November | 2009 | Energia

Energia

E POR FALAR EM BASES…

Por Marcos Cavalcanti | 8h31, 30 de Novembro de 2009

Parece que foi de propósito que estamos discutindo Bases Cartográficas no Brasil e aparece esse seminário online, juro que não foi, se desejarem hoje dia 30 às 11:00hs acontece um seminário online sobre Bases digitais de maior qualidade no Brasil da Empresa Santiago e Cintra e Mundogeo, eu já estou inscrito, podemos trocar comentários sobre o evento depois aqui, deixem seus comentários….

e Faça sua inscrição aqui.

https://www2.gotomeeting.com/register/838965050

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A EVOLUÇÃO DE BASES CARTOGRÁFICAS II

Por Marcos Cavalcanti | 18h27, 26 de Novembro de 2009

Após escrever sobre A Evolução de Bases Cartográficas, fiquei pensando que algumas pessoas poderiam confundir a minha crítica como sendo ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o que não foi minha intenção, apesar do post não sofrer nenhuma repercução neste sentido, pelo contrário alguns colegas elogiaram minha iniciativa quanto ao exposto, gostaria de elogiar o trabalho dos profissionais desta Instituição.

O mapeamento sistemático do IBGE com as dificuldades financeiras encontradas, mesmo assim vem trabalhando no sentido de servir uma base digital de qualidade. As pessoas que trabalham nesta área, sabem que o governo sempre priorizou o censo (corrigido,obrigado)  no Instituto, deixando o mapeamento em segundo plano, recentemente contrataram a empresa GISPLAN para realização da Base na escala 1:250.000.

A definição de uma política de mapeamento é muito relevante para investimentos no Brasil e sempre estamos atrás neste sentido. Não acredito que o IBGE não tenha profissionais qualificados para execução desta base, o que faltam são recursos físicos (estruturas e equipamentos) e financeiros.

Deixem seus comentários…

PARA SABER +

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE
www.ibge.com.br

Gisplan
www.gisplan.com.br

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PALESTRA NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – UERJ

Por Marcos Cavalcanti | 9h31, 24 de Novembro de 2009

Ontem fui nas palestras organizadas pelo Prof. Gilberto Pessanha na Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ, foram 4 (quatro) palestras proferidas por Doutores e Mestrandos de várias instituições com temas relevantes como Meio Ambiente, Proposta de Banco de Dados para Cadastro Multifinalitário em Municípios de Médio e Pequeno Porte, Levantamento de efeitos de Borda nos levantamentos de laser aerotransportado, e por fim Sucetibilidade de áreas em Nova Friburgo – RJ.

As palestras prosseguem hoje dia 24, apartir das 17:00 horas na sala 51do prédio principal no 5 andar, vale conferir e participar com perguntas aos palestrantes.

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A EVOLUÇÃO DE BASES CARTOGRÁFICAS

Por Marcos Cavalcanti | 8h15, 23 de Novembro de 2009

Quando trabalhava em uma empresa de consultoria na década de 90, não existia a quantidade de bases e geração de informações fornecidas pelos órgãos governamentais como existe hoje. O trabalho consistia em gerar ou transformar bases  cartográficas analógicas em digitais, esse trabalho dependia da “expertise” do técnico no trato com mesas digitalizadoras e em poucos casos vetorização automáticas, digo em poucos casos, pois a quantidade de escâneres de grandes formatos era pequena ou inexistente.

Bem, nesse processo o meio analógico eram cartas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE em escalas existentes, no caso de Área de Influencia Indireta - AII  escala de 1:250.000 e na Área de Influência Direta – AID a escala 1:50.000. Já abordei este tema em outros posts, porem acredito que é necessário estar sempre fazendo uma análise da melhoria da informação no tempo.

De lá para cá o geoprocessamento, bem como o mapeamento através de processos como aerolevantamento e laser aerotransportado, nos permite obter bases mais reais do relevo e de suas características ao tema observado. Com o aparecimento dos satélites orbitais as escalas começaram a gerar bases em escalas 1: 5.000 ou 1: 10.000 e aos poucos o custo destas diminuíram consideravelmente. O problema que identifico é que as imagens de satélite tem sido indiscriminadamente usada como base de trabalhos, sem abordagem técnica e tipológica ou seja de mapeamento de feições existentes, como se a imagem fala-se por sí e isso fosse suficiente. Espero que as empresas comecem a usar a classificação para geração de bases mais solidas e usufruam da informação como um todo.

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I GIS Day BRASIL

Por Marcos Cavalcanti | 14h56, 18 de Novembro de 2009

gisday color I GIS Day BRASILEsta semana acontece o I GISDAY BRASIL que é um movimento internacional para propagar as noções de GIS na escolas e faculdades. Quatro estados no Brasil participaram que foram : Minas Gerais, São Paulo, Espirito Santo e Rio Grande do Sul.

Se vocês participaram deixem seus comentários sobre o evento…

Para Saber+:

GIS DAY: www.gisday.com

UNIFAL – UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS www.unifal-mg.edu.br/gisday(vagas limitadas).

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APAGÃO 2009

Por Marcos Cavalcanti | 18h18, 11 de Novembro de 2009

Trabalho no setor elétrico há 14 anos, tempo pequeno perante alguns companheiros de sala com 35 anos de dedicação integral ao setor e não é o primeiro apagão que vemos acontecer no Brasil. O setor é exemplo para vários países na questão do sistema interligado, ou seja o Brasil é ligado praticamente de norte a sul, de leste a oeste por linhas de energia que se juntam em pontos (substações) como uma grande rede e a vulnerabilidade ou a rigidez do sistema interligado se faz presente ao mesmo tempo, ou seja, ao mesmo tempo em que podemos receber energia de Minas Gerais no Rio de Janeiro, podemos receber energia de Foz do Iguaçu e os danos se forem pequenos são supridos por outro estado.

Só que foz do Iguaçu representa 20% da energia do Brasil e da onde tiramos os  20% se Foz do Iguaçu parar? Esta pergunta está na construção de UHE Santo Antonio e UHE Jirau em Rondônia? Ou na construção de AHE Belo Monte?

Será que a dependência de Foz fragiliza o sistema? Agradeço pelos comentários de vocês, deixem seus comentários….

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RETIFICAÇÃO DAS PROPRIEDADES CONFRONTANTES DAS ÁREAS DAS USINAS HIDRELÉTRICAS

Por Marcos Cavalcanti | 7h38, 06 de Novembro de 2009

A análise de concordância das retificações das propriedades da qual FURNAS é confrontante nos reservatórios são realizados através do Departamento de Patrimônio Imobiliário de FURNAS. As retificações são solicitadas quando os proprietários realizam alterações nas dimensões e confrontações de seu imóvel através de planta e memorial descritivo.

Geralmente é encaminhado por cartório de registro de imóveis para a empresa, com prazo por lei de 15 dias para análise, orientamos que seja primeiro encaminhado para a empresa e posteriormente para os outros confrontantes (vizinhos).

Pela nova lei 10267/01 os imóveis rurais (dependendo da área) devem ser descritos através de posicionamento espacial, ou seja, devem ser georreferenciados,  para imóvel urbano isto não é necessário, porem sua localização para liberação da anuência de confrontante é dificultada se não está georreferenciado.

Ao chegar à empresa, o primeiro passo é a identificação da propriedade no levantamento aerofotogramétrico realizado recentemente, nesta identificação verifica-se de possíveis invasões na cota de desapropiação1.

Verifica-se se a cota de desapropriação se está plotada no mapa e descrita no Memorial descritivo, estas informações são  essenciais para anuência do pleito.

Algumas vezes a realização deste trabalho envolve conversões cartográficas de projeções diferentes de GAUSS para UTM, pois alguns reservatórios estão mapeados em GAUSS, após esta identificação e realizada pesquisa minuciosa da identificação do proprietário que foi indenizado pelas inundações realizadas.

É identificada a matricula do cartório no Arquivo Técnico em outra divisão do departamento, na qual são guardados todos os processos relativos aquela propriedade.

Após isso é finalmente realizada a carta de envio concordando ou não com pleito da retificação e analisado por três pessoas antes de seu envio devidamente assinado pelo chefe de departamento.
 Se você tem dúvidas sobre este assunto deixe seu comentário…

1 – Cota de desapropriação é a cota onde foi determinada por decreto de utilidade pública a desapropriação de terras para enchimento do reservatório, varia de reservatório para reservatório.
 
Para saber+:
INCRA
www.incra.gov.br/portal

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  • Marcos Cavalcanti
    @marcanti
    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

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