July | 2009 | Energia

Energia

BOI RASTREADO – MAPAS DINAMICOS

Por Marcos Cavalcanti | 9h08, 30 de Julho de 2009

Em Novembro do ano passado fui no evento da empresa Novaterra, 1º Encontro Novaterra de Geotecnologias e neste evento um especilista do geoprocessamento do agronegócio apresentou um case muito interessante, porem uma pergunta me passava sempre, o que é essa história de “boi rastreado”, será telemetria?

O especialista disse que a tendencia será essa, porem atualmente o rastreamento é feito através de um papel que acompanha o boi desde a sua criação até o seu destino final, o consumo. Esse fato me faz levar a considerar quem em alguns anos teremos os bois rastreados por telemetria e  isso levará a termos a quantidade real de bovinos no brasil e administraremos melhor as informações relativas a agropecuária, informações relevantes para estudos de sócio-economia,por exemplo, um empreedimento hidrelétrico que será construído, teremos a informação exata sobre o impacto do empreendimento na agropecuária.

Fico pensando que cada vez mais os Global Position System - GPS, vem tomando conta da nossas vidas, recentemente no BLOG Minuto geo,o Elódio fala sobre esse perigo, vc já pensou que seu telefone é um GPS, que podem saber aonde você está ?

Por outro lado as informações podem ser mais precisas como densidade urbana e deslocamentos de população,será que estamos caminhando para termos mapas dinâmicos, que se atualizão sem envolvimento humano?

Para Saber + :

Novaterra
www.novaterra.com.br

Blog Minuto geo
www.mundogeo.com.br/blogs/minutogeo

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APM MANSO – SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICO

Por Marcos Cavalcanti | 9h35, 28 de Julho de 2009

manso imagem APM MANSO   SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICOA Usina Hidrelétrica de Manso fica no Mato Grosso próximo a capital Cuiabá, a Usina foi construida em 2000 ,por dois fatores: o de geração de energia e de manutenção da vazão do rio Cuiabá, que abastece a capital e de vez em quando inundava a cidade com sua cheia, por isso este empreendimento se chama Aproveitamento Multiplo de Manso (APM Manso).

Furnas começou a construir a usina após a falência do Banco Nacional que era seu proprietário e na área ambiental o licenciamento estava parado no Programa Básico Ambiental – PBA, neste documento assinado entre a Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso – FEMA, atual SEMA e o gestor da obra, afirmava compromissos de mitigação do empreendimento que FURNAS assumiu.

O PBA contemplava os seguintes programas ambientais:
Programa de Monitoramento das condições de Erosão
Programa de Preservação do Patrimonio Arqueológico
Programa de Ictiofauna
Programa de Monitoramento Sismológico
Programa de Monitorameto Climatológico
Programa de Comunicação Social
Programa de Ações a Jusante
Programa de conservação e manejo da Fauna Silvestre
Programa de Sistema de Informação Geográfica
Programa de Monitoramento Limnologia e Qualidade da Àgua
Programa de Socioeconomia
Progarama de Saúde e Endemias
Programa de Recursos Minerais
Programa de Monitoramento Sismológico
Programa de Monitoramento do Lençol Freático
Programa de Monitoramento Hidrológico
Programa de Utilização dos Recursos Florestais
Programa de Recuperaçãod de Áreas Degradadas
Programa de Conservação da Flora
Programa de Compensação por perdas Ambientais
Programa de Remanejamento de População
Programa de Zoneamento Ambiental

Todos os 22 programas foram contemplados no Sistema Geografico de Informação do APM MANSO – SIG APM Manso, foi um desafio, porque não haviamos até então realizado nenhum SIG na empresa na plataforma ESRI, no mesmo periodo nossa única experiência nesta área foi o início do SIG corporativo. O primeiro passo foi construir um termo de referencia para o SIG contemplando o mínimo , que seria basicamente localização dos pontos de coleta, fotos dos locais linkadas a cada ponto de coleta, relatorios linkados a cada ponto de coleta.

Para alguns programas foram identificados necessidades especificas como no de Limnologia que solicitou que houvesse cruzamento de dados , gerando gráficos. Outra dificuldade encontrada foi a enorme variação de formatos recebidos das mais diversas fontes contratadas para realização dos programas, gerou retrabalhos.Para realização de ordenamento e unificação de dados, geração de sistemas e carga do SIG foi contratada a empresa ESTEIO AEROLEVANTAMENTO. Esta contratação foi fundamental para realização dos serviços, porem a falta de uma pessoa ligada ao Meio Ambiente na empresa prejudicou um pouco o processo.

O SIG foi relizado em ARCVIEW 3.2 e customizado em Aveneu, durou três anos para ser concluído, mais considero um sucesso, pois na empresa é considerado uma referência em termos de Banco de Dados do empreedimento realizado. Trabalharam neste projeto Demétrius Meira Ferreira no início do processo e no final Helen Gurgel. Em 2004 tentamos realizar sua transferencia para ambiente WEB (ARCIMS e ARSDE), porem ficamos apenas na contratação de um piloto, logo após meu desligamento do Departamento de Meio Ambiente, o SIG foi descontinuado.

Para saber + :

EMPRESA IMAGEM
www.img.com.br

ESRI
www.esri.com.br

EMPRESA ESTEIO AEROLEVANTAMENTOS S.A.
www.esteio.com.br

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS
www.inpe.br

SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO MATOGROSSO 
www.sema.mt.gov.br

FONTE: IMAGEM LANDSAT5 – INPE

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ANEEL & ELETROBRÁS

Por Marcos Cavalcanti | 8h32, 23 de Julho de 2009

 Trabalho algum tempo com geoprocessamento na área de energia e gostaria de citar duas pessoas que acredito que são as materializações da união em prol do bem comum do geoprocessamento no setor elétrico do Brasil.

O primeiro trabalha na Eletrobrás no Departamento de Meio Ambiente e vem de longa data, buscando a união das empresas públicas ligadas a Energia na área de geoprocessamento, que se chama Marcio Madeira. Participei de algumas tentativas dele e do grupo eletrobrás para que as empresas conversassem a mesma língua, alguns trabalhos do Marcio como o Banco de Metadados do Setor e a Mapoteca Digital de Unidades de Conservação Estaduais que tem um trabalho de “garimpar” pelas gestoras dos parques e de vários órgãos da união, são referencias que devemos seguir, talvez vamos ter a honra dele postar esse trabalho aqui no blog.
 
Outra pessoa que tenho em alta estima nem o conheço bem, nunca fui apresentado formalmente, o conheci em 2006 na Agencia Nacional do Seto Elétrico – ANEEL, no Primeiro Encontro Nacional de Geoprocessamento do Setor Elétrico em Brasília, que foi idealizado por ele mesmo, o Sr.Alcebíades.A Agencia é vista às vezes somente pelo trabalho de controladora e as pessoas desconhecem como na verdade, alguns profissionais estão ali para nos ajudar, que é o caso aqui. O Sr.Alcebíades criou o Sistema de Informação Geográfico do Setor Elétrico – SIGEL,site com as informações de vários órgãos e empresas que facilitam o nosso trabalho, fora que empresta o seu espaço(ANEEL) para a união do geoprocessamento no setor elétrico.
 
Bem se vocês não conhecem estes dois, está na hora de conhecê-los, eles vão mudar a maneira de ver o geoprocessamento no setor elétrico.
 
Para Saber + :
Agencia Nacional do Setor Elétrico – ANEEL
SIGEL – ANEEL
ELETROBRAS
ELETROBRAS MEIO AMBIENTE
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TOPOGRAFIA – A COISA MAIS IMPORTANTE DA VIDA

Por Marcos Cavalcanti | 8h41, 21 de Julho de 2009

Quando fiz minhas aulas de topografia na Escola Técnica Federal do Rio de Janeiro, conheci o professor Nelson, naquela época o teodolito usado era o mais novo WILD utilizado, se eu não me engano um T1, porem o que mais me lembro das aulas não eram as cadernetas de campo que calculávamos e nem o nivelamento do teodolito, era a primeira aula do Nelson, ele dizia que não existia coisa mais importante na vida do que topografia. 

Todos os alunos caiam na gargalhada, como pode ser a topografia a coisa mais importante na vida? O Nelson dizia que sem topografia não íamos a lugar algum, não sairíamos de casa, não iríamos ao trabalho, não teríamos estradas, pontes e assim em diante.
 
Com certeza o Nelson “puxava brasa para a sua sardinha”, porem se não dermos importância para o nosso trabalho, quem dará? O Nelson era o melhor maqueteiro da escola, gostei tanto de topografia que parti para um curso de topografia na Sociedade Nacional de Agricultura – SNA, localizado no Bairro da Penha – Rio de Janeiro, e depois do curso técnico, me formei em professor de estradas, onde o Nelson foi novamente meu professor.
 
Acredito que o Nelson deve ter se aposentado, após vários trabalhos de topografia, porem são referencias que temos para a vida toda.
 
Hoje com estações totais e GPSs de precisão, será que continuamos dando valor a profissão até o patamar que o Nelson imaginava? Deixe seu comentário…
 
Para saber + :
CEFET –RJ
WILD
Sociedade Nacional de Agricultura – SNA
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40 Anos – HOMEM NA LUA

Por Marcos Cavalcanti | 16h22, 16 de Julho de 2009
Neil A. Armstrong não foi o início e nem foi o primeiro passo, para ele chegar lá na Lua, muitos outros estiveram por trás daquele dia 20 de julho de 1969.
 
Praticamente nasci neste mesmo dia e minha vida vem se seguindo aos aniversários daquela data, 5 anos, 10 anos até os 40 anos que faremos neste final semana, como eu, este fato vem se amadurecendo diante das informações obtidas, alguns não acreditam até hoje que alguem conseguiria tal feito.
 
Dizem que qualquer calculadora hoje tem mais memória do que foi utlizada pelo modulo lunar.Talvez algum de vocês esteja se perguntado onde isso tem haver com geoprocessamento ligado a Energia?
 
Esses avanços tecnologicos e satélites orbitais são fruto deste feito?Acredito que muito de nós que trabalhamos como Imagens de satélite ou mesmo os usuários se sintam em um módulo espacial, observando a terra, talvez seja a maneira de estarmos mais próximo de enumeras pessoas que colocaram e colocam as suas vidas por de trás de um sonho.O que você acha?Deixe seu comentário….
 
Para Saber + :
 
NASA
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ESRI INTERNATIONAL USER CONFERENCE – SAN DIEGO

Por Marcos Cavalcanti | 13h55, 14 de Julho de 2009

Está acontecendo esta semana de 13 a 17 de Julho em San Diego – USA, a Conferencia Internacional da Esri que se realiza todos os anos, as novidades para a área de Energia, estão sendo tratadas no Case Point Energy , o Coordenador Deílson Silva da Imagem está no evento e mandou as ultimas novidades que estão sendo tratadas lá, dentre elas o ArcGIS Online como ferramenta de colaboração para:Compartilhamento de Dados, Criação de Aplicação web com diferentes API (Flex, SilverLight, JavaScript e Web ADF) e Serviços de Mapa gratuitos.

Para Saber + :
ESRI
www.esri.com/events/uc

Imagem
www.img.com.br

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O primeiro Estudo de Impacto Ambiental - EIA como estagiário que trabalhei, elaborado em 1995, foi na realização de mapas para AHE ITAPEBI e AHE JEQUITAÍ, empreendimentos localizados na Bahia e Minas Gerais.AHE ITAPEBI  além de gerar energia , possibilita o uso da água para abastecimento da população riberinha do lago e uso para a agricultura .

itapebi Estudo de Impacto Ambiental   EIA & Relátório de Impacto Ambiental   RIMA

Nesta época o uso de imagens de satélite nos estudos  não existia, se usava Autocad para elaboração de mapas e bases retiradas da digitalização de cartas do IBGE , dividindo em área de influência direta - AID na escala 1:50.000 e área de influencia Indireta – AII escala 1:250.000, não existia bases prontas. Geologos, Biologos e todo corpo multidisciplinar, todos elaboravam os seus mapas com dados primários e secundários quando eles existiam.Dados primários retirados de viagem de campo ao local do empreendimento e dados secundários retirados de bibliografia ou orgão competente.Os dados primarios eram usados nos mapas de AID e os secundários nos mapas AII.

 Gostaria de citar  dentre as pessoas que realizaram este trabalho na área de  cartografia, encontramos Tarcísio Luiz Coelho de Castro(Chefe) ,Eleonora F. Souza,Carlos Henrique Kapps e Maria Lourdes F. Cyspreste

A questão de determinação de Área de influencia tem avançado desde então, alguns empreendimentos adotavam os municípios atingidos e passaram a adotar a Bacia Hidrográfica como área de influência indireta – AII, no para saber + tem um paper do Ministério Público sobre este tema que critica a escala de utilização do projeto de AHE Itapebi e abre a questão da determinação da área de influência nos empreendimentos de setor elétrico.

 O EIA e RIMA passarama a ser obrigatórios apartir da resolução 001 de 23/01/86 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA

Na resolução numero 006 de 16/09/87 determina quais documentos são necessários para licenciamento de Hidrelétricas,termelétricas e Linhas de Transmissão em que respectiva fase de licença.

 Para Saber + :

UHE ITAPEBI – GRUPO NEOENERGIA
http://www.itapebi.com.br/responsabilidade.asp

CONAMA – MMA
http://www.mma.gov.br/conama/

MINISTÉRIO PÚBLICO
http://4ccr.pgr.mpf.gov.br/institucional/grupos-de-trabalho/gt-licenciamento/informa-tecnicas/NT%20039-07_Encaminha_trabalho_area_de_influencia.pdf.
 

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UHE Canoas I e II e UHE Funil – Você conhece uma Usina Hidrelétrica?

Por Marcos Cavalcanti | 16h19, 09 de Julho de 2009

Quando trabalhei no projeto Básico de Engenharia de Canoas I e II em uma empresa de consultoria chamada ENGEVIX  foi gratificante entender como funciona uma Usina Hidrelétrica, podemos trabalhar com geoprocessamento e não conhecer nada sobre o fim que está sendo realizado. 

Quando fazemos mapas, classificações de Imagens e Sistemas de Informação Geográfica será que não precisamos entender nada do funcionamento da Usina? De que partes compõem, quais os mecanismos de segurança, vertedouro, casa de força, tomada dágua,ensecadeira,etc…
 
Sempre que faço um trabalho gosto de saber a “historinha” que está por traz daquilo, se não passaremos a idéia de  que apenas apertamos os botões do teclado do computador, devemos sempre que possível agregar informações. Diagnosticar o problema e ajudar a conceber uma solução depende do acumulo de informações e experiências que se vai adquirindo pelo tempo.
 
A primeira Usina Hidrelétrica que conheci foi UHE FUNIL (FURNAS) que fica próximo a Resende-RJ, lá existe uma visita guiada para atender as pessoas que se interessam em conhecer o seu funcionamento, FUNIL é especial, pois tem um formato meio parabólico, junto a revegetação realizada pelo Departamento Engenharia Ambiental de FURNAS que tem um viveiro de mudas na usina, formam um ambiente harmonioso e bonito de se ver.
 
O lago da UHE FUNIL tem deplecionamentos enormes que facilitam processos erosivos, deplecionamento seria o desnível de enchimento e esvaziamento do reservatório, que acontece todo ano devido a época de chuvas e a época de seca(que não chove), sendo necessário esse trabalho de revegetação das margens do reservatório para conter o desbarranco das margens.
 
FUNIL é escolhida pelo IBGE como área de estudo no BRASIL, por isso encontramos cartas do mapeamento sistemático na escala 1:25.0000 nesta região, junto ao IBGE foi realizado uma das primeiras aquisições e estudo de imagens IKONOS no BRASIL nesta represa, o que originou a apresentação do nosso trabalho de Avaliação da capacidade de Discriminação de alvos naturais e artificiais para imagens IKONOS em 2001 no Congresso Brasileiro de Cartografia em Porto Alegre. 
  
UHE FUNIL como UHE CANOAS I e II me ajudaram a conhecer o funcionamento de uma Usina e poder conceber um olhar mais crítico sobre o impacto destas usinas no meu trabalho de geoprocessamento.
 
Você acha importante conhecer o motivador do trabalho que realizamos?
Deixe seu comentário..,
 
Para saber + :
 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE
UHE FUNIL – FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A.
UHE CANOAS I
UHE CANOAS II
Congresso Brasileiro de Cartografia
Engevix Engenharia S.A.
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Energia – Qual o futuro?

Por Marcos Cavalcanti | 10h00, 08 de Julho de 2009

O mundo reconhece que a energia “limpa” será o futuro, não podemos mais comprometer o meio ambiente pelo nosso prazer de “usar sem medir conseqüências”, o nosso modelo, está longe de ser o melhor e acredito que teremos alternativas de melhorar as nossas fontes energéticas 

Recentemente vi um programa no Discovery Science sobre alternativas de uso na geração de energia, a primeira fonte apresentada seria a utilização das marés como gerador de energia, a segunda um caso na Austrália que é o maior consumidor de carvão para geração em termoéletricas passariam a utilizar o calor do sol, gerando ar quente propulsando geradores através de um grande tubo, projeto muito grande e não sei as conseqüências ambientais abaixo daquela estufa, pois a área era um deserto no meio da Austrália. Outro mecanismo seria a fusão nuclear, através do acelerador de partículas na Inglaterra, o programa dizia que seria possível gerar energia por 30 anos a partir de uma bacia d’água.
 
Conhecemos dois tipos que são alvos freqüentes, vamos chamar “figurinhas fáceis” quando falamos de energia limpa, energia eólica, produzida pelos ventos, dizem que sua manutenção é muito cara e a energia solar através da fotocélula, os preços não são competitivos e necessitam de áreas muito grandes para serem instaladas.
 
Vem-me a cabeça que nossos reservatórios, principal fonte de geração de energia em nosso país, ocupem grandes áreas também, Qual seria a diferença? Acredito que ninguém agüentaria ficar olhando muito tempo para geradores e coletores, a paisagem de um lago, mesmo que artificial é muito melhor.
 
Pensar no futuro, se o acelerador é algo seguro, pode ser a saída, porem o que foi dito na reportagem é que somente daqui a 50 anos poderemos ter uma cidade abastecida por esta fonte de energia.
 
O que você acha sobre o assunto?
 
Para saber + :
DISCOVERY SCIENCE
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UHE SIMPLÍCIO

Por Marcos Cavalcanti | 11h41, 07 de Julho de 2009

Quando iniciei minha vida profissional na área de cartografia em 1996 era estagiário em uma grande empresa de consultoria,  faziamos mapas de toda ordem e um dos meus primeiros envolvimentos com reservatórios foi calcular o enchimento de Simplício e seu impacto na Cidade de Três Rios – Rio de Janeiro.

Simplício é o maior projeto em realização no Sudeste, sendo um projeto de engenharia civil que tem mais de 20 anos e foi alterado “n” vezes, a princípio era em queda única e passava dentro do rio Paraíba do Sul, os impactos na Cidade de Três Rios seriam muito grandes. 

O projeto atual que está sendo construído foi dividido em UHE SIMPLICIO e UHE ANTA que formam o complexo Hidrelétrico de Simplício, com capacidade instalada de 333MW (Fonte: FURNAS), todos que foram à obra dizem que é uma aula de engenharia, pois compõe várias estruturas com re-locação de rodovia, túneis e formação de vários reservatórios, a solução apresentada propõe desviar a água do Rio Paraíba do Sul através do grande desnível de altura entre vários pequenos reservatórios até a casa de Força já no nível do rio, havendo assim a geração de energia.
 
Muitos se referiam a Simplício como “Suplício” por várias tentativas de tirá-la do papel, algumas pessoas foram entrevistadas várias vezes para estudos da região e finalmente hoje é uma realidade em construção.
 
Deixe sua opinião sobre a obra nos comentários e conte um pouco da sua vivencia neste empreendimento, um grande abraço. 

Para saber + :

FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S.A
www.furnas.com.br

Agencia Nacional de Energia Elétricas – ANEEL
www.aneel.gov.br/arquivos/PDF/Simplicio.pdf

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  • Marcos Cavalcanti
    @marcanti
    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

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