January | 2010 | Energia

Energia

Fortaleza – Energia Eólica

Por Marcos Cavalcanti | 9h37, 18 de Janeiro de 2010

Estive este final de semana em Fortaleza no Ceará e não pude deixar de fazer uma comparação, quando pensamos no país Holanda, uma das primeiras imagens que vem na minha cabeça são os cataventos dos moinhos, em Fortaleza podemos fazer a mesma relação com relação a quantidade de geradores energia através de vento – Parques Eólicos, são muitos geradores que constratam com as praias e lindas falésias daquela região.Me surpreendi, pois foi minha primeira viagem aquela cidade e não esperava um parque eólico daquela magnitude, acredito que fortaleza deveria se colocar como exemplo na captação de energia alternativa.  

No curso de Analise e Avaliação Ambiental na qual fui aluno na PUC-RIO, a Professora Lucy já falava do potencial eólico litoraneo do nosso país,  Lucy foi uma das produtoras do Atlas Eólico Nacional e lecionou na PUC-RIO, atualmente a Eletrobras está em fase de conclusão de um novo atlas.

Acontece em Fevereiro, São Paulo. A Wind Forum Brazil 2010 – FORUM NACIONAL PARA GERAÇÃO EÓLICA, que terá como temas :

  • A inserção da geração eólica na matriz nacional e as perspectivas oficiais para seu desenvolvimento
  • Fontes de financiamento e critérios para concessão de crédito para os empreendimentos de geração eólica
  • Principais entraves para o licenciamento ambiental de empreendimentos eólicos
  • Desafios para a estruturação de novos projetos para o setor e alternativas para a comercialização de energia eólica

 Se tem informações sobre energia eólica deixem seus comentários…

Para Saber +:

Centro de referência para energia solar e eólica – CRESESB
www.cresesb.cepel.br/index.php?link=/atlas_eolico_brasil/atlas.htm

Agencia Nacional do Setor Elétrico – ANEEL
www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/06-Energia_Eolica(3).pdf  

wind Forum Brazil 2010 – FORUM NACIONAL PARA GERAÇÃO EÓLICA
www.windforumbrazil.com/Event.aspx?id=248506

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Sismos e Empreendimentos Hidrelétricos

Por Marcos Cavalcanti | 9h56, 12 de Janeiro de 2010

Quando trabalhava no Departamento de Engenharia Ambiental de Furnas, realizamos vários trabalhos que o Programa Monitoramento de Sismológico foi contemplado, o que me chama mais atenção foi na Usina Hidréletrica de Manso, pois a preocupação foi que próximo ao empreendimento ocorreu o maior  tremor registrado no Brasil atingindo magnitude 6,6 na Escala Richter  na Serra do Tombador no Mato Grosso em 31 de Janeiro de 1955(wikipédia).

O Sismos são medidos em magnitude pela Escala Richter que varia de micro inferior 2, à magnitude 10 extremo nunca registrado, os sismos que ocorreram este dias no Nordeste são de magnitude 4,  desde 1997 não se registravam sismos desta magnitude naquela região.

No caso de Manso a Universidade de Brasília – UNB ficou encarregada de instalar sismógrafos próximo a Usina e devem monitora-los até hoje, no Sistema de Informação Geográfica - SIG o Programa de Monitoramento Sismológico posicionava os pontos do sismógrafos e havia entrada dos dados dos equipamentos pós-processados pela UNB, alem da entrada dos relatórios enviados pela UNB.

Se Tem alguma experiência em geoprocessamento em Sismos deixe seu comentário….

Para Saber +:

Sismo – WIKIPÉDIA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sismo

Observatório Sismológico Universidade de Brasília
www.obsis.unb.br

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ANGRA E ILHA GRANDE – MONITORAMENTO?

Por Marcos Cavalcanti | 13h31, 04 de Janeiro de 2010

Assistimos ao desastre ocorrido no Réveillon na Ilha Grande e em Angra, os profissionais que trabalham com geotécnica sabem que os terrenos em Angra são suscetíveis a estes problemas, sabemos que foi um acidente, porem será que nossos estudos de empreendimentos contemplam tais possibilidades? Escutei a secretária de Meio Ambiente do Rio de Janeiro no Globo News dizendo que na maioria das vezes, as edificações em locais que acontecem estes problemas são de origens clandestinas, o que facilitam estes problemas, concordo em parte com ela, porem se tivéssemos um mapeamento destas áreas de risco e um monitoramento contínuo seria bem mais fácil evitarmos o ocorrido. Temos que apreender com nossos erros e mudarmos essa história para sempre. Ela mesma disse que com a formação da GEORIO após a década de 60, os monitoramentos e estudos na Cidade do Rio de Janeiro foram bem mais sistematizados, reduzindo os sinistros na cidade.

Os mapas e relatórios de Suscetibilidades a Erosões, Geomorfologia e Geologia nos estudos hidrelétricos são capazes de atender a esta demanda? , acredito que não, sou favorável ao Monitoramento, vejo as empresas do setor hidrelétrico, sem querer generalizar, interessadas em novos empreendimentos e o legado se detendo a renovação de licenças sem a sistemática de monitoramento e melhorias dos empreendimentos.

Deixe o seu comentário….

 PARA SABER + :

GEORIO
http://obras.rio.rj.gov.br/index.cfm?arquivo_estatico=1541.htm

ALERTA RIO
http://www2.rio.rj.gov.br/georio/site/alerta/alerta.htm

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  • Marcos Cavalcanti
    @marcanti
    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

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