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Workshop sobre Sensoriamento Remoto da Agricultura nos Países do BRIC

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O XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto que teve início no sábado (30/04) e termina nesta quinta-feira (05/05) juntou diversos especialistas da área no Estação Convention Center presente no Shopping Estação nos últimos dias.

Entre estes especialistas estavam Jai Singh Parihar, Wu Bingfang e Flavio Deppe, procurando colocar no Workshop “Sensoriamento Remoto da Agricultura nos Países do BRIC” como é feito o sensoriamento de seus respectivos países: Índia, China e Brasil.

Com muitos exemplos práticos, foi apresentada a situação do sensoriamento dentro da agricultura russa pelo coordenador do Workshop, Jansle Vieira Rocha, que desculpou-se pela falta do Dr. Igor Savin que teve imprevistos e não pode comparecer no evento. Segundo Jansle, os problemas na Rússia com as grandes secas e invernos rigorosos os levam a monitorar as áreas cultiváveis, assim como o ciclo de desenvolvimento das plantas usando de dados realizados pelo sensor MODIS.

Quem também usou de exemplos foi Jai Singh Parihar, ao comentar do uso de sensores como AWIFS, MODIS e AVHRR em casos como o ciclone que atingiu a Índia em 1999, causando estrago nas áreas reservadas à agricultura pelas inundações ou a análise da alta alcalinidade do solo por meados de 1986. Parihar também deixou claro sobre o uso mapas regionais para melhores análises em casos como estes, assim como para educar os próprios agricultores através deles.

Após a apresentação do case indiano, Wu Bingfang colocou um pouco da história chinesa com o sensoriamento remoto e a experiência do país com a agricultura. O uso de estações como a MOA e CMA para monitoramento de culturas e estimativa de grãos como arroz, soja e milho são passadas especialmente para o Ministério da Agricultura.

Wu também comenta do uso de GVG (junção de GPS, video e GIS) para as pesquisas de campo.

Ao final do Workshop, Flavio Deppe, da SIMEPAR, explicou sobre o projeto GeoSafras e Bernardo Rudorff, do INPE, falou sobre o projeto CanaSat.

Deppe  falou sobre as etapas organizadas em mapeamento, observação e prognóstico das safras presentes no projeto, assim como o monitoramento da vegetação com o uso de máscaras e imagens, criando perfis temporais das safras e Rudorff explicou o modo de monitoramento das áreas com plantações de cana-de-açúcar  no projeto CanaSat. Segundo o mesmo, o uso do sensoriamento está ajudando a saber quais áreas são ou não cultivadas com o uso da queimada ao fim de cada safra, assim como  no entendimento de questões ligadas ao uso e cobertura da terra.

Para mais informações sobre o XV SBSR, acesse: www.dsr.inpe.br/sbsr2011

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