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Reconstrução de batalhas em SIG OpenSource: Invasões Francesas

Por Eduardo Freitas | 12h13, 16 de Setembro de 2010

Pena que será em Portugal. Vai acontecer no dia 29 de setembro uma reconstrução digital de batalhas usando SIG OpenSource, que vai abordar especificamente o caso das Invasões Francesas.

O evento será às 17h (hora local) no Auditório da Sede da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa. Segundo os organizadores, “a elevada diversidade de campos do conhecimento que recorrem ao SIG para visualizar, integrar e explanar a complexidade de dados do conhecimento real de forma mais perceptível para os distintos utilizadores tem, ultimamente, contado com uma actividade menos conhecida – a reconstrução digital de batalhas. Esta aplicação e técnicas envolventes têm sido objecto de reconhecimento e fonte de inspiração para uma melhor compreensão de períodos históricos marcantes do passado, integrando e regenerando, em alguns casos, as suas fundações dos pontos de vista documental, histórico e militar”.

Ainda: “recentemente, e inserido nas múltiplas iniciativas desenvolvidas pela Comissão Coordenadora do Exército para as Comemorações dos 200 anos da Guerra Peninsular, foi desenvolvido um trabalho de investigação em que se procurou representar digitalmente os eventos, condicionantes, forças envolvidas e ambientes onde decorreram as principais batalhas das Invasões Francesas, incluindo os fortes das Linhas de Torres Vedras”.

As inscrições são em número limitado, estão abertas até 27 de Setembro de 2010 e serão registradas por ordem de chegada, mediante preenchimento do respectivo formulário de inscrição on-line.

Alguém se habilita em fazer a reconstrução de uma batalha épica brasileira? icon smile Reconstrução de batalhas em SIG OpenSource: Invasões Francesas

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GISVM 2: um projeto SIG open source em português

Por MundoGEO | 16h54, 25 de Maio de 2010

 

Transcrevo abaixo uma mensgem que recebi hoje do Ricardo Pinho, criador do projeto GISVM. Recentemente, o Ricardo e o Fernando Quadro escreveram um artigo sobre este projeto para a revista InfoGEO (disponível aqui, para assinantes e não-assinantes):

"Caros membros da Comunidade Portuguesa e Lusófona SIG,

O projecto GISVM surgiu há pouco mais de 1 ano atrás, de uma ideia e iniciativa pessoal, baseado num trabalho feito nos meus escassos tempos livres.

O seu sucesso ultrapassou todas as minhas expectativas, tendo adquirido uma dimensão Nacional e Internacional, que comprova o enorme potencial da ideia!

Verifico que a evolução do projecto tem sido condicionada pela minha incapacidade de dar resposta às imensas solicitações, na eterna luta " contra o TEMPO", e em certa medida pelos meus conhecimentos limitados em muitas áreas.
 
Porque acredito no potencial dos projectos comunitários Open Source e nas capacidades dos Portugueses, penso que chegou o momento de lançar um desafio à COMUNIDADE SIG PORTUGUESA, que alargo a todos os nossos irmãos LUSÓFONOS.

"VAMOS TORNAR O GISVM UM PROJECTO SIG OPEN SOURCE EM PORTUGUÊS"

Para o efeito tomei a iniciativa de:

1. Transferir o projecto para a plataforma mais completa que conheço do mundo do open source, o SOURCE FORGE: http://sourceforge.net/projects/gisvm/

2. Criar uma mailing list para concentrar todas as participações em língua Portuguesa: https://lists.sourceforge.net/lists/listinfo/gisvm-port APELO À INSCRIÇÃO DE TODOS!

3. Lançar uma nova edição do GISVM: GISVM Base, com uma abordagem totalmente nova, direccionada para a participação e contribuição dos utilizadores na construção de Scripts de Instalação: http://gisvm.svn.sourceforge.net/viewvc/gisvm/trunk/

4. Disponibilizar a sequência de criação da máquina virtual, para que seja conhecida por todos e permitir a sua melhoria com sugestões e contribuições de todos:
https://sourceforge.net/projects/gisvm/files/GISVM_Release_2/GISVM_Base_Release_2/GISVM_Base_Build/

Considerem este, um sincero pedido de ajuda, só em conjunto conseguiremos concretizar esta ideia ambiciosa, mas perfeitamente possível!

O ideal seria, como noutros países, envolver Universidades neste projecto, numa parceria estratégica. Espero que reconheçam este passo como um sinal de abertura para que isso se concretize.

O que vos peço:

1. Inscrevam-se e participem na Mailing List, mostrem a vossa disponibilidade, interesse, opiniões e sugestões! gisvm-port@lists.sourceforge.net

2. O primeiro passo necessário é criar uma "equipa núcleo" de desenvolvimento que estejam motivados e possam envolver-se neste projecto. VOLUNTÁRIOS PRECISAM-SE! (Eu sou relativamente novo nestas andanças por isso agradeço a participação de pessoas com experiência…)

O GISVM está agora nas vossas mãos, façam dele um sucesso ainda maior!

As únicas condições que coloco é manter o licenciamento do GISVM em GPL, com ressalva do share-alike e, tal como fez o Linus com o Linux, manter o registo de "GISVM" em meu nome."

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Brasil no "eixo do mal" do software livre ?!?

Por MundoGEO | 18h24, 26 de Fevereiro de 2010

Parece que a indústria europeia não gosta muito de software livre. A Aliança Internacional para a Propriedade Intelectual (IIPA), que já incluiu a Espanha entre os países "piratas" (por acaso seria por causa do gvSIG, que de pirata não tem nada?), também pede ao governo da União Europeia (UE) que vigie vários países por promover o uso do software livre.

Duas potências emergentes, Índia e Brasil, aparecem no informe que foi elaborado pela IIPA para o governo da UE. O lobby acusa os dois países de promover o uso do software livre em suas administrações públicas.

Aí eu pergunto. E daí ?!?

No caso do Brasil, a IIPA solicita ao governo que use sua influencia para "evitar as leis sobre o uso obrigatório de software de código aberto por parte das agências governamentais e das empresas públicas".

Estranho, não ?

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Câmera open source

Por MundoGEO | 14h38, 11 de Setembro de 2009

Além do software de código aberto, já bastante popular em várias áreas, agora é a vez do hardware open source.

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, estão criando uma câmera digital de código aberto, o que significa que qualquer interessado poderá construi-la e escrever novos programas de controle para que a câmera funcione em modos customizados, atendendo exigências de aplicações específicas e permitindo novas experimentações em fotografia.

Leia a íntegra da matéria sobre a câmera digital de código aberto.

Há algum tempo li sobre um veículo não tripulado de código aberto. Vou ver se encontro algo para postar aqui.

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  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

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