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Imagens impressionantes da Terra (e vem muito mais por aí)

Por Eduardo Freitas | 15h24, 08 de Junho de 2017

Muito tem se falado da agilidade e detalhamento das imagens obtidas por drones. No entanto, os satélites continuam ‘correndo por fora’ e ganhando cada vez mais poder de imageamento. E vem muito, mas muito mais por aí

Drones, drones, drones: ultimamente só se fala nisso…

Talvez você tenha a impressão que a MundoGEO só aborda os veículos aéreos não tripulados, mas é que ultimamente tem tanta novidade sobre o assunto – e também teve a recente regulamentação do uso comercial – que parece que esquecemos de todo o resto e que não tem muito o que avançar em outras formas de sensoriamento remoto.

Mas você se enganou.

Sim, realmente o setor de drones está bombando, mas as imagens de satélites continuam avançando, seja em resolução – espacial, espectral, radiométrica, temporal -, nos diferentes formatos de dados – óticos, radar – e nos modelos de negócios – constelações de satélites, big data geoespacial, etc…

Pode ser um cliché, mas o planeta hoje é nosso quintal.

Veja por exemplo a recente erupção do vulcão Bogoslof, no Alaska, que já tem imagens detalhadas antes, durante e depois do ocorrido, inclusive do caminho das cinzas espalhadas na atmosfera e disponível para qualquer pessoa acessar, de qualquer lugar do mundo.

A análise das imagens demonstra claramente o efeito da erupção sobre o tamanho e a forma da ilha. Além disso, a altíssima resolução das imagens é tal que os satélites foram capazes de capturar um provável rebanho de lobos marinhos nas costa da ilha antes da erupção. Isto seria improvável com o uso de drones, que teriam que ser deslocados até o local do evento.

Por esta e por outras é que, hoje, deve-se ter muito cuidado quando se fala em uma tecnologia substituindo outra(s), pois o que precisamos é de complementaridade.

A seguir, algumas imagens de cortesia da DigitalGlobe que mostram uma análise da erupção e seus efeitos:

vulcao 1024x780 Imagens impressionantes da Terra (e vem muito mais por aí)

Imagem do vulcão antes da erupção

vulcao bogoslov cinzas 1024x722 Imagens impressionantes da Terra (e vem muito mais por aí)

Caminho das cinzas do vulcão Bogoslov

vulcao rebanho lobos marinhos Imagens impressionantes da Terra (e vem muito mais por aí)

Rebanho de Lobos Marinhos na costa da ilha

Ainda falando de DigitalGlobe, com a recente aquisição pela MDA, os dados do satélite Radarsat-2 vão ficar disponíveis na plataforma de big data geoespacial GBDX. Agora com dados de radar de abertura sintética (SAR, na sigla em inglês), usuários da plataforma GBDX da DigitalGlobe terão a capacidade de ver a Terra dia e noite, em todas as condições climáticas.

Paralelamente, outros grupos se movimentam no setor de observação da Terra, como a Planet Labs que lançou recentemente dezenas de nano-satélites e anunciou a aquisição da Terra Bella da Google. E os chineses não poderiam ficar de fora e estão lançando também sua constelação de satélites de alta resolução SuperView.

Nesse sentido, vale a pena dar uma navegada pelo globo virtual criado pela Kaspersky e colaborado pela comunidade sobre como deverá ser a vida em 2050. De acordo com a previsão, drones, constelações de satélites e veículos ‘mapeadores’ vão conviver em harmonia, fornecendo dados em tempo real de todo o globo (e quem sabe fora dele).

Pois é, já vivemos em uma era espetacular de imageamento da Terra, e vem muito mais por aí…

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37 anos em 34 segundos

Por Eduardo Freitas | 18h50, 02 de Agosto de 2012

Este vídeo mostra o desmatamento da Amazônia no estado de Rondônia entre 1975 e 2012, com imagens obtidas pelos satélites do Landsat. O vídeo, que apresenta uma porção central do estado de Rondônia ao longo de 37 anos, evidencia que o desmatamento na região tem um padrão conhecido como “espinha de peixe”, gerado a partir de uma estrada principal e diversas secundárias.

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SIG para especialistas em vinho

Por MundoGEO | 15h36, 01 de Setembro de 2010

 

Ta aí um curso que eu gostaria de fazer, principalmente se envolvesse algumas sessões de degustação: SIG e Sensoriamento Remoto Aplicados à Vinicultura.

O curso é uma iniciativa da enosat e da associação gvSIG.

Um curso que poderia dar certo por aqui seria sobre SIG e imagens de satélite para o setor de cachaça. icon wink SIG para especialistas em vinho

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Primeiro seminário online MundoGEO. Está chegando a hora

Por MundoGEO | 17h52, 28 de Outubro de 2009

Já está dando um friozinho na barriga pela expectativa da estreia dos seminários online MundoGEO. A primeira edição vai acontecer amanhã (quinta-feira) antes do meio-dia (a partir das 11h), sobre as imagens da constelação de satélites RapidEye, com participação grátis.

Eu conheci a ferramenta GoToWebinar de seminários online (ou webinars, ou ainda webinários … pessoalmente, não gosto muito desses nomes) quando participei de um evento sobre mídias sociais. Aí fiz um teste gratuito e vi que vale muito a pena usá-la, tanto para reuniões entre pessoas de uma mesma empresa que estão em locais diferentes, como para a realização de seminários online para centenas de pessoas ao mesmo tempo.

A empresa Santiago & Cintra Consultoria acreditou no projeto e topou patrocinar nosso primeiro seminário, com o tema "conheça a constelação de satélites com a maior disponibilidade de dados atuais do Brasil". Esse evento vai abordar tanto as características técnicas como as aplicações da constelação de cinco satélites RapidEye. O palestrante do seminário online será Marcos Leandro Kazmierczak (sobrenome difícil .. ainda não aprendi direito a pronúncioa, mas até amanhã vou treinar), engenheiro florestal e mestre em sensoriamento remoto.
 
Os seminários online MundoGEO foram idealizados para fins educacionais e informativos, sobre lançamentos, cases e tendências no setor de geotecnologia. A metodologia é totalmente alinhada aos conceitos de sustentabilidade e às demandas por conteúdo profissional em um rápido espaço de tempo, sem a necessidade de deslocamentos, tanto do palestrante como dos participantes.

As vagas no seminário são limitadas a 1.000 participantes. Garanta seu espaço no seminário Imagens RapidEye.

 

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Injeção de sensoriamento remoto na veia

Por MundoGEO | 11h01, 01 de Outubro de 2009

Injeção na veia. Foi este o termo usado por um participante do Seminário 1001 Utilidades das Imagens de Satélites para definir o que aconteceu ontem no Hotel Bourbon Ibirapuera, em São Paulo.

Foram vários meses de preparativos, convites a palestrantes de debatedores, divulgação via portal, revistas, assessoria de imprensa, Twitter, Facebook, LinkedIn e email marketing (aqui abro um parênteses para falar sobre o envio de informações sobre o Seminário para a mesma base que recebe o informativo MundoGEO. Infelizmente, ainda não temos uma ferramenta para separar quem só deseja receber o informativo de quem também permite receber informações comerciais da MundoGEO. Isso estará disponível em breve), para condensar tudo em um só dia, com uma "overedose" de geoinformação.

Porém, o Seminário não termina aqui. Dentro de alguns dias vamos disponibilizar os principais momentos no canal da MundoGEO no YouTube, com a possibilidade de postar comentários sobre as palestras/debates. Além disso, alguns trechos serão disponibilizados também em podcast, no formato mp3, para quem esteve presente relembrar alguns pontos e também para quem não teve a possibilidade de assistir ao vivo saber o que rolou.

Durante o evento fizemos uma cobertura em tempo real pelo Twitter do Seminário, com vários posts a cada debate. Nossa intenção era receber perguntas aos palestrantes também pelo Twitter, mas não chegou nenhuma icon smile Injeção de sensoriamento remoto na veia . Talvez por ainda ser novo, com poucos seguidores, o Twitter do Seminário não tenha surtido o efeito esperado. Para o próximo evento, esperamos uma participação maior através dessa ferramenta.

Agenda

A programação do Seminário foi muito dinâmica, com 23 palestrantes/debatedores em um mesmo dia. Destaque para a palestra inicial, do meu ex-colega de faculdade Wilson Holler, hoje na Embrapa, que fez um apanhado geral sobre conceitos de sensoriamento remoto e sobre as diversas opções de sensores orbitais e aerotransportados disponíveis hoje e em um futuro próximo.

Na sequência veio um debate sobre as diferenças e complementaridades entre imagens orbitais e fotos aéreas. Neste painel houve alguns excessos comerciais, já que cada debatedor queria "vender o seu peixe", porém foi o que teve maior número de perguntas, o que mostrou o interesse dos participantes sobre como escolher entre essas tecnologias.

O último debate da manhã teve como foco os sensores radar e laser, que vão além das possibilidades dos sistemas óticos, podendo mapear áreas mesmo em presença de nuvens ou de vegetação densa, tanto de dia como à noite. Três representantes de sensores orbitais e um de sensor aerotransportado mostraram como essa tecnologia tem evoluído no Brasil.

No início da tarde, um dos destaques foi o palestrante do Inpe, José Carlos Epiphanio, que falou sobre a marca de 1 milhão de imagens de satélites distribuídas gratuitamente pelo Instituto. Mateus Batistella, da Embrapa Monitoramento por Satélites, também falou sobre como as geotecnologias podem contribuir para o desenvolvimento sustentável do país.

Na sequência, dois debates parecidos, sobre sensoriamento remoto para áreas urbanas e rurais, mostraram como a tecnologia, tanto orbital como aerotransportada, contribui para o mapeamento dessas áreas. Depois do coffee break e do famoso "networking", veio um debate sobre as possibilidades de atualização cartográfica, mostrando como o mapeamento está ficando cada vez mais fácil e econômico.

Para fechar, dois representantes de grandes empresas fornecedoras de imagens orbitais falaram sobre os novos modelos de negócios que estão surgindo, tanto para a aquisição  – como por exemplo acesso online e quiosques globais de imagens – como para o uso de dados – como por exemplo a migração do 2D para 3D e novos segmentos que utilizam informação geoespacial.

Sorteio

Ao final do dia, com o auditório ainda cheio, foram sorteados os seguintes brindes: um kit MundoGEO, com assinatura das três revistas, um livro e uma camiseta; uma entrada para o próximo seminário, a ser realizado em dezembro; uma imagens de acervo dos satélites GeoEye ou Ikonos, com 49 quilômetros quadrados, cortesia da Space Imaging; e um Ipod Shuffle com 4Gb de memória, cortesia da Santiago & Cintra Consultoria.

Pena que ninguém da equipe MundoGEO podia concorrer icon smile Injeção de sensoriamento remoto na veia

Próximo seminário

O terceiro Seminário MundoGEO será realizado no início de dezembro (provavelmente no dia 3), novamente em São Paulo, com o título e tema (preliminares): Google Maps e Earth para Empresas – Descubra como as ferramentas enterprise do Google podem impulsionar o seu negócio.

Fique ligado!

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Dica de Site: Aerocolor

Por MundoGEO | 19h53, 17 de Agosto de 2009

José Daniel Martins Tardioli , o "Fotógrafo Voador", iniciou profissionalmente no ramo de fotografias em junho de 1976 e, até dezembro de 1993 experimentou todas as etapas necessárias ao aperfeiçoamento de técnicas para especialização em fotografias aéreas.

Em 1984, por incentivos de terceiros, face ao desempenho e criatividade no setor, decidiu pela carreira constituindo a empresa Aerocolor – Serviços Fotográficos. Atualmente,  já contempla, no acervo Aerocolor, 110 mil fotografias produzidas em aproximadamente 3,5 mil horas de vôo em helicópteros e pequenas aeronaves (até julho de 2000).

Se você tem alguma sugestão de site ou blog, envie para eduardo at mundogeo dot com.

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DigitalGlobe apresenta novidades

Por MundoGEO | 10h00, 26 de Maio de 2009

A convite da DigitalGlobe, estou em São Paulo para participar do evento da companhia, no qual serão apresentadas novidades como o iminente lançamento do satélite WorldView-2, o serviço online de acesso a imagens ImageConnect, a modelagem 3D a partir de dados satelitais, entre outras.

Em breve envio mais detalhes.

Atualização às 16hs – A DigitalGlobe está com muita coisa nova para o mercado brasileiro: ImageConnect, ImageBuilder, geração de modelos 3D. O vídeo com uma simulação do satélite WorldView imageando a Terra e mudando a sua posição para captar imagens é impressionante. Vou ver se consigo pelo menos uma parte do vídeo para colocar aqui. Em breve mais, aqui e também amanhã na seção de notícias do portal e na próxima edição da InfoGEO. Daqui a pouco, de volta para Curitiba, esperando não pegar uma turbulência como a do avião da TAM de ontem icon smile DigitalGlobe apresenta novidades

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Qual a melhor imagem de satélite para o seu projeto?

Por MundoGEO | 19h17, 13 de Março de 2009

 

Atualmente, há no mercado diversos tipos de imagens de satélite com diferentes características de resolução espacial, radiométrica, espectral e temporal. Em meio a tantas opções, como saber qual a melhor e a mais adequada para o projeto de sua organização?

Em cerca de 90% dos casos, as imagens de satélite são utilizadas para mapeamentos a partir da identificação visual, nos quais a multiespectralidade acaba sendo pouco explorada. Entretanto, como o resultado final apresenta um produto visualmente agradável devido à cor, as empresas têm preferência em trabalhar com imagens fusionadas.

Leia a íntegra da matéria sobre imagens de satélite.
 

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  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

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