publicidade

ArcGIS 10: Esri propõe novas maneiras de usar os sistemas de informação geográfica

publicidade

Mudar completamente a forma como utilizamos os softwares de geoprocessamento, principalmente dentro de ambientes corporativos. Este é o ambicioso objetivo da Esri com o lançamento do ArcGIS 10, talvez a maior notícia deste ano no setor de geotecnologias. Mas será que, depois de já termos visto quase tudo em termos de geoweb, SIG móvel e computação em nuvem, ainda há espaço para novidades?

A Esri vem trabalhando neste novo release do ArcGIS há mais de três anos, com a ajuda de usuários que testaram a versão beta e geraram avaliações para a empresa. Segundo a Esri, houve um consenso, entre os clientes, de que este release era muito significativo para ser chamado somente de 9.4 e, desta forma, optou-se por chamá-lo de ArcGIS 10. A revista InfoGEO teve acesso a esta versão beta em primeira mão.

Segundo a própria Esri, a versão 10 privilegia o trabalho de criação de mapas, proporcionando aos usuários mais facilidade nas etapas de edição, visualização e análise geográfica. Outra característica importante é que o ArcGIS 10 possui um ambiente preparado para trabalhar diretamente na web, baseado no conceito de cloud computing (computação em nuvem). Uma nova interface proporciona ao usuário gerenciar janelas “dockable”, que podem ser facilmente ocultadas, privilegiando a visualização do mapa. Os menus estão melhor estruturados, otimizando a busca por funções.

O novo fluxo de trabalho para edição no ArcMap permite a criação de templates, o que oferece a possibilidade de o usuário pré-configurar a maneira com que deseja editar suas informações. Os usuários não precisam mais adicionar uma feição e depois definir atributo e simbologia, já que agora é possível simplesmente selecionar o tipo de feição, atributo e símbolo antes mesmo de começar o trabalho.

Uma limitação na edição em 3D com o ArcGIS 10 é a necessidade da extensão 3D Analyst. O ambiente de edição padrão está disponível dentro do ArcGlobe e do ArcScene, permitindo a criação e atualização de feições tridimensionais. Com esta funcionalidade, é possível fazer edições diretamente em 3D. O ambiente de snapping também é suportado, assim como as opções de criação usando precisão paralela, perpendicular, deflecção e absoluto XYZ, entre outras. Além disso, há também ferramentas adicionais para a criação e manutenção de conjuntos de dados do tipo terreno e para a edição de TIN no ArcMap.

Leia a íntegra da matéria sobre o ArcGIS 10.

Conheça as opções de assinatura das revistas InfoGEO e/ou InfoGNSS.

Siga o Portal MundoGEO
no Twitter
.

publicidade
Sair da versão mobile