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Software de modelagem computacional simula futuros para a região amazônica

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Estimativas feitas pelo SimAmazônia, programa de modelagem computacional desenvolvido para simular cenários, estão subsidiando a formulação de novas políticas públicas para a região amazônica, com vistas à valoração dos serviços ambientais e, conseqüentemente, ao combate ao desmatamento e às emissões de carbono na atmosfera.

A base de dados do SimAmazônia levou três anos para ser montada, com informações de fontes como o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e por mapas de aspectos físicos e viários, com as estradas vicinais da região.

A partir do cálculo de milhões de dados, ambientais e econômicos, o SimAmazônia é capaz de criar modelos digitais para prever o comportamento ou a evolução ambiental de uma região específica. Parte das propostas desenvolvidas com base no software foi apresentada em dezembro na 13ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-13), na Indonésia.

Créditos de carbono

A criação de um mecanismo internacional de venda de créditos de carbono, pelo qual países desenvolvidos se disponham a pagar pela não-emissão, ainda parece ser a saída mais vantajosa para o Brasil.

Em condições ideais, de acordo com dados do SimAmazônia, a região poderia vender cerca 17 bilhões de toneladas de carbono que potencialmente iriam para a atmosfera, até 2050.

Fonte: Agência Fapeam

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