GeoDrops

37 anos em 34 segundos

Por Eduardo Freitas | 18h50, 02 de Agosto de 2012

Este vídeo mostra o desmatamento da Amazônia no estado de Rondônia entre 1975 e 2012, com imagens obtidas pelos satélites do Landsat. O vídeo, que apresenta uma porção central do estado de Rondônia ao longo de 37 anos, evidencia que o desmatamento na região tem um padrão conhecido como “espinha de peixe”, gerado a partir de uma estrada principal e diversas secundárias.

share save 171 16 37 anos em 34 segundos

Trompetista do Sexteto do Jô trabalhou no INPE

Por Eduardo Freitas | 15h17, 09 de Maio de 2011

Você sabia que o Chiquinho, trompetista do sexteto do Jô Soares, já trabalhou no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) com processamento digital de imagens?

Ulf Walter Palme no Jo Soares from ulf walter palme on Vimeo.

Conheci hoje o site da empresa Palme, onde encontrei este vídeo com a entrevista com o CEO, Ulf Walter Palme.

Em tempos de morte do Bin Laden, o assunto é bem atual.

share save 171 16 Trompetista do Sexteto do Jô trabalhou no INPE

Alos no Jornal Nacional

Por MundoGEO | 16h05, 27 de Janeiro de 2010

 

O satélite Alos foi personagem central de uma matéria exibida ontem (25) no Jornal Nacional. Com termos muito simples, como "olhos do satélite" ou "satélite cego", o JN falou diretamente ao Homer Simpson – o telespectador médio do jornal, como definiu Wiliam Bonner.

homer simpson Alos no Jornal NacionalAté o correspondente da Globo no Japão, Roberto Kovalick, foi deslocado até a Agência Espacial Japonesa (Jaxa) para mostrar uma antena de recepção do Alos.

Foi uma matéria bem longa, para o horário nobre, mostrando como o satélite está sendo usado pelo Ibama e Polícia Federal para o monitoramento da Amazônia.

Imagens gratuitas

Desde outubro de 2007 o IBGE está distribuindo imagens Alos para órgãos públicos, instituições de pesquisa e usuários não comerciais. Para usar os dados comercialmente, é preciso entrar em contato com as empresas distribuidoras do Alos no Brasil.

 

Geo em alta

As geotecnologias estão em alta nos últimos tempos na Globo. Já faz bastante tempo que a emissorra está usando o Google Earth nas transmissões jornalísticas e esportivas, que ajudam bastante na hora de definir um local no globo (sem trocadilho, por favor).

Há uns dois meses, os cursos técnicos de agrimensura foram gancho de um Globo Repórter. Na semana posterior ao programa houve uma enxurrada de telefonemas para a MundoGEO, perguntando sobre instituições que oferecem estes cursos. Aproveito para indicar a seção de cursos do Portal MundoGEO e também a seção de educação do Portal Topografia, que é bastante completa.

share save 171 16 Alos no Jornal Nacional

Injeção de sensoriamento remoto na veia

Por MundoGEO | 11h01, 01 de Outubro de 2009

Injeção na veia. Foi este o termo usado por um participante do Seminário 1001 Utilidades das Imagens de Satélites para definir o que aconteceu ontem no Hotel Bourbon Ibirapuera, em São Paulo.

Foram vários meses de preparativos, convites a palestrantes de debatedores, divulgação via portal, revistas, assessoria de imprensa, Twitter, Facebook, LinkedIn e email marketing (aqui abro um parênteses para falar sobre o envio de informações sobre o Seminário para a mesma base que recebe o informativo MundoGEO. Infelizmente, ainda não temos uma ferramenta para separar quem só deseja receber o informativo de quem também permite receber informações comerciais da MundoGEO. Isso estará disponível em breve), para condensar tudo em um só dia, com uma "overedose" de geoinformação.

Porém, o Seminário não termina aqui. Dentro de alguns dias vamos disponibilizar os principais momentos no canal da MundoGEO no YouTube, com a possibilidade de postar comentários sobre as palestras/debates. Além disso, alguns trechos serão disponibilizados também em podcast, no formato mp3, para quem esteve presente relembrar alguns pontos e também para quem não teve a possibilidade de assistir ao vivo saber o que rolou.

Durante o evento fizemos uma cobertura em tempo real pelo Twitter do Seminário, com vários posts a cada debate. Nossa intenção era receber perguntas aos palestrantes também pelo Twitter, mas não chegou nenhuma icon smile Injeção de sensoriamento remoto na veia . Talvez por ainda ser novo, com poucos seguidores, o Twitter do Seminário não tenha surtido o efeito esperado. Para o próximo evento, esperamos uma participação maior através dessa ferramenta.

Agenda

A programação do Seminário foi muito dinâmica, com 23 palestrantes/debatedores em um mesmo dia. Destaque para a palestra inicial, do meu ex-colega de faculdade Wilson Holler, hoje na Embrapa, que fez um apanhado geral sobre conceitos de sensoriamento remoto e sobre as diversas opções de sensores orbitais e aerotransportados disponíveis hoje e em um futuro próximo.

Na sequência veio um debate sobre as diferenças e complementaridades entre imagens orbitais e fotos aéreas. Neste painel houve alguns excessos comerciais, já que cada debatedor queria "vender o seu peixe", porém foi o que teve maior número de perguntas, o que mostrou o interesse dos participantes sobre como escolher entre essas tecnologias.

O último debate da manhã teve como foco os sensores radar e laser, que vão além das possibilidades dos sistemas óticos, podendo mapear áreas mesmo em presença de nuvens ou de vegetação densa, tanto de dia como à noite. Três representantes de sensores orbitais e um de sensor aerotransportado mostraram como essa tecnologia tem evoluído no Brasil.

No início da tarde, um dos destaques foi o palestrante do Inpe, José Carlos Epiphanio, que falou sobre a marca de 1 milhão de imagens de satélites distribuídas gratuitamente pelo Instituto. Mateus Batistella, da Embrapa Monitoramento por Satélites, também falou sobre como as geotecnologias podem contribuir para o desenvolvimento sustentável do país.

Na sequência, dois debates parecidos, sobre sensoriamento remoto para áreas urbanas e rurais, mostraram como a tecnologia, tanto orbital como aerotransportada, contribui para o mapeamento dessas áreas. Depois do coffee break e do famoso "networking", veio um debate sobre as possibilidades de atualização cartográfica, mostrando como o mapeamento está ficando cada vez mais fácil e econômico.

Para fechar, dois representantes de grandes empresas fornecedoras de imagens orbitais falaram sobre os novos modelos de negócios que estão surgindo, tanto para a aquisição  – como por exemplo acesso online e quiosques globais de imagens – como para o uso de dados – como por exemplo a migração do 2D para 3D e novos segmentos que utilizam informação geoespacial.

Sorteio

Ao final do dia, com o auditório ainda cheio, foram sorteados os seguintes brindes: um kit MundoGEO, com assinatura das três revistas, um livro e uma camiseta; uma entrada para o próximo seminário, a ser realizado em dezembro; uma imagens de acervo dos satélites GeoEye ou Ikonos, com 49 quilômetros quadrados, cortesia da Space Imaging; e um Ipod Shuffle com 4Gb de memória, cortesia da Santiago & Cintra Consultoria.

Pena que ninguém da equipe MundoGEO podia concorrer icon smile Injeção de sensoriamento remoto na veia

Próximo seminário

O terceiro Seminário MundoGEO será realizado no início de dezembro (provavelmente no dia 3), novamente em São Paulo, com o título e tema (preliminares): Google Maps e Earth para Empresas – Descubra como as ferramentas enterprise do Google podem impulsionar o seu negócio.

Fique ligado!

share save 171 16 Injeção de sensoriamento remoto na veia

Imagem de satélite mostra incêndios na Grécia

Por MundoGEO | 11h36, 25 de Agosto de 2009

Uma imagem do satélite TERRA, com 250 metros de resolução espacial, mostra a fumaça proveniente dos incêndios na Grécia no dia 22 de agosto de 2009:

incendios grecia agosto 2009 Imagem de satélite mostra incêndios na Grécia

 

share save 171 16 Imagem de satélite mostra incêndios na Grécia

DigitalGlobe apresenta novidades

Por MundoGEO | 10h00, 26 de Maio de 2009

A convite da DigitalGlobe, estou em São Paulo para participar do evento da companhia, no qual serão apresentadas novidades como o iminente lançamento do satélite WorldView-2, o serviço online de acesso a imagens ImageConnect, a modelagem 3D a partir de dados satelitais, entre outras.

Em breve envio mais detalhes.

Atualização às 16hs – A DigitalGlobe está com muita coisa nova para o mercado brasileiro: ImageConnect, ImageBuilder, geração de modelos 3D. O vídeo com uma simulação do satélite WorldView imageando a Terra e mudando a sua posição para captar imagens é impressionante. Vou ver se consigo pelo menos uma parte do vídeo para colocar aqui. Em breve mais, aqui e também amanhã na seção de notícias do portal e na próxima edição da InfoGEO. Daqui a pouco, de volta para Curitiba, esperando não pegar uma turbulência como a do avião da TAM de ontem icon smile DigitalGlobe apresenta novidades

share save 171 16 DigitalGlobe apresenta novidades

Pinturas (?) da Terra

Por MundoGEO | 13h28, 22 de Abril de 2009

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apresenta em Paris a exposição "Vista Excepcional – O Espaço Observa Nosso Patrimônio Mundial", com imagens em grande formato obtidas por satélites que mostram belezas culturais e naturais do planeta.

São imagens impressionantes, que às vezes parecem até mesmo pinturas.

Entre os sítios culturais estão as pirâmides de Gizé, no Egito, a antiga cidade de Dubrovnik, na Croácia, a cidade de Teotihuacan, no México, e Machu Picchu no Peru.

As áreas naturais incluem parques no Havaí, Quênia e Tanzânia, a região da Lapônia e os fiordes da Groenlândia. A área do Parque Nacional do Jaú, no interior do Estado do Amazonas, também está presente na exposição.

Unesco hawaii Pinturas (?) da Terra

Leia a íntegra da matéria sobre a exposição de imagens de satélites.

Imagens da Terra

Isso me lembra a iniciativa "Imagens da Terra", que há 10 anos percorreu o Brasil com quadros mostrando regiões remotas do planeta, que mais pareciam "pinturas". Alguns desses quadros ainda enfeitam as paredes aqui da editora.

share save 171 16 Pinturas (?) da Terra

Qual a melhor imagem de satélite para o seu projeto?

Por MundoGEO | 19h17, 13 de Março de 2009

 

Atualmente, há no mercado diversos tipos de imagens de satélite com diferentes características de resolução espacial, radiométrica, espectral e temporal. Em meio a tantas opções, como saber qual a melhor e a mais adequada para o projeto de sua organização?

Em cerca de 90% dos casos, as imagens de satélite são utilizadas para mapeamentos a partir da identificação visual, nos quais a multiespectralidade acaba sendo pouco explorada. Entretanto, como o resultado final apresenta um produto visualmente agradável devido à cor, as empresas têm preferência em trabalhar com imagens fusionadas.

Leia a íntegra da matéria sobre imagens de satélite.
 

share save 171 16 Qual a melhor imagem de satélite para o seu projeto?

Mais um prejuízo aeroespacial

Por MundoGEO | 11h46, 26 de Fevereiro de 2009

 

Como já foi amplamente divulgado, um satélite de monitoramento da atmosfera nem chegou a atingir sua órbita e caiu no Oceano Pacífico.

O foguete que levava o Orbiting Carbon Observatory – ou Observatório Orbital de Carbono – sofreu um problema no mecanismo de separação entre os dois veículos e falhou em sua missão. Certamente a Nasa tem um "irmão gêmeo" do satélite para lançar em breve, mas o prejuízo foi grande.

Como notícia ruim anda rápido, no mesmo dia (24) já foi postado um vídeo no YouTube com a falha no lançamento:


Enquanto isso, o MInistério da Defesa brasileiro e as comunidades quilombolas continuam na briga pela propriedade onde se encontra a base de Alcântara, no Maranhão, um dos melhores pontos para lançamentos de foguetes do mundo. O Brasil está perdendo tempo e (um monte de) dinheiro nesse mercado de envio de satélites ao espaço.

Lixo espacial

Fevereiro não foi um mês muito bom para o setor aeroespacial. No dia 10 houve a colisão de dois satélites – um russo e um estadunidense – sobre o céu da Sibéria, aumentando a quantidade de lixo espacial em órbita da Terra. Estima-se que o número de objetos com mais de 10 centímetros esteja perto de 20 mil.

Logo após o choque, foi publicada uma animação em formato kmz com a rota de colisão dos satélites, para visualização no Google Earth 5. Agora, os pedaços resultantes do acidente estão sendo monitorados e também podem ser vistos no GE, atraves deste arquivo kmz publicado pelo site Orbiting Frog. Uma API, feita pelo site Barnabu, também mostra os destroços diretamente no browser.

share save 171 16 Mais um prejuízo aeroespacial
  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

  •