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Mercado de GIS vai dobrar de tamanho e chegar a US$ 10 bi em 2023. E daí?

Por Eduardo Freitas | 18h31, 14 de Agosto de 2017

Segundo um estudo recente, o tamanho do mercado de GIS vai dobrar até 2023 e ultrapassar 10 bilhões de dólares de faturamento. Por outro lado, no Brasil, o setor de Geo está em crise. Como podemos ‘surfar’ esta onda?

De acordo com o mais recente relatório de pesquisa publicado pela MarketsandMarkets, o mercado de Sistemas de Informação Geográfica (GIS, na sigla em inglês) foi avaliado em 5,33 bilhões de dólares em 2016 e deve alcançar 10,12 bilhões em 2023, apresentando um crescimento anual de aproximadamente 9,6% entre 2017 e 2023.

tamanho do mercado de gis 300x162 Mercado de GIS vai dobrar de tamanho e chegar a US$ 10 bi em 2023. E daí?O título do estudo de mercado é “Geographic Information System (GIS) Market by Component (Hardware (GIS Collector, Total Station, LIDAR, GNSS Antenna) & Software), Function (Mapping, Surveying, Telematics and Navigation, Location-Based Service), End User – Global Forecast to 2023″ e um resumo pode ser acessado aqui. Caso tenha interesse no relatório completo, aí você terá que desembolsar uma boa quantidade de dólares…

Alguns dos fatores que deverão impulsionar esse crescimento são o desenvolvimento de smart cities, a integração da tecnologia geoespacial com outros sistemas para business intelligente e a adoção de soluções GIS para transportes. De acordo com o estudo, os principais players são, em ordem alfabética, Autodesk  (EUA), Bentley System (EUA), Esri (EUA), General Electric (EUA), Hexagon (Suécia), Pitney Bowes (EUA), Topcon (Japão) e Trimble (EUA).

Veja que nesse estudo foi incluído praticamente tudo que é relativo a Geoinformação sob o ‘guarda-chuva’ do GIS, desde GNSS e Laser Scanning até LBS e interfaces com o usuário.

Isso mostra como ainda é difícil ‘nominar’ o que abrange a Ciência da Informação Geográfica. Em 2013 a Oxera fez um estudo para a Google sobre o tamanho do mercado e chamou de ‘Geoservices’, o que também é um termo inadequado para denominar nosso setor. Dentro de ‘Geoserviços’ foram incluídos desde as imagens de satélites até os navegadores GPS em automóveis…

Segundo aquele estudo, a receita anual do mercado de Geo estaria entre 150 e 270 bilhões de dólares, muito maior do que a indústria de games – que já é gigantesca – e praticamente um terço da indústria aeroespacial:

Oxera Geo Services 519x1024 Mercado de GIS vai dobrar de tamanho e chegar a US$ 10 bi em 2023. E daí?

Mas veja como os números não batem. Num estudo de 2013, a receita chegaria a centenas de bilhões por ano, enquanto este estudo mais atual, de 2016, avalia o mercado de GIS em ‘apenas’ 5 bilhões.

Voltando ao estudo mais atual, o escopo do relatório prevê a categorização do mercado de GIS segundo componentes, função, usuário final e geografia:

Mercado de GIS por Componentes

• Hardware
- Coletores GIS
- Estações Totais
- Lidar
- Antenas GNSS/GPS
- Sensores de Imageamento

• Software

Mercado de GIS por Função

• Mapeamento
• Telemática e Navegação
• Location-Based Services

Mercado GIS por Usuário Final

• Agricultura
• Construção
• Transportes
• Utilities
• Mineração
• Óleo & Gás

Mercado GIS por Geografia

• América do Norte
• Europa
• Ásia Pacífico (APAC)
• Resto do Mundo (RoW, na sigla em inglês)

geographic information system market1 Mercado de GIS vai dobrar de tamanho e chegar a US$ 10 bi em 2023. E daí?

Previsão para o Tamanho do Mercado de GIS, por região, em 2023

Pois é, estamos incluídos em ‘Resto do Mundo’ e os números nos são pouco favoráveis…

E no Brasil?

Por estas bandas, o estudo de mercado mais ‘recente’ é de 2008, feito pela empresa Intare Consultoria em Gestão da Informação. Ou seja, lá se vão quase 10 anos…

Com um crescimento de 9% entre 2006 e 2007, e de 20% estimado para aquele ano, o dimensionamento do mercado potencial de geotecnologia no Brasil para 2008 era de 619 milhões de reais, considerado o conjunto dos componentes Dados, Softwares e Serviços.

O gráfico a seguir apresenta o dimensionamento do mercado brasileiro para o período 2006-2008, em milhões de reais.

dimensionamento do mercado brasileiro de gis Mercado de GIS vai dobrar de tamanho e chegar a US$ 10 bi em 2023. E daí?

E a figura abaixo ilustra o panorama do mercado, por tipo de solução, conforme os tipos definidos anteriormente.

panorama do mercado de gis por tipo de solução Mercado de GIS vai dobrar de tamanho e chegar a US$ 10 bi em 2023. E daí?

Independentemente dos números ou da região, o mercado é imenso se soubermos identificar as oportunidades onde elas estão ‘escondidas’.

Se, por um lado, profissões como a de Cartógrafo estão ‘ameaçadas de extinção’ – conforme mostra este estudo -, outras áreas estão em alta, como a Ciência de Dados e a Geoestatística – como comprova este outro estudo.

É preciso pensar ‘fora da caixa’ e estar aberto ao novo. Sair da zona de conforto e atuar com Geoinformação independentemente de títulos profissionais ou rótulos. Também não faz mais sentido criar ‘nichos’/ilhas dentro de empresas, muito menos reservas de mercado…

De que adianta esta onda se a gente não conseguir surfar nela, não é mesmo? Bora?

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Gerenciamento de Projetos integrado ao SIG é possível?

Por Eduardo Freitas | 13h35, 16 de Setembro de 2013

Ou a melhor pergunta seria: GIS integrado ao Gerenciamento de Projetos é possível?

Voltando ao tema Gerenciamento de Projetos (PM, na sigla em inglês), gostaria de indicar um artigo publicado na edição 61 da revista InfoGEO (acesso gratuito, sem necessidade de login e senha), de Clóvis Lemos Tavares, com o título “Onde estão os projetos?“.

Neste artigo, o autor fala sobre a importância dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para o gestor saber onde estão os projetos, como eles estão espacializados e como seus resultados estão distribuídos no espaço geográfico.

Ele usa como exemplo um projeto realizado em uma empresa do setor de Utilities no estado do Espírito Santo, no qual foi necessário criar uma camada intermediária para fazer a “comunicação” entre estes dois mundos: PM e SIG.

Gerenciamento de Projetos GIS Gerenciamento de Projetos integrado ao SIG é possível?

No artigo, Clóvis enumera alguns dos benefícios desta integração, mas eu citaria como principal este: “O gerente ‘mapeia’ o projeto na sua criação, de forma transparente e customizável, sem a necessidade de ser um especialista em geoprocessamento”. Isto é fundamental para que qualquer gerente de projetos possa usar o ferramental de geo no seu dia-a-dia.

Esta solução – camada intermediária – ainda não é a ideal, mas já resolve grande parte do problema. Você já utiliza gerenciamento de projetos com a integração de informações geoespaciais? Sua plataforma já tem a informação geográfica nativa ou é preciso fazer algum tipo de integração? Compartilhe sua experiência conosco, pelos comentários ou pelo email editorial@mundogeo.com.

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Tendências do GIS para 2012 e além

Por Eduardo Freitas | 15h00, 16 de Janeiro de 2012

bola de cristal 300x221 Tendências do GIS para 2012 e alémComeço 2012 com um post sobre o futuro do GIS, baseado neste excelente artigo do projessor Mike Goodchild (entrevistado por mim em 2008 para a revista InfoGEO edição 53).

Segundo Goodchild, o futuro do GIS está nos ambientes “indoor”, em localização de tudo, na internet das coisas,  no GIS em tempo real e nas múltiplas formas de representar o mundo.

Indoor

No artigo, fala-se que o GIS é uma tecnologia que abrange “somente” 13% da realidade, já que o GPS e as imagens de sensoriamento remoto funcionam bem fora das edificações (outdoor), porém um americano médio passaria 87% de seu tempo em locais fechados (indoor). Por outro lado, com as tecnologias de escaneamento a laser, posicionamento por RFID, modelos de construções (BIM), etc., isto está mudando aos poucos.

Tudo localizado, todo o tempo

Estima-se que mais de 80% da informação na web tenha uma componente de localização. E hoje, qualquer computador ou celular é facilmente “localizável” através de seu IP, receptor GPS, GPRS, etc.. Ou seja, estamos avançando para uma era na qual praticamente tudo (desde um animal de estimação até um eletrodoméstico) terá sua coordenada geográfica definida e, eventualmente, rastreada. Veja no artigo que há algumas questões sobre privacidade e emergências.

Internet das coisas

Sabendo onde um objeto está, a qualquer momento, abrem-se possibilidades como por exemplo a de que dois objetos possam trocar informações entre si. Hoje, com um leitor de QR-code um smartphone pode escanear um código e “baixar” um histórico (por que não georreferenciado) com todas as informações sobre um objeto.

GIS em tempo real

Com o crescimento do mapeamento colaborativo, a popularização de equipamentos inteligentes e da internet de banda larga, torna-se possível fazer alguns estudos com dados em tempo real (ou “quase real”), tais como análises de tráfego, resposta a emergências baseada em dados de campo, etc..

Múltiplas visões do mundo

Segundo o artigo do professor Goodchild, muitas vezes o GIS contém apenas um ponto de vista, que é geralmente do setor governamental. Por outro lado, cada vez mais indivíduos ou grupos tendem a buscar novas ou diferentes formas de visualizar um dado ou até mesmo dar nome aos locais. Com isso, abrem-se novas frentes nas quais o GIS pode ser uma ferramenta para organizar diferentes visões do mundo e colocar ordem no caos.

Estes são apenas alguns pontos sobre o futuro do GIS que gostaria de compartilhar aqui. O que você acha destas tendências? Há mais algo a acrescentar?

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Revolução Geoespacial – Episódio II

Por Eduardo Freitas | 10h42, 08 de Novembro de 2010

O segundo episódio da série Geospatial Revolution foi lançado semana passada. Relax and enjoy!

Próximo episódio somente em 1º de março de 2011.

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Reconstrução de batalhas em SIG OpenSource: Invasões Francesas

Por Eduardo Freitas | 12h13, 16 de Setembro de 2010

Pena que será em Portugal. Vai acontecer no dia 29 de setembro uma reconstrução digital de batalhas usando SIG OpenSource, que vai abordar especificamente o caso das Invasões Francesas.

O evento será às 17h (hora local) no Auditório da Sede da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa. Segundo os organizadores, “a elevada diversidade de campos do conhecimento que recorrem ao SIG para visualizar, integrar e explanar a complexidade de dados do conhecimento real de forma mais perceptível para os distintos utilizadores tem, ultimamente, contado com uma actividade menos conhecida – a reconstrução digital de batalhas. Esta aplicação e técnicas envolventes têm sido objecto de reconhecimento e fonte de inspiração para uma melhor compreensão de períodos históricos marcantes do passado, integrando e regenerando, em alguns casos, as suas fundações dos pontos de vista documental, histórico e militar”.

Ainda: “recentemente, e inserido nas múltiplas iniciativas desenvolvidas pela Comissão Coordenadora do Exército para as Comemorações dos 200 anos da Guerra Peninsular, foi desenvolvido um trabalho de investigação em que se procurou representar digitalmente os eventos, condicionantes, forças envolvidas e ambientes onde decorreram as principais batalhas das Invasões Francesas, incluindo os fortes das Linhas de Torres Vedras”.

As inscrições são em número limitado, estão abertas até 27 de Setembro de 2010 e serão registradas por ordem de chegada, mediante preenchimento do respectivo formulário de inscrição on-line.

Alguém se habilita em fazer a reconstrução de uma batalha épica brasileira? icon smile Reconstrução de batalhas em SIG OpenSource: Invasões Francesas

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Defesa de mestrado: BD geo de desastres naturais

Por MundoGEO | 14h51, 13 de Setembro de 2010

 

No próximo dia 24 de setembro, às 10h, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, está marcada a defesa do mestrado do Luiz Amadeu Coutinho em Gestão do Território – Área de Especialização Detecção Remota e Sistemas de Informação Geográfica, com o tema "Banco de Dados Geográfico de Desastres Naturais: Projec".

Boa sorte Luiz!

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Dica de Blog: Localizando GIS no Brasil

Por MundoGEO | 15h47, 01 de Setembro de 2010

 

Como dizem no Twitter: #ficadica do Blog Localizando GIS no Brasil, escrito por Rafael Coutinho, engenheiro de sistemas da IBM com interesse por Sistemas de Informação Geográficos (GIS) e a convergência destes com outros dados para gerar mais informações.

Bem legal o post no qual ele faz uma descrição do seminário sobre qualidade de dados geoespaciais, que aconteceu no dia 8 de julho em São Paulo (SP).

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SIG para especialistas em vinho

Por MundoGEO | 15h36, 01 de Setembro de 2010

 

Ta aí um curso que eu gostaria de fazer, principalmente se envolvesse algumas sessões de degustação: SIG e Sensoriamento Remoto Aplicados à Vinicultura.

O curso é uma iniciativa da enosat e da associação gvSIG.

Um curso que poderia dar certo por aqui seria sobre SIG e imagens de satélite para o setor de cachaça. icon wink SIG para especialistas em vinho

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GISVM 2: um projeto SIG open source em português

Por MundoGEO | 16h54, 25 de Maio de 2010

 

Transcrevo abaixo uma mensgem que recebi hoje do Ricardo Pinho, criador do projeto GISVM. Recentemente, o Ricardo e o Fernando Quadro escreveram um artigo sobre este projeto para a revista InfoGEO (disponível aqui, para assinantes e não-assinantes):

"Caros membros da Comunidade Portuguesa e Lusófona SIG,

O projecto GISVM surgiu há pouco mais de 1 ano atrás, de uma ideia e iniciativa pessoal, baseado num trabalho feito nos meus escassos tempos livres.

O seu sucesso ultrapassou todas as minhas expectativas, tendo adquirido uma dimensão Nacional e Internacional, que comprova o enorme potencial da ideia!

Verifico que a evolução do projecto tem sido condicionada pela minha incapacidade de dar resposta às imensas solicitações, na eterna luta " contra o TEMPO", e em certa medida pelos meus conhecimentos limitados em muitas áreas.
 
Porque acredito no potencial dos projectos comunitários Open Source e nas capacidades dos Portugueses, penso que chegou o momento de lançar um desafio à COMUNIDADE SIG PORTUGUESA, que alargo a todos os nossos irmãos LUSÓFONOS.

"VAMOS TORNAR O GISVM UM PROJECTO SIG OPEN SOURCE EM PORTUGUÊS"

Para o efeito tomei a iniciativa de:

1. Transferir o projecto para a plataforma mais completa que conheço do mundo do open source, o SOURCE FORGE: http://sourceforge.net/projects/gisvm/

2. Criar uma mailing list para concentrar todas as participações em língua Portuguesa: https://lists.sourceforge.net/lists/listinfo/gisvm-port APELO À INSCRIÇÃO DE TODOS!

3. Lançar uma nova edição do GISVM: GISVM Base, com uma abordagem totalmente nova, direccionada para a participação e contribuição dos utilizadores na construção de Scripts de Instalação: http://gisvm.svn.sourceforge.net/viewvc/gisvm/trunk/

4. Disponibilizar a sequência de criação da máquina virtual, para que seja conhecida por todos e permitir a sua melhoria com sugestões e contribuições de todos:
https://sourceforge.net/projects/gisvm/files/GISVM_Release_2/GISVM_Base_Release_2/GISVM_Base_Build/

Considerem este, um sincero pedido de ajuda, só em conjunto conseguiremos concretizar esta ideia ambiciosa, mas perfeitamente possível!

O ideal seria, como noutros países, envolver Universidades neste projecto, numa parceria estratégica. Espero que reconheçam este passo como um sinal de abertura para que isso se concretize.

O que vos peço:

1. Inscrevam-se e participem na Mailing List, mostrem a vossa disponibilidade, interesse, opiniões e sugestões! gisvm-port@lists.sourceforge.net

2. O primeiro passo necessário é criar uma "equipa núcleo" de desenvolvimento que estejam motivados e possam envolver-se neste projecto. VOLUNTÁRIOS PRECISAM-SE! (Eu sou relativamente novo nestas andanças por isso agradeço a participação de pessoas com experiência…)

O GISVM está agora nas vossas mãos, façam dele um sucesso ainda maior!

As únicas condições que coloco é manter o licenciamento do GISVM em GPL, com ressalva do share-alike e, tal como fez o Linus com o Linux, manter o registo de "GISVM" em meu nome."

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Hoje é o Dia do GIS!

Por MundoGEO | 16h17, 18 de Novembro de 2009

O Dia do GIS passou meio despercebido no Brasil. Fora algumas louváveis ações, como por exemplo o I GIS Day Brasil da Universidade Federal de Alfenas e o rali geográfico da Imagem, o evento parece não empolgar muito os brasileiros.

No GIS Day 2008 um grupo de fanáticos por geoprocessamento lançou um vídeo engraçado chamado It’s a Map of the World as We Know It, baseado na música do REM It’s the End of the World as We Know It.

No ano anterior o mesmo grupo lançou a música G-I-Yes! Não conheço o original, mas não parece grande coisa.

Este ano parece que até eles estão meio desanimados, pois ainda não apareceu nada no YouTube. No Brasil, bem que alguém poderia fazer alguma versão de Garota de Ipanema, Aquarela ou Festa no Apê (esta última talvez não seja uma boa ideia).

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  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

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