Marcos jose de Cavalcanti | Energia

Energia

ONDE TEM RESPOSTA PARA TUDO?

Por Marcos Cavalcanti | 21h15, 11 de Setembro de 2010

Quando os computadores não existiam, as respostas para tudo estavam nas enciclopédias, para quem não sabe o que são enciclopédias, seriam livros com vários verbetes como no dicionário porem escritos de forma informativa, seria como o WINKPEDIA dos dias atuaís, porem com uma diferença, tudo que era escrito por escritores renomados por excelencia no que estavam escrevendo, por exemplo Sigmun Freud escreveu um capitulo da enciclopédia Britânica, sobre Psicanálise.

Hoje outra forma de encontrarmos uma resposta para que desejamos é colocar a pergunta em um site de busca e zap!!! encontramos respostas certas, erradas e as vezes nem encontramos. E onde que quero chegar? Quero lembrar de um mecanismo que foi abandonado e esquecido, pois saiu do papel definitivamente para o mundo digital, que são os manuais técnicos. Esse manuais eram verdadeiras apostilas e ensinavam a trabalhar com os softwares que existiam de CAD ou qualquer outro programa e eram escritos em português ou inglês técnico.

Hoje mesmos a função “Help” já não ajuda muito, pois não são tão didaticos como os antigos manuais e os comandos e em uma consulta simples resultam em inumeras respostas para a mesma pergunta.

Sou a favor da volta dos manuais impressos, a industria deve ter lucrado horrores com a retirada dos exemplares em papel e com os cursos, pois hoje somente com eles conseguimos apreender alguma coisa.

O que vocês acham? Deixem os seus comentários…

Para saber+:

BARSA

http://brasil.planetasaber.com/default.asp

ENCICLOPEDIA BRITANICA

http://www.britannica.com/

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É só plotar!!!

Por Marcos Cavalcanti | 16h35, 14 de Agosto de 2010

Alguns amigos irão rir de mim, sobre a abordagem que vou dar para o tema deste post. Nos meus anos de trabalho uma das minhas atividades alem de produzir mapas foi imprimir em impressoras de grande formato. A primeira foi uma que utilizava canetas de diferentes cores que representavam diferentes espessuras, lembro inclusive como a tinta era cara, um funcionário adaptou uma caneta esferográfica na caneta de plotter e plotava com aparência parecida com a tinta, esse funcionário nunca ganhou um tostão pela redução de custo da empresa.
A outra plotter foi a hp750 que foi um grande avanço, pois era jato de tinta, acabando com os problemas de entupimento e abrindo o mundo das cores para os desenhos que fazia. E por ultimo a HP1055cm com HD interno e memória de maior capacidade o que promoveu o armazenamento de informações e sua reutilização após impressão.

Essa evolução de equipamentos me ajudou na minha vida profissional, e o que mais me desagradava era os profissionais que tem como “suporte” a questão do desenho ou mapa, diminuir a questão deste trabalho. Alguns amigos que trabalharam comigo nem queriam se submeter a este tipo de função, pois a frase : – imprime dez desenhos para mim, é só plotar!! , era a frase mais dita pelos profissionais, como se fosse uma atividade menor e de fácil e rápida execução.

O usuário não sabia que a impressão consiste em alguns casos na adequação de penas, por exemplo, quanto a espessura e cor, bem como adequação do papel utilizado brilhante ou opaco e seu respectivo formato a toda configuração dos softwares de impressão, bem como dobrar e cortar no padrão da ABNT, muitas das vezes ignorado.

A meu ver o profissional acredita que é a impressão de desenhos e mapas são iguais as impressões de documentos texto, e mudar essa “cultura” não é das atividades mais fáceis, por muito tempo próximo ao equipamento de impressão , colocava essa frase “ é só plotar!!”, o que modificou a visão técnica por traz das atividades pelos funcionários de alguns departamentos que trabalhei, como uma atividade valorizada e que implica em qualidade do produto final.

O que vocês acham? Deixem seus comentários….

Para saber + :

HP

http://www8.hp.com/br/pt/home.html

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NUVEM OU TEMPESTADE?

Por Marcos Cavalcanti | 18h44, 20 de Junho de 2010

Muitos já devem ter escutado falar do termo computação em Nuvem, que seria a passagem dos softwares como conhecemos, trabalhando em nossos equipamentos desktops, para um  mundo virtual na internet em servidores administrados por empresas. Como tudo na vida, tem o seu lado bom e seu lado ruim. O lado bom é que de onde você estiver vamos poder trabalhar com os nossos dados, o lado ruim é a confiabilidade de segurança e manutenção das suas informações nesses mundos.

Eu mesmo fui vitima desse problema à uns dez anos criei um site no Yahoo Geocities era um construtor de sites, o site virou top ten em qualquer site de busca pela temporalidade e conteúdo que ele tinha, a cerca de mais de um ano, talvez dois, veio a notícia que o Yahoo iria terminar com o serviço de construtor, agora imagina se fosse outro serviço que conhecemos na qual guardamos todos os nossos trabalhos científicos ou fotografias, fazer backup ou recuperar não seria apenas o trabalho que teriamos, pois todo sistema envolve muito mais do que Backup apenas.

Recentemente postei minha indignação com as atualizações de software, pois muito das customizações se perdem nestas atualizações e se o mesmo ocorrer nas nuvens, será que vai virar tempestade?

O que vocês acham, deixem o seu comentário…. 

 Computação em Nuvem – Winkipedia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem

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ENERGIA NUCLEAR – Usina Nuclear Angra 3

Por Marcos Cavalcanti | 13h38, 12 de Junho de 2010

Recentemente li no Jornal “O globo” uma reportagem sobre a liberação da ultima licença que faltava para a  construção da Usina Nuclear de Angra 3. Trabalhei na elaboração de algumas melhorias nas Usinas Angra I e Angra 2 na Engevix Engenharia, me recordo que o projeto das duas era escrito em alemão e que todo controle da usina foi reformulado por equipamentos atuais. 

Ninguem duvida que o local para construção em Angra dos Reis no Rio de Janeiro não poderia se pior para instalação de uma usina nuclear, pois os atrativos naturais da região impactam com a dureza do concreto da Usina e aos perigos relacionados a radioatividade, dizem na reportagem que será para a Copa do Mundo, poderiamos ter outras opções de energia limpa para resolver este problema, porem a opção será a pior no meu entendimento. 

No Jornal “El País” foi publicado uma entrevista com o Presidente da Rede Elétrica da Espanha – REE, que não vê espaço para novas usinas nucleares na Espanha a não ser para substituir as antigas. Segue entrevista na Integra.

El país - http://www.elpais.com/edigitales/entrevista.html?id=6841 

O que vocês acham? Deixem seus comentários…

(www imotion com br) 8693radioativo ENERGIA NUCLEAR   Usina Nuclear Angra 3 

 

 

 

 

FONTE: Imotion Images

Para Saber+ :

winkipedia – ENERGIA NUCLEAR

http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_nuclear

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Petrobras populariza dados espaciais no cinema.

Por Marcos Cavalcanti | 7h10, 24 de Maio de 2010

Lembro-me que há dez anos, quando dizia que trabalhava com Geoprocessamento, poucos sabiam o que era. Este final de semana fui ver Fúria de Titãs 3D no cinema, quem tem mais de quarenta anos não resistiria a um remaker como este, no início da projeção a Petrobras faz um teaser sobre Geoprocessamento e sobre sua nova ferramenta em parceria com o Google Earth uma aplicação da Biodiversidade da Amazônia georreferenciada através dos trabalhos de pesquisa da estatal, na verdade compilando dados que a mesma deve ter retirado de vários  trabalhos de pesquisa para seus licenciamentos ambientais.

Nada mais justo que retribuir ao meio acadêmico e científico, apesar de que acredito que o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis- IBAMA deveria estar a frente de algo parecido a anos, os estudos se repetem e poderiam ser mais aprofundados em vez de repetidos, os próprios Sistemas de Informações Geográficas – SIGs poderiam agregar mais informações, serem mais completos.

Espero que a aplicação seja dinâmica e seja incorporada de novos dados da Fauna e da Flora brasileira constantemente e não apenas um repositório de informações.

Parabéns Petrobrás pela Iniciativa, difundindo mais o geoprocessamento e distribuindo os dados da empresa para a sociedade, deixem os seus comentários…

Para Saber +:

PETROBRAS – BIOMAPAS

http://www.petrobras.com.br/biomapas

 IBAMA

http://www.ibama.gov.br/

 

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REALIDADE AUMENTADA

Por Marcos Cavalcanti | 13h49, 01 de Maio de 2010

Na edição 12 deste mês da InfoGPS existe uma matéria da Fabíola Cottet, muito interessante sobre “Realidade Aumentada, tudo o que você ainda não sabe”,  não é a primeira vez que escuto falar sobre este tema, e acredito que ele cada vez mais fará parte de nossas vidas, a empresa Google Maps através de seus carros com câmeras vem revelando esta tecnologia (Street View), seriam infomações em tempo real georreferenciadas de vários locais do mundo, inclusive fornecidas por você.

Recentemente postei no meu blog bloggeoprocessamento.blogspot.com uma aplicação apresentada no IDEAS WORTH SPREADING - TED2010 feira de idéias ou inovações para os próximos anos, e no TED2010 foi apresentado a uma nova aplicação para o  Bing Maps, segue apresentação…

 

No LINK – A apresentação tem legendas em português – http://www.ted.com/talks/lang/por_br/blaise_aguera.html

Depois que vi a apresentação fiquei pensando onde que isso vai parar? Idéias que podem revolucionar o mundo que vivemos. Essa Iniciativa de apresentações de idéias são bem interessantes, acontece este mês dia 08 de Maio no planetário no Rio de Janeiro o TEDXSUDESTE – www.Tedxsudeste.com.br, e as inscrições já estão esgotadas, tenho convicção que voltarei a tocar neste assunto em outros posts…

Deixe o seu comentário sobre realidade aumentada…

Para Saber +:

BING MAPS – http://www.bing.com/maps/

Google Maps – maps.google.com.br

TED 2010 – IDEAS WORTH SPREADING – www.ted2010.com

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HAND – AQUELA MÃO QUE FALTAVA

Por Marcos Cavalcanti | 8h06, 27 de Abril de 2010

Conheci um trabalho de pesquisa que vem dando literalmente uma mãozinha para o meio ambiente, que se chama HAND (Height Above the Nearest Drainage). O projeto já deu frutos para a criação do Parque Nacional  Altos da Mantiqueira situado em 11 Municípios e contido nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Foi desenvolvido um estudo para um mapa de risco no HAND, que possibilitou o entendimento muito mais simplificado dos benefícios da criação da unidade de conservação.

 São inumeras as aplicações que podem ser empregadas na geração de mapas para plano diretor, por exemplo, as APP’s (Áreas de Preservação Permanente) nos mapeamentos atuais, levam em conta a distância Euclidiana abordadas nos SIG’s (Sistemas de Informação Geográfica), a qual, para este propósito, desconsidera a largura do curso de água. Neste caso, através de um mapeamento HAND, pode-se determinar estas áreas de acordo com a sua hidrografia, conforme o Código Florestal Brasileiro.

Outra aplicação relevante deu-se no mapeamento das zonas de risco para o projeto chamado MEGACIDADES, no qual forneceu com precisão áreas que ocorrem deslizamentos e enchentes para as cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo. Este mapeamento pode ser aplicado para quaisquer outras localidade que disponibilizem dados topográficos (DEM – Digital Elevation Model).

As aplicações deste descritor de terrenos conseguem reproduzir resultados que envolvem Hidrografia, Pedologia, Geologia, (dentre outras variáveis ambientais) que são revelados em um único mapeamento. Ele envolve princípios fundamentais, normalizando as alturas (cotas – z) em relação à hidrografia mais próxima, permitindo que sejam comparáveis terrenos de fundos de vale e de altitude, por exemplo.

Conheci a ferramenta HAND através da Grasiela Oliveira Rodrigues, Engenheira Ambiental pesquisadora no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE. Também faz parte diretamente da equipe o Cientista da Computação André Silveira. Ambos estão sob coordenação do Professor/Pesquisador do Centro de Ciências do Sistema Terrestre (CCST/INPE) Antonio Donato Nobre.

Para saber+:

National Geographic Brasil.
http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/noticias/228378_noticias.shtml?MA

INPE
http://www.inpe.br/

var wljs_path = “http://ping.worldlogger.com/worldlogger.js”;

document.write(unescape(“%3Cscript src='”+wljs_path+”' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E”));
document.write(unescape(“%3Cscript%3Etry { var wl = new wl_WorldLogger('99c1b31cc5a5d67281b834e7d517f3c1ace2d9d3', {'ping_location':'http://ping.worldlogger.com/ping'}); } catch(e) { if(console) console.warn(e);}%3C/script%3E”));

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BRASÍLIA II – 50 ANOS

Por Marcos Cavalcanti | 10h00, 22 de Abril de 2010

Conheci a cidade Brasília com menos de 15 anos de idade, lembro-me do barro vermelho característico e que diziam que Brasília não havia sinal de transito, lembro também das chuvas que entrava-mos e saímos delas na mesma curva da estrada.

Voltei lá duas vezes para trabalhos e para o I Encontro Nacional sobre Geoprocessamento no Setor Elétrico da ANEEL, a cidade mudou, cresceu, ganhou a ponte atirantada. Brasília fica sendo um excelente material para geoprocessamento, lembro que um dos exemplos de imagem Landsat 5 no SPRING do INPE era a Capital Federal.

Outro fato importante é que o lago paranoá foi idealizado para geração de energia elétrica e hoje representa apenas 2% da energia consumida por Brasília, ou seja os outros 98% são obtidos de outras represas ou fontes de energia. 

Deixe o seu comentário ou experiência de trabalhos realizados em Brasília…

Para saber + :

WINKIMAPIA – BRASÍLIA

http://wikimapia.org/#lat=-15.7796994&lon=-47.9100037&z=11&l=9&m=b

WINKIMAPIA – BARRAGEM LAGO PARANOÁ

http://wikimapia.org/1792831/pt/Barragem-do-Lago-Parano%C3%A1 

WINKPEDIA – BRASÍLIA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia

WINKPEDIA – LAGO PARANOÁ

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lago_Parano%C3%A1

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BRASÍLIA – 50 ANOS

Por Marcos Cavalcanti | 9h39, 20 de Abril de 2010

Brasília faz 50 anos como Capital do Brasil, ontem fui convidado para o Lançamento do Livro Veredas de Brasília : as expedições geográficas em busca de um sonho, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a cerimônia foi no Rio de Janeiro com apresentações dos autores.

Pelo conteúdo das apresentações a compra do livro é altamente recomendável para quem pretende estudar ou obter aspectos da criação da nova capital, a escolha do local e todas as condições politicas e administrativas estão presentes na publicação.

O lado cartográfico na construção de Brasília, no livro não ficou de fora, pois todo o trabalho da construção foi realizado com Aerofotogrametria e estudo do uso de solo por uma empresa americana. Aspectos da escolha da nova Capital ficam claros que quando Juscelino assumiu, a escolha do local, as desapropriação das terras e mapeamento já estavam realizados, facilitando todo o trabalho. O livro me parece revelador por estes e outros assuntos relevantes levantados. Boa Leitura…

IBGE

http://www.ibge.gov.br/lojavirtual

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_impressao.php?id_noticia=1595

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PLANTEM ÁRVORES – REVEGETAÇÃO

Por Marcos Cavalcanti | 8h05, 08 de Abril de 2010

Alguns anos atrás fui ao reservatório da UHE FUNIL, que se localiza no Município de Resende no Rio de Janeiro, fui ensinar a utilizar um GPS de Navegação e suas respectivas aplicações para a Equipe de Meio Ambiente do canteiro de mudas da usina.

Aquele trabalho me encantou pela qualidade e pela diversidade de espécies que eram trabalhadas, poderia citar algumas como Ipê Amarelo e Pau Brasil que eram plantadas em áreas no entorno do reservatório. A Usina hoje está totalmente integrada na paisagem e as margens são revegetadas para contenção de erosão, muito comum naquela região.

Outro trabalho muito conhecido é o de recuperação de mata ciliar  que era realizado na CESP.

Semana passada descobri que tem uma Organização Não Governamental - ONG que realiza um trabalho semelhante, porem com relação a produtores rurais e viabilizando recursos através da plantação de árvores.

Plante Árvore é o nome de uma ação voluntária do Instituto Brasileiro de Florestas com propósito de neutralizar emissões de CO2, com o plantio de árvores nativas.

O programa prevê  que através do cadastro Plante Árvore é possível cadastrar áreas rurais afim de obter acesso a Pagamentos de Serviços Ambientais (PSA) e receber gratuitamente o Projeto Técnico de Recuperação Florestal, além de mudas e sementes gratuitamente.
Trata-se de uma ação voluntária, não gerando custos para o proprietário. Após o cadastro é orientado a obter acesso aos serviços ambientais através de recursos financeiros e/ou materiais, segundo o site do programa.

Acredito que a redução de CO2 seja muito difícil, por isso a importancia deste grupo.

Deixe seu comentário…

Para Saber+:

Instituto Brasileiro de Florestas – IBF

http://www.ibflorestas.org.br/

Plante Árvores

http://www.plantearvore.com.br/index.php/o-projeto.html

 Companhia Energética de São Paulo – CESP

http://www.cesp.com.br/portalCesp/portal.nsf/V03.02/MeioAmbiente_FloraTexto?OpenDocument

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  • Marcos Cavalcanti
    @marcanti
    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

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