cálculo de órbitas dos satélites GNSS 950x475 Habemus referência: IGS14, novo marco para cálculo de órbitas dos sistemas GNSS

Post publicado originalmente no site do Instituto GEOeduc

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Um verdadeiro evento sísmico abalou o mercado de Geotecnologia: o Google Earh Enterprise se tornará de código aberto a partir de março. Entenda as causas e consequências, e veja como você pode tirar proveito disso

Google Earth Enterprise se tornará de código aberto a partir de março 370x185 Excelente notícia: Google Earh Enterprise terá código aberto (!) a partir de marçoTrês momentos são marcantes na história do Google Earth. Primeiro, a compra da Keyhole pela Google em 2004 e o lançamento do Google Earth, que revolucionou o setor de Geotecnologia para sempre. Uma década depois, foi liberado gratuitamente o Google Earth Pro, levando uma ferramenta profissional para milhões de pessoas. E em março próximo será liberado o código do Google Earth Enterprise, o que vai permitir que corporações possam disponibilizar seus dados nessa plataforma, agora open source.

Baixe aqui o Google Earth Pro e veja aqui o replay do webinar sobre 2 anos de GEP

Desde 2015 a Google já havia sinalizado sobre a descontinuidade de vários produtos geoespaciais, incluindo o Google Earth Enterprise (GEE), e no último dia 31 de janeiro veio a boa notícia, de que o Google Earth Enterprise vai se tornar um software de código aberto.

Segundo o comunicado oficial da Google, cerca de 470 mil linhas de código dos produtos GEE – GEE Fusion, GEE Server e GEE Server Portable estarão disponíveis no GitHub, para qualquer desenvolvedor, sob a licença Apache2.

Por outro lado, os outros produtos da área de mapeamento, como o Google Earth Enterprise Client, Google Maps JavaScript API V3 e Google Earth API, continuarão como softwares proprietários.

Por dentro do Google Earth Enterprise

O GEE permite a criação de um verdadeiro mundo virtual, disponível na intranet da empresa ou órgão público e acessível a vários colaboradores. Além disso, distribui espacialmente informações já presentes na organização, nas áreas de ERP, CRM, GIS, CAD, entre outras.

A interface única do sistema, acessível a qualquer usuário, técnico ou não, combina imagens, plantas, ruas, pontos de interesse e modelos 3D de edificações em um mesmo globo. O GEE permite a visualização dos dados da organização tanto na base de imagens de satélites do Google como nos próprios servidores da instituição, aumentando assim a segurança para empresas e órgãos públicos.

Os principais componentes do GEE são o Google Earth Fusion, o Google Earth Servidor e o Google Earth Cliente/Google Maps. Os dados geoespaciais, na forma de imagens e vetores, são organizados pelo Google Earth Fusion, formando o banco de dados, que é gerenciado e disponibilizado na intranet da organização para diversos usuários através do Servidor. Por sua vez, os usuários passam a visualizar, imprimir, pesquisar e criar dados através do Google Earth Cliente ou do Google Maps.

Nos EUA, praticamente todos os órgãos de defesa usam a ferramenta, principalmente pelo fator segurança, já que o GEE roda independentemente da internet pública. O Virtual Alabama é um exemplo de sucesso da implantação do GEE, com toda a administração pública do Estado interligada através da ferramenta.

Prefeituras podem usar o GEE para criar verdadeiras “cidades virtuais”, possibilitando o gerenciamento de todos os recursos da cidade. Várias informações importantes ficam disponíveis para todas as secretarias, autarquias e outras entidades municipais, melhorando os processos decisórios e o atendimento das necessidades dos cidadãos.

Como exemplos de informações que podem ser distribuídas estão os dados sobre agricultura e abastecimento, cultura e lazer, defesa civil, educação, finanças, indústria e comércio, meio ambiente, obras, segurança pública, trânsito e transportes, planejamento, entre outras.

Dentro de prefeituras, todas as informações espaciais do município ficam organizadas em um servidor do próprio órgão. O Google Earth Server gerencia as informações e os usuários das secretarias, através do Google Earth Cliente, podem acessar e atualizar as informações espaciais. Os munícipes, por sua vez, podem enviar informações espaciais às secretarias utilizando o Google Earth gratuito.

O Google lançou o Google Earth Enterprise em 2006 e parou de vendê-lo há quase dois anos. Desde então, o Google lançou atualizações e forneceu suporte a organizações com licenças existentes.

Uma vez que o código do GEE será liberado no GitHub, as organizações serão livres para modificá-lo, de forma colaborativa ou independentemente, para suas próprias necessidades como software open source.

Segundo a empresa, a Google tentará facilitar o uso desses recursos publicando instruções para que as corporações possam executar o Google Earth Enterprise em sua nuvem pública.

Descontinuidade?!? #SQN

Desde 2015, havia muita incerteza e muito tem sido prognosticado sobre as consequências da descontinuidade do Google Earth Enterprise.

Porém, agora a situação parece muito mais clara. O futuro do Google Earth Enterprise será aberto.

O anúncio de 30 de janeiro passado marca o início de um novo marco para a GEE. Os recursos do GEE Server, Fusion e Portable serão abertos e disponíveis para a comunidade global de desenvolvedores.

Um resultado muito importante é que o suporte ao produto, de parceiros da Google e da comunidade de código aberto, continuará para o GEE, incluindo melhorias que inevitavelmente serão disponibilizadas.

Um exemplo é a empresa Thermopylae Sciences & Technology, que trabalha em estreita colaboração com a Equipe de Produtos do Google Maps e desde o anúncio de descontinuidade do GEE não parou, testando as últimas atualizações do Google, comunicando bugs e incubando formas inovadoras de manter o GEE funcional para novos usuários.

Com o código aberto do GEE, surge agora a oportunidade de desenvolver novos recursos e conectar outros componentes, o que revitalizará o ecossistema de tecnologia geoespacial e garantirá que padrões amplamente utilizados, como o KML, continuem suportados pelas plataformas da Google e de outros fornecedores.

Oportunidades de negócios

O Google Enterprise propicia um ambiente privado com dados corporativos estratégicos, que ficam ‘separados’ dos demais dados abertos na internet, tudo isso em uma plataforma web com acessibilidade para os diversos membros de uma instituição pública ou privada, de maneira fácil e rápida.

O GEE de código aberto é uma boa notícia para todos os tipos de usuários, desde curiosos até empresas, mas principalmente para os governos, que podem ter agora uma plataforma corporativa aberta para integrar seus dados.

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Google Earth Enterprise se tornará de código aberto a partir de março 950x475 Excelente notícia: Google Earh Enterprise terá código aberto (!) a partir de março

Post publicado originalmente no site do Instituto GEOeduc

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  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

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