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Trompetista do Sexteto do Jô trabalhou no INPE

Por Eduardo Freitas | 15h17, 09 de Maio de 2011

Você sabia que o Chiquinho, trompetista do sexteto do Jô Soares, já trabalhou no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) com processamento digital de imagens?

Ulf Walter Palme no Jo Soares from ulf walter palme on Vimeo.

Conheci hoje o site da empresa Palme, onde encontrei este vídeo com a entrevista com o CEO, Ulf Walter Palme.

Em tempos de morte do Bin Laden, o assunto é bem atual.

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SIG para especialistas em vinho

Por MundoGEO | 15h36, 01 de Setembro de 2010

 

Ta aí um curso que eu gostaria de fazer, principalmente se envolvesse algumas sessões de degustação: SIG e Sensoriamento Remoto Aplicados à Vinicultura.

O curso é uma iniciativa da enosat e da associação gvSIG.

Um curso que poderia dar certo por aqui seria sobre SIG e imagens de satélite para o setor de cachaça. icon wink SIG para especialistas em vinho

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Injeção de sensoriamento remoto na veia

Por MundoGEO | 11h01, 01 de Outubro de 2009

Injeção na veia. Foi este o termo usado por um participante do Seminário 1001 Utilidades das Imagens de Satélites para definir o que aconteceu ontem no Hotel Bourbon Ibirapuera, em São Paulo.

Foram vários meses de preparativos, convites a palestrantes de debatedores, divulgação via portal, revistas, assessoria de imprensa, Twitter, Facebook, LinkedIn e email marketing (aqui abro um parênteses para falar sobre o envio de informações sobre o Seminário para a mesma base que recebe o informativo MundoGEO. Infelizmente, ainda não temos uma ferramenta para separar quem só deseja receber o informativo de quem também permite receber informações comerciais da MundoGEO. Isso estará disponível em breve), para condensar tudo em um só dia, com uma "overedose" de geoinformação.

Porém, o Seminário não termina aqui. Dentro de alguns dias vamos disponibilizar os principais momentos no canal da MundoGEO no YouTube, com a possibilidade de postar comentários sobre as palestras/debates. Além disso, alguns trechos serão disponibilizados também em podcast, no formato mp3, para quem esteve presente relembrar alguns pontos e também para quem não teve a possibilidade de assistir ao vivo saber o que rolou.

Durante o evento fizemos uma cobertura em tempo real pelo Twitter do Seminário, com vários posts a cada debate. Nossa intenção era receber perguntas aos palestrantes também pelo Twitter, mas não chegou nenhuma icon smile Injeção de sensoriamento remoto na veia . Talvez por ainda ser novo, com poucos seguidores, o Twitter do Seminário não tenha surtido o efeito esperado. Para o próximo evento, esperamos uma participação maior através dessa ferramenta.

Agenda

A programação do Seminário foi muito dinâmica, com 23 palestrantes/debatedores em um mesmo dia. Destaque para a palestra inicial, do meu ex-colega de faculdade Wilson Holler, hoje na Embrapa, que fez um apanhado geral sobre conceitos de sensoriamento remoto e sobre as diversas opções de sensores orbitais e aerotransportados disponíveis hoje e em um futuro próximo.

Na sequência veio um debate sobre as diferenças e complementaridades entre imagens orbitais e fotos aéreas. Neste painel houve alguns excessos comerciais, já que cada debatedor queria "vender o seu peixe", porém foi o que teve maior número de perguntas, o que mostrou o interesse dos participantes sobre como escolher entre essas tecnologias.

O último debate da manhã teve como foco os sensores radar e laser, que vão além das possibilidades dos sistemas óticos, podendo mapear áreas mesmo em presença de nuvens ou de vegetação densa, tanto de dia como à noite. Três representantes de sensores orbitais e um de sensor aerotransportado mostraram como essa tecnologia tem evoluído no Brasil.

No início da tarde, um dos destaques foi o palestrante do Inpe, José Carlos Epiphanio, que falou sobre a marca de 1 milhão de imagens de satélites distribuídas gratuitamente pelo Instituto. Mateus Batistella, da Embrapa Monitoramento por Satélites, também falou sobre como as geotecnologias podem contribuir para o desenvolvimento sustentável do país.

Na sequência, dois debates parecidos, sobre sensoriamento remoto para áreas urbanas e rurais, mostraram como a tecnologia, tanto orbital como aerotransportada, contribui para o mapeamento dessas áreas. Depois do coffee break e do famoso "networking", veio um debate sobre as possibilidades de atualização cartográfica, mostrando como o mapeamento está ficando cada vez mais fácil e econômico.

Para fechar, dois representantes de grandes empresas fornecedoras de imagens orbitais falaram sobre os novos modelos de negócios que estão surgindo, tanto para a aquisição  – como por exemplo acesso online e quiosques globais de imagens – como para o uso de dados – como por exemplo a migração do 2D para 3D e novos segmentos que utilizam informação geoespacial.

Sorteio

Ao final do dia, com o auditório ainda cheio, foram sorteados os seguintes brindes: um kit MundoGEO, com assinatura das três revistas, um livro e uma camiseta; uma entrada para o próximo seminário, a ser realizado em dezembro; uma imagens de acervo dos satélites GeoEye ou Ikonos, com 49 quilômetros quadrados, cortesia da Space Imaging; e um Ipod Shuffle com 4Gb de memória, cortesia da Santiago & Cintra Consultoria.

Pena que ninguém da equipe MundoGEO podia concorrer icon smile Injeção de sensoriamento remoto na veia

Próximo seminário

O terceiro Seminário MundoGEO será realizado no início de dezembro (provavelmente no dia 3), novamente em São Paulo, com o título e tema (preliminares): Google Maps e Earth para Empresas – Descubra como as ferramentas enterprise do Google podem impulsionar o seu negócio.

Fique ligado!

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  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

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