Geografando

Geoprocessamento em Nuvens

Por Marcos Pelegrina | 19h16, 27 de Maio de 2012

As novas geotecnologias , estão cada vez mais acessíveis, tanto pelo fato de já existirem softwares livres e gratuitos quanto por um intenso esforço de adequação de linguagem, desenvolvendo interfaces voltadas ao usuário comum.
Desde a década de 1990, surgiu um novo conceito, o SDI (Spatial Database Infrastructure) ou IDE (Infraestrutura de Dados Espaciais), que são ações técnicas que permitem compatibilização de informações e dados espaciais afim de,
catalogar, integrar e harmonizar dados geoespaciais.
O geoprocessamento em nuvem é uma forma de oferecer geoserviços via internet de alto desempenho, permitindo acesso diferentes bases geoespaciais.
O geoprocessamento em nuvem permite o acesso via internet a diferentes serviços de mapas. Aplicações funcionam através de plataformas de clientes web, enquanto o software de aplicação e dados são mantidas em um servidor.
Apresentamos então, o funcionamento de dois aplicativos via WEB o i3GEO (Interface Integrada para Internet de Ferramentas de Geoprocessamento) e o ArcGIS.
Saiba mais sobre geoprocessamento em nuvem no blog Sadeck – Geotecnologias: http://geotecnologias.wordpress.com/2011/06/28/cloud-computing-and-gis/

Até o próxima vídeo dica,
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O Uso da Lógica Fuzzy no Ordenamento Territorial

Por Marcos Pelegrina | 2h47, 03 de Maio de 2012

A utilização da Lógica Fuzzy no tratamendo de variáveis de métrica diferentes através de arvores de decisão, permite aos especialistas a obtenção de resultados únicos e consistentes. Dessa maneira, um SIG trabalhando com essa lógica, se torna uma ferramenta poderosa de análise espacial.

As vantagens do modelo apresentado é o uso de dados geoespaciais no formato vetorial, garantindo sua qualidade posicional.

O modelo foi aplicado em uma análise na ilha de São Francisco do Sul-SC, por sua condição natural de inumeras áreas com restrições ao uso e ocupação do solo. Por outro lado, existe uma forte pressão do mercado imobiliário para ocupar novas áreas do município. Para resolver essa dicotomia qualquer análise espacial deve trabalhar com a precisão do cadastro urbano, evitando erro de interpretação, preservando de dano o meio ambiente e a sociedade.

Apresentamos então, um modelo teórico de mapa interativo de sugestão ao uso do espaço através do uso da lógica fuzzy, proveniente de um recorte científico que pode ser encontrado no seguinte endereço virtual: www.rbc.ufrj.br/_pdf_62_2010/62_01_5.pdf.

Link do vídeo
 

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  • Marcos Pelegrina
    @marcospelegrina
    Marcos Aurélio Pelegrina Bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (1999), Mestre e Doutor em Engenharia Civil área de concentração Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Professor Adjunto C do departamento de Geografia da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná.

    Marcos Aurélio Pelegrina Bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (1999), Mestre e Doutor em Engenharia Civil área de concentração Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Professor Adjunto C do departamento de Geografia da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná.

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