Google Earth na Sala de Aula | Geoprocessamento, mapas, imagens satélites, GPS, GIS

Google Earth na Sala de Aula

Fotografia21 300x224 Mapas educativos realizados por professores numa formação de Google Earth Pro (2ºedição)

Em março decorreu a 2º edição do curso de formação “Google Earth no Ensino” para profissionais na área de educação, promovida pelo Sindicato de Professores da Madeira (SPM). Foram 25h de formação com um grupo fantástico de professores de vários grupos disciplinares, desde Geografia, Francês, Filosofia, Matemática, entre outros. A publicação do blog de hoje tem como objetivo dar a conhecer os trabalhos realizados (os mapas em ficheiros KML) por cada formando, cujo tema foi escolhido pelos professores de acordo com necessidades e realidades a cada um dos grupos em que lecionam. Tenho um enorme prazer e orgulho em poder divulgar e, acima de tudo, partilhar os resultados com o resto da comunidade. Os resultados da primeira sessão de formação com outro grupo de professores e educadores, realizada em 2014, pode ser consultada também no Blog a partir deste link.

Assim, recorrendo ao livro “Google Earth na Sala de Aula” como manual e com o meu apoio no decorrer das sessões, cada um dos professores teve autonomia de escolher o tema do mapa desde que este se enquandrasse com o programa da formação: criação de pontos, linhas e áreas; criação de visitas manuais e automáticas; Geotagging de fotografias; visualização do modo Céu, Lua e Marte; Introdução de legendas e títulos; GPS; entre outros.No final da formação, desafiei-os a apresentarem os trabalhos com um HangOut on-air e partilharem os conhecimentos adquiridos para a comunidade Google Educator Group de Portugal, estando o filme resultante deste HangOut neste post.

CursoSIPE Google Earth 300x266 Mapas educativos realizados por professores numa formação de Google Earth Pro (2ºedição)

Em Setembro/Outubro do corrente ano (2016), haverá novo grupo de professores a desafiar nesta aventura de mapas do Google Earth. Quem estiver interessado em se inscrever na formação presencial “Google Earth na Sala de Aula“, a decorrer no Funchal, pode consultar o programa completo através do formulário de inscrição do Sindicato Independente de Professores. Pode ainda ver alguns dos mapas usados na formação na página do facebook e na página do youtube do projeto.

Fica aqui partilhado, convosco, os resultados obtidos, prontos a serem aproveitados e partilhados. Os mapas podem ser consultados em Google Maps ou descarregados em KML para serem visualizados em Google Earth:

História do Teatro – (Teatros do Funchal) – Alexandrina Alves, História da Cultura e das Artes, 11º e 12º ano
” Dar a conhecer aos alunos as várias salas de espetáculo/teatros que existiram na cidade do Funchal ao longo da história (séc. XVI ao séc. XX). Mostrar a sua localização geográfica.Mostrar imagens/fotografias dos locais à época da existência destas salas de espetáculo/teatros. Mostrar vídeos dos locais.”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

População e povoamento (cidade do Funchal) – Ana Cristina Olival, Geografia, 8º ano
“A partir da delimitação do concelho do Funchal e dos pontos de referência sobre o mapa os alunos vão conhecer a origem da cidade no lado Ocidente junto a Santa Catarina e na zona leste junto a rua de Santa Maria.
Pode-se ainda ficar a conhecer um pouco mais sobre as ruas importantes das cidades e a morfologia urbana, através da criação de poligonos e caminhos.”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Pegada Ecológica – Carlos Lobo
“Com recurso ao Google Earth, mantendo a câmara a 350 km, fazer uma visita guiada pelo globo de modo a “ver” o que os astronautas vêem ao EEI (estação espacial internacional), analisando com uma abordagem crítica a ação humana na Terra.”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Percurso das Artes – Filipa Venâncio, Professora de Artes Visuais, Grupo 600
“Este trabalho pretende visualizar 4 itinerários possíveis a partir da Galeria de Arte Francisco Franco, da Escola Secundária Francisco Franco ligando a galeria a outros espaços de interesse artístico/ cultural de proximidade, possibilitando aos alunos das artes visuais e demais interessados um reconhecimento prévio dos mesmos. Foram privilegiados os seguintes Museus: Museu Henrique e Francisco Franco, que se localiza junto à escola, Museu de Arte Contemporânea do Funchal e Museu de Arte Sacra. Foi também escolhida a Galeria Porta 33. Este percurso permite ainda aceder às páginas de facebook e aos sites dos diferentes espaços que são frequentemente visitados e trabalhados pelos alunos no decorrer do ensino secundário nas disciplinas de Desenho A e Oficina de Artes.”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Aspetos geográficos e históricos do meio local de Machico – Lúcia Martins
“Localização e identificação do concelho de Machico e suas freguesias no mapa da Madeira. Identificação e estudo de locais históricos na freguesia de Água de Pena”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

O relevo de Portugal (Madeira), construções urbanas, pontos turísticos – Marcelino
“Mapa físico da Madeira, O Concelho de Machico, locais emblemáticos, acontecimentos do Concelho de Machico. Circuitos pedonais e estradas do Concelho. O Litoral do Concelho. Identificar as diferentes coordenadas geográficas.”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Elementos de um espetáculo teatral – Maria Adelaide Seabra de Oliveira
“Construção de um elemento de cenografia: elaboração de um vídeo, utilizando o Google Earth Pro, que acompanha o percurso, de escola em escola, da elaboração do conto “Perdidos e Achados” in “Histórias a várias mãos” (Projeto Baú de Leitura – RAM).”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Volume do Pentágono – Fernanda Cardoso, Matemática, Grupo 500
“Uma forma diferente de identificar polígonos, calcular distâncias, perímetros, áreas e volumes.”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Cidade de Santa Cruz e algumas das suas localidades – Maria Ivone Alves Vieira Fernandes
Pretende- se que o mesmo seja utilizado por alunos de 5º ano, ano de transição entre ciclos escolares, de forma a apresentar ao aluno a escola e o seu meio circundante, apresentando vários trajetos. Este será assim um treino de localização espacial – entre a Escola e a Cidade que a acolhe.”

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Aspetos geográficos e históricos do meio local de Machico- Maria Lúcia Martins
Localização e identificação do concelho de Machico e suas freguesias no mapa da Madeira. Identificação e estudo de locais históricos na freguesia de Água de Pena

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Filósofos pré-socráticos- Maria Teresa

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Proporcionalidade direta - Mayra Pestana, Matemática
Pesquisa de informação sobre a demografia populacional dos concelhos do Funchal e de Câmara de Lobos e respetivas freguesias. Calcular e comparar a densidade populacional entre concelhos e freguesias. Utilização do Google Earth para a visualização do gráfico em 3D correspondente a cada concelho e freguesias. Utilização dos conceitos da proporcionalidade direta e de estatística (média aritmética, moda e mediana) para resolução de exercícios deste gênero.

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Viagem Literária, Poeta Arthur Rimbaud- Rogério Saviniano Telo, Professor de Francês do Secundário
Através dum mapa Google, mostrar o percurso errante do poeta françês Arthur Rimbaud. Pequena biografia do poeta, Mapa Google com a visualização dos locais por onde o poeta se deslocou.

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

Planificação de viagens- Salvador João Garcia, Profissional de Técnico de Secretariado
Viagens de trabalho / lazer. Itinerário. Locais de trabalho / a visitar. Follow up da viagem

Veja o mapa ou descarregue gratuitamente o ficheiro KML através desta ligação.

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Novo mapa digital com os recursos hídricos do Brasil

Por Luis Correia Antunes | 15h14, 08 de Maio de 2016

RecursosHidricosBrasil 300x162 Novo mapa digital com os recursos hídricos do Brasil

Recursos Hidricos Brasil

Desde a minha infância que me fascinam os recursos hídricos do Brasil, como os rios por exemplo. Ainda não tive a oportunidade de visitar o Brasil (sou português), mas passei alguns serões em família a ver novelas como o “Pantanal” e ficava encantado com as paisagens selvagens e encantadoras daquelas extensas áreas de água e pântanos. Assim, quando surgiu a oportunidade de realizar estes mapas com os recursos hídricos deste país maravilhoso, nem pensei duas vezes e dediquei o meu (pouco) tempo livre a realizar esta tarefa, reconhecendo a grande responsabilidade que o tema merece. Apesar de ter uma ideia da dimensão do trabalho, com uma ampla e extensa rede fluvial (arquivo original shapefile de rios do IBGE tem mais de 290.000 registos de rios!!!) e tendo o Brasil uma das maiores reservas de água doce do mundo (cerca de 13% de toda a água doce encontra-se neste país), nunca imaginei que tivesse um trabalho tão árduo pela frente…

Captura de tela 2016 01 03 23.27.39 1024x555 Novo mapa digital com os recursos hídricos do BrasilOs dados originais, neste caso os arquivos ShapeFile, usados para realizar este trabalho foram obtidos no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e na Agência Nacional da Água, disponibilizados de acesso livre. Para o geoprocessamento dos dados, prévio à exportação dos dados para Google Earth, usei os programas gratuitos e de código aberto QGis e GRASS. E grande dificuldade residiu neste geoprocessamento devido à quantidade de dados e ao tipo de trabalho de controlo de qualidade realizado. Foi realizado um grande controlo topológico dos dados vetoriais, como a deteção e correção de overshoots e undershoots, merge de linhas contínuas e elementos duplicados, usando a ferramenta V.Clean do GRASS. Houve também a necessidade de criar multi-linhas em alguns elementos. Tive ainda um grande volume de trabalho na simplificação cartográficas como a eliminação de vértices muito próximos, eliminação de segmentos duplicado e eliminação de áreas pequenas. Para este caso, usei uma ferramenta muito poderosa que é a V.Generalize, também do GRASS. Só com recursos a estas ferramentas de generalização cartográfica conseguiria juntar tantos registos num único arquivo.

Assim, depois de ter criado o mapa com os Rios principais de Portugal e das ribeiras principais da Ilha da Madeira em 2014, em abril de 2016 publiquei pelo projeto educativo sem fins lucrativos “Google Earth na Sala de Aula” um novo recursos cartográfico gratuito e bastante completo sobre a temática hidrografia, desta vez referente ao Brasil. Estes recursos apresentados em formato KML, de Google Earth, e arquivados por pastas de modo a facilitar a navegação, pesquisa e consulta, é constituído pelos seguintes temas: “Rios”, subdividido por “Rios principais” (esta classificação foi determinado por serem os maiores rios do Continente Americano presentes no país), “Rios”, “Riachos” e “Outros”); “Massas de água” (subdividido por “Açudes/represas”, “Lagunas” e “Outros”); as 12 “Regiões hidrográficas” e as 8 “Bacias hidrográficas” e as correspondentes sub-bacias hidrográficas. Para além destas 4 camadas temáticas, foi ainda acrescentado uma camada de dados com os limites das Unidades Federativas com alguma descrição importante como a população total, rural e urbana em 2010, PIB, Taxas de referência, entre outros dados de interesse, tudo por Unidade Federativa. Veja o seguinte filme do youtube que mostra como usar este recurso cartográfico no Google Earth. Subscreva gratuitamente o canal “Google Earth na sala de Aula” e descarregue gratuitamente este arquivo KML para o seu Google Earth através do link existente na descrição do filme do Youtube ou através do sítio de Internet do projeto www.mapasnasaladeaula.org.

Para além deste mapa em KML, fiz ainda dois mapas para serem visualizados em Google Maps, não necessitando de descarregar o arquivo nem instalar o software Google Earth, bastando acessar à página do projeto. Os dois mapas são os “Rios brasileiros” e “Regiões e bacias hidrográficas” (podem ser consultados clicando no link). O primeiro tema está dividido por “Rios Maiores”, “Rios”, “Ribeiros” e “Riachos”, que por limitações técnicas do Google My Maps (limite de5 Mbytes por camada e número máximo de 2000 registos), não permitiu incluir a totalidade da rede fluvial. O segundo mapa é constituído por 10 camadas de dados, organizando a rede por “Regiões Hidrográficas”, “Bacias Hidrográficas”, “Sub-bacia Amazônas”, “Sub-bacia Atlântico Leste”, “Sub-bacia Atlântico Norte Nordeste”, “Sub-bacia Sudeste”, “Sub-bacia Parana”, “Sub-bacia São Francisco”, “Sub-bacia Tocantins”, “Sub-bacia Uruguai”. Para além de poder consultar, pesquisar e navegar estes mapas www.mapasnasaladeaula.org através do seu browser, estes os dois mapas têm ainda a opção de navegá-lo sobre o seu Google Maps, em qualquer dispositivo, podendo assim sobrepor estes dados e usufruir de todas as potencialidades que a ferramenta Google Maps nos dá como a navegação por GPS, a topografia e elevação do Terreno, entre outra. Para tal, só tem que selecionar a estrela existente ao lado do título do mapa, com a opção “Marcar este mapa com uma estrela para ver no Google Maps”, com a sua conta Google ligada, ir ao Google Maps e ver os mapas presentes em “Os meus mapas”. Este mapa foi apresentado no webinar para celebrar o 1º aniversário do curso online “Google Earth Pro com ferramentas avançadas”. Senão conseguiu assistir, pode ver o replay neste filme. Conheça os restantes mapas do projeto e acompanhe os novos lançamentos subscrevendo gratuitamente o Canal do Youtube. Descarregue gratuitamente o mapa e desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

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Mapeamento de cartografia histórica

Por Luis Correia Antunes | 0h06, 06 de Dezembro de 2015

Captura de tela 2015 12 04 16.14.55 300x194 Mapeamento de cartografia histórica

Georreferenciamento de Cartografia Histórica (Carta digital da biblioteca da USP)

Para mim, uma das tarefas mais fascinantes que existem no Google Earth é poder realizar o georreferenciamento de mapas antigos. Estas cartografias históricas mostram não só como evoluiu a arte de cartografar como ainda têm uma grande componente histórica quer dos países quer do conhecimento que tínhamos do mundo. Se aliarmos a esta componente histórica da cartografia um globo virtual como o do Google Earth, temos uma impressionante apresentação destas peças de arte. Conseguimos sobrepor várias cartas antigas e imagens de satélite sobre a mesma localidade para, com esta composição cartográfica, mostrar a evolução territorial desses locais. O acesso a estas cartas está hoje em dia mais facilitado com as bibliotecas digitais. Existem muitas bibliotecas nacionais governamentais ou privadas (quer públicas ou particulares) que partilham nos seus sites de Internet as imagens rasterizadas das cartas históricas existentes no seu espólio. Existem ainda outras bibliotecas que partilham as suas cartas já georreferenciadas, como é o exemplo da Rumsey e da Biblioteca Nacional da Colômbia.

Tendo a consciência da importância destas novas tecnologias geográficas na reutilização do seu espólio digital e fruto deste meu gosto pelas cartas históricas, a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) assinou um protocolo de colaboração com o projeto Google Earth na Sala de Aula. Desde o primeiro contacto que a biblioteca recebeu com enorme entusiasmo este desafio, demonstrando uma enorme paixão no trabalho que fazem. Este protocolo contempla formação para os técnicos da BNP, assessoria técnica em geotecnologias, apoio na disseminação da reutilização dos seus mapas e participação ativa na partilha dos conteúdos cartográficos georreferenciados no Google Earth. Assim, a comunidade educativa (principalmente a rede de bibliotecas escolares) e os apaixonados por estas geotecnologias, passaram a ter acesso a mais conteúdos cartográficos históricos georreferenciados e ainda a documentação de apoio ao processo de georreferenciamento. Na página oficial do projeto (www.mapasnasaladeaula.org) passou a haver um repositório exclusivo para este tema chamado Cartografia Histórica, onde já existem três mapas elaborados no âmbito deste protocolo. Existe ainda um filme no canal do Youtube do projeto que explica como realizar o georreferenciamento das cartas no Google Earth. Para os mapas publicados no projeto uso o software opensource QGis para georreferenciar as cartas e, posteriormente, faço a importação do Geotiff resultante deste processo no Google Earth Pro (veja como instalar gratuitamente). Desta maneira consigo melhor precisão. Mas para a generalidade das utilizações, o georreferenciamento na versão tradicional do Google Earth é bem eficaz e mais fácil. Saiba mais sobre esta parceria em www.mapasnasaladeaula.org e veja o filme que explica como realizar esta tarefa. Experimente você também a georreferenciar estes documentos digitais, dando-lhes uma nova vida e (ainda) mais utilidade.

Deixo aqui uma lista de bibliotecas e repositórios digitais onde podem aceder a cartas em formato imagem para realizar este trabalho de georreferenciamento. Se souber de mais e quiser partilhar com os restantes leitores deste blog, envie mensagem com sites para adicionar a esta lista.

Biblioteca Nacional de Portugal:
http://purl.pt/index/cart/PT/index.html

Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP:
http://www.cartografiahistorica.usp.br/

Atlas de São Tomé e Príncipe (imagens com baixa resolução):
http://atlas.saotomeprincipe.eu/6_atlasstp_cartografiaantiga.htm

Biblioteca Nacional do Brasil (poucas cartas em formato imagem):
http://acervo.bn.br/sophia_web/index.html

Biblioteca Nacional de Colombia (já com mapas em KML):
http://www.bibliotecanacional.gov.co/content/mapoteca

Atlas do Patrimônio Cultural da Lapa, Ministério da Cultura (Obrigado Prof. Dra. Naomi):
http://www.atlaspatrimoniolapa.com.br/

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Novo curso online Google Earth Pro com ferramentas avançadas

Por Luis Correia Antunes | 23h26, 24 de Junho de 2015

Google Earth Pro is now Free 300x168 Novo curso online Google Earth Pro com ferramentas avançadas

Sabia que o Google Earth serve para mais do que ver imagens de satélite e localizar a sua casa? Sabia que agora o Google Earth Pro é gratuito? Já precisou de usar as tecnologias geoespaciais e não sabia como? Sabia que agora já pode importar arquivos SHP para o Google Earth? Estas e outras questões são frequentes para quem, como eu, ministra formação e divulga tecnologia geoespacial há mais de 10 anos e trabalha com o Google Earth desde o seu lançamento em 2005.

O que era de acesso limitado e quase exclusivo a institutos públicos, a especialistas e a empresas com capital para adquirir os dados geográficos, a partir de 2005 com o surgimento das várias ferramentas Google Geo (Google Earth, Google Maps, Google StreetView, … ) houve uma nova abordagem que fez mudar o paradigma do acesso a dados. Estas novas ferramentas vieram abrir novos horizontes e possibilitaram a criação de muitas áreas de negócios para os profissionais na área das Geotecnologias. Este ano, a empresa Google veio revolucionar novamente o mundo da geotecnologia disponibilizando gratuitamente a versão profissional do Google Earth. Basta fazer o download do Google Earth Pro e seguir as indicações de instalação. Agora, depende de cada um de nós saber tirar partido desta ferramenta para proveito lúdico e/ou profissional, gratuitamente.

A parceria com o Instituto GEOeduc traduziu-se no novo curso online do software Google Earth Pro, lançado a 19 de junho de 2015. Este curso pretende ajudar os interessados no potenciamento deste software, aumentando a produtividade e melhorando a apresentação de conteúdos cartográficos, elevando os seus níveis de trabalho para níveis de um verdadeiro profissional de geoprocessamento. Assim, o “Curso prático online Google Earth Pro com ferramentas avançadas” vem colmatar uma lacuna no mercado de educação à distância, totalmente em português. Com exercícios práticos e vídeos demonstrativos da aplicação das diversas ferramentas e acesso exclusivo a arquivos de Portugal e Brasil de apoio à sua execução. Este é o curso indicado para quem gosta e precisa de usar tecnologias geoespaciais. E atenção!!! Acaba hoje, dia 25, a campanha especial de lançamento que inclui desconto no preço de inscrição e ainda o acesso a dois cursos de curta duração: “Criação de mapas temáticos” e “Iniciação ao geoprocessamento”, entre outros bônus. Veja quais os bônus e benefícios clicando aqui.

Para o lançamento do curso, o MundoGEO realizou um Webinar em que participaram 1750 pessoas que assistiram à apresentação “Google Earth Pro grátis: como tirar o máximo proveito?”. Um record nos mais de 300 webinars organizados pela MundoGEO e pelo Instituto GEOeduc. Foram apresentados alguns dos conteúdos do curso, bem como as ferramentas avançadas que se passou a dispor com o acesso gratuito do Google Earth Pro. Se não conseguiu assistir, veja na integra o replay da apresentação. Pode ainda visualizar a apresentação deste webinar em Google Slide, com a possibilidade de comentar e colocar qualquer dúvida.

Este curso vai permitir adquirir conhecimentos no manuseamento do Google Earth e nos comandos tradicionais como a adição e caracterização de elementos cartográficos em mapas e a sua apresentação dinâmica, bem como trabalhar com dados GPS. O curso também irá focar as novas opções da versão Pro, tais como: o acesso a mais opções de interoperabilidade de dados (importação de SHP, GeoTIFF, CSV, etc), ferramentas avançadas (cálculo de áreas em 2D e 3D, altura de elementos, circunferências, áreas de visibilidade), geocodificação automática de lista de endereços, regionalização de mapas vectoriais e imagens, entre outras opções avançadas. O curso não se vai restringir ao uso do Google Earth para criar arquivos KML. Como o formato nativo do Google Earth (KML) é de código aberto e facilmente reconhecido por outras plataformas, desafia-se os formandos a aproveitarem vários sites de internet e ferramentas gratuitas que geoprocessam arquivos KML: cálculo de buffers, identificação de pontos dentro ou fora de um determinado polígono, georreferenciamento de imagens, criação automática de listagem de cálculo de áreas de polígonos existentes num KML, são alguns desses geoprocessamentos. Veja alguns vídeos-exemplos com exercícios práticos da aplicação das ferramentas do Google Earth Pro e comece hoje mesmo a tirar partido das ferramentas avançadas.

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Demografia Populacional Brasileira de 1872 a 2010 em Google Earth

Por Luis Correia Antunes | 16h27, 09 de Abril de 2015

jm2o0 Demografia Populacional Brasileira de 1872 a 2010 em Google Earth

10629834 391622827665184 1162299457817500896 n 150x150 Demografia Populacional Brasileira de 1872 a 2010 em Google Earth

Demografia Populacional do Brasil 1872 - 2010

Em março de 2015 foi lançado mais um mapa para o projeto Google Earth na Sala de Aula, desta vez direcionado para o público brasileiro. Tirando partido da componente espaciotemporal 3D do Google Earth combinou-se a evolução demográfica populacional do Brasil, com os dados dos Censos Demográficos desde 1872 a 2010, com a evolução territorial dos Estados brasileiros correspondentes a cada ano de recenseamento. O resultado é um arquivo KML com 11 camadas de dados, um por cada ano de Censo Demográfico populacional do Brasil, com a componente temporal (elemento TimeSpan do código KML), e a altura do polígono do Estado de acordo com a população residente. Este mapa foi criado com base na informação disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sem o qual este trabalho não era possivel. O meu sincero obrigado ao IBGE.

MapaBrasil 300x162 Demografia Populacional Brasileira de 1872 a 2010 em Google Earth

QGis com os dados dos Censos Demográficos Brasileiros 1872 a 2010

As ferramentas usadas para a realização deste recurso cartográfico foram o software opensource QGis, a aplicação Google Sheets na Drive para trabalhar as planilhas de dados e o Notepad++ para edição do ficheiro KML resultante da exportação dos dados geográficos. Deu-se início ao trabalho com edição cartográfica no QGis onde se realizou a junção (comando join) da componente espacial dos limites dos Estados com os dados alfanuméricos dos censos do IBGE, tendo em consideração campos comuns entre os dois conjuntos de dados. Realizou-se uma generalização cartográfica com a eliminação de pequenos polígonos e eliminação de vertíces próximos (para reduzir o tamanho do arquivo). Normalizou-se o nome dos campos da planilha e dos registos para os 11 mapas. Apesar do atual licenceamento gratuito da versão do Google Earth PRO, onde já é possivel importar arquivos ShapeFile para o Google Earth, usou-se o QGis para exportar cada um dos 11 arquivos ShapeFiles (por cada ano) para KML. De seguida, usou-se a aplicação GEGraph para atribuir as alturas dos Estados, em forma de gráficos, de modo a representar os dados da população. Para finalizar e para o mapa ficar mais “bonito”, usou-se o NotePad++ para colocar o título e as legendas no KML, com recurso ao código Screen Overlay das imagens, e para a edição do código do KML, criando as hiperligações e uniformização do texto.

Este filme mostra o resultado obtivo e exemplifica a sua utilização. Deste mapa sobressai as alterações das divisões dos Estados ao longo dos anos, o aumento demográfico exponencial de Estados do litoral como o Estado de São Paulo, ultrapassando o de Minas Gerais na década 40′s do século passado. Exemplifica ainda como pode cruzar este mapa com outros recursos do projeto como os Países do Continente Americano ou o mapa com Alterações Climáticas entre 1900-2100 (classificação KÖPPEN-GEIGER). Aproveite e baixe gratuitamente o mapa para o seu computador através da ligação existente na descrição do filme do Youtube ou através desta ligação. Este mapa vai ter continuação com outro recurso cartográfico que tenho planeado. Será sobre a evolução territorial do Brasil desde o século XIV até à atualidade. Quem quiser participar colaborativamente neste trabalho, pode entrar em contato comigo (pode ser através de comentários deste Post) para participar e realizar mais um recurso gratuito para ser aproveitado por toda a comunidade. Basta ter mapas ou informações úteis para a sua realização e será bem vindo para este trabalho e ser co-autor de um mapa KML do projeto.

Foi com grande satisfação que recebi a notícia de que o projeto Google Earth na Sala de Aula tinha sido um dos premiados nos Premios MundoGEO#Connect LatinAmerica 2015, na categoria de Projectos de Educação. A todos os que acompanham o meu trabalho e fazem deste projeto, sens fins lucrativos, ainda mais especial, o meu obrigado. Juntos fazemos mais e melhor.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do projeto subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da sua aplicação e fazendo “Gosto” na página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade. Entretanto, o curso Google Earth Pro, no instituto GeoEduc, foi atualizado para a versão Pro deste software (agora gratuito). Fica aqui um filme demonstrativo do que se pode aprender neste curso.

Luis Correia Antunes

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Perfil Topográfico do edificado urbano com Google Earth Pro

Por Luis Correia Antunes | 17h03, 12 de Março de 2015
ReguaPro 300x171 Perfil Topográfico do edificado urbano com Google Earth Pro

Opções novas na ferramenta Régua com o Google Earth Pro

Com acesso gratuito à versão Google Earth Pro (consulte o post anterior para saber como descarregar e instalar esta versão gratuitamente), passámos a dispor de ferramentas avançadas e mais poderosas como Impressão de composições cartográficas as em formato imagem, gravação de filmes, determinação de áreas de visibilidade, a importação de outros formatos de dados (Shapefile, CSV, entre outros), a geocodificação de endereços. Umas das ferramentas que passou a ter (ainda) mais utilidade é a Régua, onde passámos a ter novas opções de medições que nos podem ser bastante úteis e que vos vão surpreender. Para além da medição de Linha ou Caminho do Google Earth tradicional, temos agora o cálculo de área de Polígono, Círculo e Polígono 3D e cálculo de distâncias com Caminho 3D.

Edificado 300x163 Perfil Topográfico do edificado urbano com Google Earth Pro

Perfil Topográfico do edificado urbano

Uma das novas opções mais interessante é o cálculo de distâncias através do Caminho 3D uma vez que tem a particularidade de calcular o Perfil Topográfico não só através do Modelo Digital do Terreno (DEM), como no Google Earth tradicional, mas também com o Modelo Digital de Superfícies (DSM), uma vez que pode incluir elementos 3D como os edifícios, monumentos, entre outros elementos existente sobre a superfície. Hoje em dia, as grandes cidades já têm toda a área de malha urbana coberta com edifícios 3D, maioritariamente a partir de dados adquiridos por LiDAR, o que nos dá alguma precisão nos resultados apresentados. Desta maneira, pode calcular o Perfil Topográfico dos edifiícios da malha urbana, altura de edifícios, espaçamento entre edificios, etc. Basta desenhar uma linha e acrescentar vértices na base e no topo dos edifícios, tal como esta exemplificado neste filme.

Este foi um dos comandos incluídos no curso online “Google Earth Pro para Professores e Pesquisadores“, já adaptado para a versão profissional deste Software fantásticos. Veja o exemplo de aula demonstrativa incluida neste curso onde são referidas estas novas opções da ferramenta Régua, como o cálculo de áreas e raio de Círculo e Polígonos 2D e 3D. Saiba mais no síte da GeoEDUC.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da sua aplicação e fazendo “Gosto” na página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

Luis Correia Antunes

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Google Earth Pro com licenciamento gratuito!!!!

Por Luis Correia Antunes | 15h24, 28 de Janeiro de 2015

google earth pro logo Google Earth Pro com licenciamento gratuito!!!!

Foi com grande admiração (e satisfação) que vi no site da GEarth Blog a noticia que a versão profissional do Google Earth tinha passado a ser gratuita sem que tivesse havido uma comunicação pública da Google. Não custava nada tentar e instalei a versão profissional. Confirmei a licença do programa através de e-mail, só para tirar as dúvidas, e confirmou-se: licença profissional com validade até 27 de Janeiro de 2017. Boa!!!

email Google Earth Pro com licenciamento gratuito!!!!


Nunca tive a licença profissional do Google Earth por vários motivos: para o que precisava, há sites de internet gratuitos que fazem a mesma coisa (ou mais ou menos o mesmo) que a versão profissional; como ministro formação em Google Earth a nivel pessoal (e não sou comercial da Google), não gosto de dar formação a um software que obrigue os formandos a comprar uma licença (mesmo que fosse gratuita para professores); sou a favor do software gratuito (e código aberto de preferência) de modo a democratizar a aplicação das ciências geográficas; como o KML é um formato aberto, consegue-se editar o ficheiro em várias plataformas; e claro, não era barato. Mas quando soube que estava disponivel com licenciamento gratuito, não pensei duas vez. As novidades que passa a ter disponiveis são mais ferramentas de medições (áreas, circulos, caminhos 3D e áreas 3D); guardar imagens de alta resolução; criar filmes (Movie maker); e muitas outras opções.

Impressao 300x160 Google Earth Pro com licenciamento gratuito!!!!


Regua 300x185 Google Earth Pro com licenciamento gratuito!!!!


moviemaker Google Earth Pro com licenciamento gratuito!!!!


Esta medida (sem anúncio por parte da Google) vem dar continuidade a um conjunto de medidas nas soluções Google Geo como foi a “morte” anunciada da Google Earth API e da Google Maps Engine. Esperemos por melhores noticias da Google para a componente espacial, nomeadamente no Google Earth (para a versão windows desktop não tem evolução desde Junho de 2013).

Aproveite o curso On-line de Google Earth para Professores e Pesquisadores para aprender a tirar partido destes comandos do Google Earth, agora ainda com mais ferramentas. Fica aqui um filme como exemplo de exercício do curso com a criação de áreas de influência (buffer), um geoprocessamento que não está integrado em nenhuma ferramenta do Google Earth mas, tal como é demonstrado neste curso, os arquivos KML são muito mais do que é executado no Google Earth…

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

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(Actualizado a 09-02-2015)

Finalmente a noticia da gratuidade do Google Earth Pro apareceu, num comunicado do blog oficial da Google. Assim, a partir de 30 de Janeiro de 2015, o Google Earth Pro ficou oficialmente gratuito. Depois de muita demanda e sobrecarga do sistema no pedido de licenças, a google decidiu atribuir a password livre de “GEPFREE” na ativação da licença do programa. Assim, basta aceder à página de download, instalar e colocar o seu e-mail de utilizador e a chave “GEPFREE”. Saiba mais com o Guia Completo do Google Earth Pro.

Agora é só aproveitar e disfrutar desta ferramenta fantástica.

Luis Correia Antunes

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Mapa do terramoto de 1755 de Lisboa

Por Luis Correia Antunes | 15h42, 26 de Janeiro de 2015

Imagem2 150x150 Mapa do terramoto de 1755 de Lisboa

Uma das opções mais interessantes do Google Earth é a possibilidade de Sobreposição de Imagens. Este comando permite-nos georreferenciar de uma maneira bem rápida e fácil mapa históricos e, como consequência, sobrepôr e cruzar esse mapa com dados atuais. Hoje em dia existe um grande número de bibliotecas e cartotecas nacionais e internacionais que permitem o acesso a cartografia digital. É só aproveitar este manancial de informação e criar os mapas KML no Google Earth com o hyperlink publicado por estas bibliotecas. Ficam aqui alguns exemplos de bibliotecas que publicam estes links de acesso livre (se conhecerem mais podem enviar e vou atualizando):
David Rumsey Map Collection é uma coleção privado com mais de 150.000 mapas históricos e cerca de 17.000 mapas digitalizados (e sempre a crescer estes números impressionantes!). Adicionalmente, este colecionador colocou na galeria da Google alguns dos mais importantes mapas do seu acervo (ver lista);
Cartoteca digital da Biblioteca Nacional de Portugal é outro excelente exemplo destes serviços de publicação de mapas digitais on-line. Há centenas de mapas de Portugal e antigas colónias disponiveis para download gratuito;
Biblioteca Virtual de Cartografia Histórica do século XVI ao XVIII
OldMapsOnline Portal é uma porta de acesso aos mapas históricos existentes em bibliotecas espalhadas pelo mundo, podendo pesquisar facilmente as várias fontes de dados;
Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP, reúne a coleção de mapas impressos cedidos ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB/USP).

Assim, este conjunto de mapas dá-nos oportunidade de apreciar algumas obras cartográficas de uma maneira mais interativa, proporcionando a avaliação de modificações cartográficas dos locais e a evolução das fronteiras. Permite ainda caracterizar momentos históricos como é o caso do terramoto de Lisboa, ocorrido em 1755, que destruiu quase por completo a cidade de Lisboa, especialmente a zona da baixa, onde se estima que tenham morrido mais de 10.000 pessoas (ver Wikipédia). O que o projeto “Google Earth na Sala de Aula” fez foi pegar no link público da “Planta de Lisboa: arruinada pelo terremoto de 1755″ e proceder à sua georreferenciação com o comando Sobreposição de Imagens. Pode descarregar esta carta antiga em formato KML, já georreferenciado, para o seu computador e abri-lo diretamente no Google Earth através deste link ou através do link existente na descrição do filme do youtube.


Outro dos mapas também georreferenciados pelo projeto foi o mapa de guerra das “Description del reyno de Portugal y de los reynos de Castilla que confinan con su frontera”, com a localização dos castelos e fortes de Portugal e a planta de alguns dos principais monumentos de guerra (link para download do mapa existente na descrição do filme do youtube).



Aproveite o curso On-line de Google Earth para Professores e Pesquisadores para aprender a tirar partido deste e de outros comandos do Google Earth. Espero por si.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

Luis Correia Antunes

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Curso On-line Google Earth para professores e pesquisadores

Por Luis Correia Antunes | 16h50, 09 de Dezembro de 2014
icone curso googleearth 370x370 150x150 Curso On line Google Earth para professores e pesquisadores

Curso Google Earth para Professores e Pesquisadores

Em agosto de 2014 foi lançado o curso online Google Earth para Professores e Pesquisadores, criado em parceria pelo instituto GEOeduc e pelo projeto Google Earth na Sala de Aula. A sua criação deveu-se, em grande parte, pelo número de pedidos de esclarecimentos e dúvidas no uso da ferramenta Google Earth, quer por parte dos leitores deste blog, quer por parte dos subscritores do canal do youtube onde são lançados dos filmes dos mapas ou pela página do facebook. Aproveite este treinamento à distância elaborado sobre uma moderna plataforma de educação online, com liberdade de horários e muita interação, fazendo você mesmo o seu horário de acesso e trabalho.

Este curso tem como objetivo estratégico principal habilitar os docentes e pesquisadores (e investigadores) no manuseamento e na aplicação do programa Google Earth (versão gratuita) nas suas tarefas profissionais. Tirando partido do seu potencial para aplicar nos diversos conteúdos curriculares de Educadores de infância e Professores (Geografia, Biologia, Ciências Naturais, TIC, História, entre muitas outras áreas curriculares) e extra curriculares (componente lectiva, visitas de estudo, projectos, clubes, etc) e nos processos exploratórios, análise espacial e mapeamento de resultados de trabalhos de investigação. Serão ainda apresentados algumas ferramentas gratuitas, geoprocessamentos na nuvem e sítios de Internet externos ao Google Earth que irão complementar as funcionalidades do programa (e outras que irão substituir a sua versão profissional) como cálculo de análise espacial com identificação de pontos inseridos dentro de uma área, buffer de pontos, linha e áreas, criação de gráfico de barras sobre os mapas, entre muitas outras opções. Assim, os formandos ficarão capacitados em criar os seus próprios mapas de modo a apresentar os conteúdos de um modo geodinâmico.

Curso 300x182 Curso On line Google Earth para professores e pesquisadores

Exercícios práticos da aplicação do Google Earth

O curso é constituído por componente teórica com apresentação de ideias úteis de aplicação e várias opções de configuração do programa. A parte principal deste curso são os exercícios práticos com manual e filmes explicativos. Os objetivos pedagógicos são:
1. Configurar o ambiente de trabalho;
2. Conhecer as várias ferramentas que compõem o programa;
3. Aprender os comandos de navegação sobre os mapas;
4. Calcular distâncias entre dois pontos ou conjunto de pontos;
5. Buffers com áreas de influência de elementos cartográficos;
6. Configurar referência temporal de ficheiros KML com carimbo horário e intervalo de tempo;
7. Navegar no tempo através das imagens históricas;
8. Alterar o ângulo de inclinação do Sol;
9. Visitar outros planetas e a Lua;
10. Criar e personalizar mapas com pastas de arquivo, pontos, linhas e áreas;
11. Editar balões descritivos dos elementos cartográfico com código HTML;
12. Criar gráficos de barra sobre os mapas através de valores de tabela;
13. Calcular áreas de polígonos;
14. Calcular perfis topográficos e resumos automáticos de percursos;
15. Georreferenciamento de mapas em formato imagem (matricial);
16. Configurar parâmetros de visualização de WMS;
17. Criar apresentações dinâmicas de conteúdos de um modo automático e manual;
18. Configurar comandos avançados de ficheiros KML de colocação de imagens com títulos e legendas;
19. Navegar com aviões através do simulador de voo;
20. Converter e importar ficheiros de GPS;
21. Análise espacial com identificação de pontos dentro de uma determinada área;
22. Visualizar dados GPS em tempo-real.

Para o presente curso, os formandos usarão unicamente as ferramentas existentes na versão gratuita do Google Earth de modo a não condicionar a aplicação dos conteúdos programáticos do curso ao acesso à versão profissional por parte dos formandos. Para além disso, facilita a disseminação desta tecnologia pelos alunos e restantes comunidade educativa e pesquisadora. Uma vez que o formato nativo dos mapas do Google Earth (KML) é um formato aberto existem dezenas de aplicativos gratuitos na Internet que conseguem substituir grande parte das ferramentas da versão profissional. Serão ainda apresentadas outras ferramentas que permitem realizar operações de geoprocessamento e análise espacial que não existem em nenhuma das versões do programa.

Fica aqui um filme como exemplo de exercício do curso com a criação de áreas de influência (buffer).

Tal como em anteriores cursos presenciais do Google Earth, se quiser, no final do curso poderá alojar o resultado do seu mapa personalizado no sítio de Internet do GeoEduc e no blog “Google Earth na Sala de Aula”, partilhando o seu mapa com a restante comunidade.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

Luis Correia Antunes

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Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Por Luis Correia Antunes | 16h50, 27 de Outubro de 2014

original1 300x199 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Todos nós temos no nosso imaginário a colocação de pins em mapas pendurados na parede quando se queria identificar ocorrências ou pontos de interesse em determinados países, cidades ou localidades. Isto foram os primórdios do Geocoding (ou Geocodificação). Ao longo de 10 anos de experiência em trabalhos na área das tecnologias de análise espacial, esta foi das tarefas em que senti uma maior evolução e simplificação de procedimentos: o Geocoding – conversão de endereços ou moradas em coordenadas geográficas. Muito graças às API da Google. O Geocoding procede de uma interpolação automática de elementos do tipo linha (endereço, toponímia de estradas e rios) ou mesmo de um polígono (unidades administrativas, códigos postais, parcelas cadastrais, etc) para atribuir as coordenadas geográficas de um ponto central. No caso de ser um ponto (caso de escolas, cafés ou outros pontos de interesse) é simplesmente atribuído as coordenadas desse ponto. Existe ainda o Reverse Geocoding que é o geoprocessamento inverso: atribuição de um endereço a partir umas coordenadas geográficas, muito útil quando temos coordenadas GPS e queremos identificar os seus endereços.

Este geoprocessamento é utilizado quando temos uma lista de moradas ou endereços e queremos mapear os seus conteúdos de modo a identificar clusters, padrões, tendências e mapear todas as variáveis que se queira analisar. É usado em várias áreas como o geomarketing, epidemiologia, inventários, ciências policiais, educação. O que vou mostrar neste Post é quatro exemplos da utilização da análise espacial com comandos de geocoding do Google recorrendo às aplicações Google Spreadsheet e o Google My Maps com os Scripts (ou funções) da Google API: Cálculo de distâncias (routing) por diferentes meios de transporte, distância direta (distância de circulo máximo), tempo a percorrer o caminho pelos vários meios de transporte, e a atribuição de coordenadas geográficas a partir do endereço (Geocoding) e o inverso (ReverGeocoding). O sucesso desta tarefa depende, acima de tudo de três fatores:

      – Qualidade dos mapas de base que dispomos para a busca. Neste caso serão os mapas da Google e a qualidade vai depender do seu local de estudo;
      – Qualidade e precisão da lista de endereços que tem para mapear (moradas completas, com vários níveis de precisão e sem erros);
      – Motor de busca, neste caso será o API da Google de Geocoding, mas existem outras opções como programas Desktop.

NewDoc 300x123 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Adicionar novo documento no Google Drive

O exemplo que iremos usar neste post é o mapeamento da escola e do endereço de alunos com as variáveis que desejar ver mapeados de modo a poder identificar algum tipo de padronização por área de residência e criar mapas temáticos. Para iniciar, entre na sua conta da Google Drive e crie uma nova folha Google Spreadsheet. Adicione os campos “Nome Aluno” (coluna A), “Endereço” (coluna B), “latitude” (coluna C), “longitude” (coluna D), “Endereço Obtido” (coluna E), “Distância Metros Carro” (coluna F), “Distancia Metros a pé” (coluna G), “Tempo Minutos Carro” (coluna H), “Tempo Minutos pé” (coluna I),”Distância Circulo máximo” (coluna J). Pode ainda acrescentar outros campos ache interessante para caracterizar o aluno (Nacionalidade, Avaliação, Idade, Tipo de transporte que usa, etc).

Script 300x242 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Opções da Janela Google Apps Script

Vamos dar início à criação das funções, os chamados script, de geoprocessamento através do menu Tools –> Script editor… . Se nunca criou um script vai aparecer-lhe a janela de Google Apps Script, idêntica a esta, e escolha a opção “Blank Project”. A primeira coisa a fazer é renomear o projeto, neste caso pode dar o nome de “Funções de geocodificação”. O primeiro script a criar vai ser para obter as coordenadas Latitude e Longitude a partir do endereço (Geocoding) e o geoprocessamento inverso de atribuição de endereços a partir das coordenadas Latitude e Longitude (Reverse Geocoding). Copiamos o código existente na caixa em baixo e substituímos o texto existente na caixa de código. Gravamos e renomeamos o código para “GetLatLong”. Para terminar, publicamos o script em Publish –> Deploy as a web app… . Escolhemos a opção Deploy e finalizamos a publicação com OK.

WebApp 1024x529 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Gravação e publicação da Web App


function getLat(address) {
  if (address == '') {
    Logger.log("Must provide an address");
    return;
  }
  var geocoder = Maps.newGeocoder();
  var location;
    // Geocode the address and plug the lat, lng pair into the
    // 2nd and 3rd elements of the current range row.
    location = geocoder.geocode(address);
    // Only change cells if geocoder seems to have gotten a
    // valid response.
    if (location.status == 'OK') {
      lat = location["results"][0]["geometry"]["location"]["lat"];
 return lat;
    }
};

function getLon(address) {
  if (address == '') {
    Logger.log("Must provide an address");
    return;
  }
  var geocoder = Maps.newGeocoder();
  var location;
    // Geocode the address and plug the lat, lng pair into the
    // 2nd and 3rd elements of the current range row.
    location = geocoder.geocode(address);
    // Only change cells if geocoder seems to have gotten a
    // valid response.
    if (location.status == 'OK') {
      lng = location["results"][0]["geometry"]["location"]["lng"];
 return lng;
  }
};

function geoname(lat,lng) {
  var response=Maps.newGeocoder().reverseGeocode(lat, lng);
  return response.results[0].formatted_address;
};

Fazemos o mesmo procedimento para o cálculo de distâncias em metros entre dois pontos de carro e a pé, neste caso entre a escola e local de residência. Para adicionar um novo script vá ao menu File –> New –> Script file… e atribua-lhe o nome de “Distancia”. Copie o código neste caixa e cole na nova folha, substituindo o texto existente nessa folha por este código.

function DrivingMetersCar(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.DRIVING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].distance.value;
}
function DrivingMetersWalk(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.WALKING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].distance.value;
}

Criamos mais um script para calcular o tempo (em minutos) a percorrer o mesmo caminho a pé e de carro.


function DrivingMinWalk(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.WALKING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].duration.value / (60);
}

function DrivingMinCar(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.DRIVING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].duration.value / (60);
}

Criamos o último script para calcular a distância mais curta entre dois pontos em esfera, (distância de círculo máximo), com pouca representação em distâncias tão curtas, mas pode ter relevância em distâncias grandes (usado para a navegação marítima e aérea).


function GCD1(lat1, lon1, lat2, lon2) {
// Return Great Circle Distance between points calculation
function radians(a) {
var outNum =Math.PI*a/180;
return outNum;
}
var R = 6372.795;
var d1=Math.sin(radians(lat1))*Math.sin(radians(lat2))+Math.cos(radians(lat1))*Math.cos(radians(lat2))*Math.cos(radians(lon2)-radians(lon1));
var d2=Math.cos(radians(lat2))*Math.sin(radians(lon2)-radians(lon1));
var d3=Math.cos(radians(lat1))*Math.sin(radians(lat2))-Math.sin(radians(lat1))*Math.cos(radians(lat2))*Math.cos(radians(lon2)-radians(lon1));
var len=R*Math.atan2(Math.sqrt(d2*d2+d3*d3),d1);
return len;
}​

Grave o projeto de script e volte à sua folha de cálculo do Google Spreadsheet. O procedimento de aplicação de funções nas células do Google Spreadsheet é idêntico à folha de Excel. Coloque os títulos das colunas na primeira linha e a segunda linha registe o local ao qual quer calcular as distâncias, por exemplo a escola. A partir da linha 3 serão preenchidos os alunos. Na linha 3 e para cada uma das colunas onde serão colocados os scripts criados, coloque o cursor em cada uma das células das colunas correspondentes, e use os seguintes comandos:

      – Coordenada Latitude do endereço –> =GetLat(B3)
      – Coordenada Longitude do endereço –> =GetLon(B3)
      – Obter novamente o endereço destas coordenada, desta o endereço obtido a partir dos mapas existentes nos servidores da Google –> =geoname(C3,D3)
      – Calcular a distância, em metros, do percurso de carro entre a escola e a morada de residência (“B$2″ é para bloquear a célula do endereço da escola ao arrastar as células para baixo para calcular as restantes distâncias) –> =DrivingMetersCar(B3,B$2)
      – Calcular a distância, em metros, do percurso
a pé entre a escola e a morada de residência –> DrivingMetersWalk(B3,B$2)
      – Calcular o tempo, em minutos, que demora a percorrer de carro desde a morada de residencia à escola –> =DrivingMinCar(B3,B$2)
      – Calcular o tempo, em minutos, que demora a percorrer a pé o percurso desde a morada de residência à escola –> =DrivingMinWalk(B3,B$2)
      – Calcular a distância de círculo máximo entre a escola e a morada de residência do aluno –> =GCD1(C$2,D$2,C3,D3)

FinalGeocondigSheet 300x154 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Resultado da geocodigicação da Google Sheet

No fim pode arrastar cada uma destas células para preencher automaticamente as restantes linhas. Esta folha de cálculo pode ser partilhada pelos alunos e deixar que sejam eles a preencher o nome e o endereço e será atualizado automáticamente os campos com as funções espaciais. Ter em atenção que os utilizadores comuns de contas gmail tem acesso limitado a pedidos de API da Google (ver o limite de Quotas). Se exceder o número de pedido aparece um erro e só poderá proceder novamente ao seu cálculo passado 24h. Mas para a Educação e Governo, pode ser feito o pedido acesso ao limite máximo de pedidos. Para saber mais sobre os scripts em Google Sheet, consulte a página de configurações de funções.

ImportarMapa 300x154 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Para terminar, falta ver o resultado destas funções em mapas. Aceda à sua conta do Google My Maps e escolha a opção Create a new map. Altere o nome do mapa (“Mapa dos Alunos”) e da layer de dados (“Endereços dos Alunos”) e escolha a opção Import e a opção My Drive para importar a tabela criada anteriormente. Escolha as opção das coordenadas geográficas “Latitude” e “Longitude” ou uma das colunas com os “Endereços” para o posicionamento dos pontos e a coluna “Nome Aluno” para nome dos pontos. A partir de agora pode criar mapas temáticos escolhendo Style que quiser. Pode ainda editar o posicionamento ponto de modo a criar maior precisão da geocodificação. Mais uma vez, pode deixar que sejam os seus alunos a fazer esta tarefa partilhando com eles este mapa.

MyMapsGeocoding 1 300x157 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Esta experiência de funções espaciais e de geocodificação será apresentada no primeiro evento da Google for Education em Portugal, carcavelos, no dia 29 e 30 de novembro. Se quiser participar no evento de modo realizar este e outros trabalhos recorrendo às API da Google, participe no Portugal Summit – AppsEvent. Inscrições em http://portugal.appsevents.com/registration. Pode aceder ao material usado para este post como a tabela com permissões para comentar e ao mapa final através destes links.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

Para o curso “The Magic of Google Mapping”, será usado esta apresentação:
http://goo.gl/gPxgIA

Para o curso “Google Earth in the Classe Room”, será usado esta apresentação:
http://goo.gl/VcKEFJ

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  • Luis Correia Antunes
    @lcantunes
    Licenciado em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Mestre em Georrecursos pelo Instituto Superior Técnico Mais de 500 horas de formação em Google Earth, software opensource SIG e software CAD. Em abirl de 2013 lançou o livro “Google Earth na Sala de Aula” pela Areal Editora.

    Licenciado em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Mestre em Georrecursos pelo Instituto Superior Técnico Mais de 500 horas de formação em Google Earth, software opensource SIG e software CAD. Em abirl de 2013 lançou o livro “Google Earth na Sala de Aula” pela Areal Editora.

  • Marcos Pelegrina
    @marcospelegrina
    Marcos Aurélio Pelegrina Bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (1999), Mestre e Doutor em Engenharia Civil área de concentração Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Professor Adjunto C do departamento de Geografia da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná.

    Marcos Aurélio Pelegrina Bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (1999), Mestre e Doutor em Engenharia Civil área de concentração Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Professor Adjunto C do departamento de Geografia da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná.

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