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Drones da DJI podem voar acima dos 400 pés?

Existe, hoje, um entrave regulatório relevante no Brasil que impede que todo esse potencial seja aproveitado; entenda

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Sou Floriano Peixoto, da Albatroz Brasil Drones. Presto assessoria para empresas de aerolevantamento há quase cinco anos.

Com a publicação hoje (10/10), no Diário Oficial da União, das portarias de inscrição de mais 7 empresas para as quais eu presto assessoria , atingi o número de 154 empresas registradas no Ministério da Defesa, de um total de 358.

O potencial limitado dos drones de aerolevantamento no Brasil: Como exemplo, DJI Matrice 400 e sensor Zenmuse L3

Nos últimos anos, a DJI consolidou-se como a maior fabricante mundial de drones profissionais para aerolevantamento, produção de imagens vídeos para usos diversos. Com o lançamento de plataformas robustas como o Matrice 400 e sensores avançados como o Zenmuse L3 (LiDAR + RGB), a empresa elevou significativamente o nível tecnológico disponível para empresas de geotecnologia.

Esses equipamentos foram projetados para operar com alto rendimento em grandes áreas, oferecendo coleta simultânea de imagens RGB e nuvens de pontos Lidar de alta densidade e precisão. Em termos técnicos e operacionais, eles são ideais para voos em altitudes maiores — tipicamente na faixa de 700 a 800 pés — onde a produtividade cresce exponencialmente.

No entanto, existe hoje um entrave regulatório relevante no Brasil que impede que todo esse potencial seja aproveitado.

O limite operacional dos 400 pés no Brasil

De acordo com a regulamentação vigente da ANAC, operações acima de 400 pés exigem que a aeronave remotamente pilotada possua projeto aprovado para esse tipo de voo. Na prática, isso significa que:

Atualmente, drones da DJI não possuem projeto aprovado pela ANAC para operações acima desse limite.

Impacto direto na produtividade do aerolevantamento

Para quem trabalha com mapeamento aéreo, a diferença entre voar a 400 pés e 800 pés é enorme. Não se trata apenas de uma questão operacional, mas de viabilidade econômica.

Voar mais alto proporciona:

Ou seja: o equipamento tem capacidade técnica para entregar mais, mas a limitação regulatória impede que isso seja explorado.

Um contrassenso técnico

O Matrice 400 e o Zenmuse L3 são plataformas perfeitas para aplicações de larga escala:

Essas são exatamente as aplicações onde voar mais alto faz mais sentido.

Um recado importante aos compradores

Empresas brasileiras que investem em plataformas de alto valor, como o Matrice 400 e o Zenmuse L3, esperam, naturalmente, extrair o máximo rendimento técnico desses equipamentos.

No entanto, muitos compradores só percebem posteriormente que:

Por isso, é fundamental que o mercado se movimente. Fica aqui uma sugestão às empresas que adquiriram esses equipamentos. devem:

  1. Procurar os distribuidores de quem compraram os drones;
  2. Pedir que essa demanda seja levada diretamente à DJI.

Por que isso interessa à própria DJI?

A aprovação de projeto junto à ANAC teria impacto direto no mercado brasileiro:

O Brasil possui dimensões continentais e um enorme mercado potencial em:

Permitir operações em maior altitude transformaria a produtividade das empresas e aumentaria significativamente o interesse por plataformas de maior capacidade.

Conclusão

O Matrice 400 e o Zenmuse L3 representam o que há de mais avançado em aerolevantamento com drones. Tecnicamente, são equipamentos capazes de operar com extrema eficiência em altitudes maiores, entregando mais área coberta, menos imagens e menor tempo de processamento.

Porém, no Brasil, a falta de projeto aprovado pela ANAC para voos acima de 400 pés cria uma barreira que impede o uso pleno dessas plataformas.

Esse não é apenas um problema operacional — é uma oportunidade estratégica. Se houver mobilização dos usuários e dos distribuidores para levar essa demanda à DJI, a empresa tem muito a ganhar, e o setor de aerolevantamento no Brasil também.

Se a sua de aerolevantamento ainda não tem inscrição no Ministério da Defesa, pode me procurar. Sou a pessoa certa a inscrever sua empresa com economia de tempo e dinheiro. E a certeza de sucesso no processo de inscrição. Pode me chamar no WhatsApp 13 99131 0575.

* Floriano Peixoto
Diretor da Albatroz Brasil Drones

Com informações e imagens da Albatroz

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