2014 | Google Earth na Sala de Aula

Google Earth na Sala de Aula

Curso On-line Google Earth para professores e pesquisadores

Por Luis Correia Antunes | 16h50, 09 de Dezembro de 2014
icone curso googleearth 370x370 150x150 Curso On line Google Earth para professores e pesquisadores

Curso Google Earth para Professores e Pesquisadores

Em agosto de 2014 foi lançado o curso online Google Earth para Professores e Pesquisadores, criado em parceria pelo instituto GEOeduc e pelo projeto Google Earth na Sala de Aula. A sua criação deveu-se, em grande parte, pelo número de pedidos de esclarecimentos e dúvidas no uso da ferramenta Google Earth, quer por parte dos leitores deste blog, quer por parte dos subscritores do canal do youtube onde são lançados dos filmes dos mapas ou pela página do facebook. Aproveite este treinamento à distância elaborado sobre uma moderna plataforma de educação online, com liberdade de horários e muita interação, fazendo você mesmo o seu horário de acesso e trabalho.

Este curso tem como objetivo estratégico principal habilitar os docentes e pesquisadores (e investigadores) no manuseamento e na aplicação do programa Google Earth (versão gratuita) nas suas tarefas profissionais. Tirando partido do seu potencial para aplicar nos diversos conteúdos curriculares de Educadores de infância e Professores (Geografia, Biologia, Ciências Naturais, TIC, História, entre muitas outras áreas curriculares) e extra curriculares (componente lectiva, visitas de estudo, projectos, clubes, etc) e nos processos exploratórios, análise espacial e mapeamento de resultados de trabalhos de investigação. Serão ainda apresentados algumas ferramentas gratuitas, geoprocessamentos na nuvem e sítios de Internet externos ao Google Earth que irão complementar as funcionalidades do programa (e outras que irão substituir a sua versão profissional) como cálculo de análise espacial com identificação de pontos inseridos dentro de uma área, buffer de pontos, linha e áreas, criação de gráfico de barras sobre os mapas, entre muitas outras opções. Assim, os formandos ficarão capacitados em criar os seus próprios mapas de modo a apresentar os conteúdos de um modo geodinâmico.

Curso 300x182 Curso On line Google Earth para professores e pesquisadores

Exercícios práticos da aplicação do Google Earth

O curso é constituído por componente teórica com apresentação de ideias úteis de aplicação e várias opções de configuração do programa. A parte principal deste curso são os exercícios práticos com manual e filmes explicativos. Os objetivos pedagógicos são:
1. Configurar o ambiente de trabalho;
2. Conhecer as várias ferramentas que compõem o programa;
3. Aprender os comandos de navegação sobre os mapas;
4. Calcular distâncias entre dois pontos ou conjunto de pontos;
5. Buffers com áreas de influência de elementos cartográficos;
6. Configurar referência temporal de ficheiros KML com carimbo horário e intervalo de tempo;
7. Navegar no tempo através das imagens históricas;
8. Alterar o ângulo de inclinação do Sol;
9. Visitar outros planetas e a Lua;
10. Criar e personalizar mapas com pastas de arquivo, pontos, linhas e áreas;
11. Editar balões descritivos dos elementos cartográfico com código HTML;
12. Criar gráficos de barra sobre os mapas através de valores de tabela;
13. Calcular áreas de polígonos;
14. Calcular perfis topográficos e resumos automáticos de percursos;
15. Georreferenciamento de mapas em formato imagem (matricial);
16. Configurar parâmetros de visualização de WMS;
17. Criar apresentações dinâmicas de conteúdos de um modo automático e manual;
18. Configurar comandos avançados de ficheiros KML de colocação de imagens com títulos e legendas;
19. Navegar com aviões através do simulador de voo;
20. Converter e importar ficheiros de GPS;
21. Análise espacial com identificação de pontos dentro de uma determinada área;
22. Visualizar dados GPS em tempo-real.

Para o presente curso, os formandos usarão unicamente as ferramentas existentes na versão gratuita do Google Earth de modo a não condicionar a aplicação dos conteúdos programáticos do curso ao acesso à versão profissional por parte dos formandos. Para além disso, facilita a disseminação desta tecnologia pelos alunos e restantes comunidade educativa e pesquisadora. Uma vez que o formato nativo dos mapas do Google Earth (KML) é um formato aberto existem dezenas de aplicativos gratuitos na Internet que conseguem substituir grande parte das ferramentas da versão profissional. Serão ainda apresentadas outras ferramentas que permitem realizar operações de geoprocessamento e análise espacial que não existem em nenhuma das versões do programa.

Fica aqui um filme como exemplo de exercício do curso com a criação de áreas de influência (buffer).

Tal como em anteriores cursos presenciais do Google Earth, se quiser, no final do curso poderá alojar o resultado do seu mapa personalizado no sítio de Internet do GeoEduc e no blog “Google Earth na Sala de Aula”, partilhando o seu mapa com a restante comunidade.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

Luis Correia Antunes

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Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Por Luis Correia Antunes | 16h50, 27 de Outubro de 2014

original1 300x199 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Todos nós temos no nosso imaginário a colocação de pins em mapas pendurados na parede quando se queria identificar ocorrências ou pontos de interesse em determinados países, cidades ou localidades. Isto foram os primórdios do Geocoding (ou Geocodificação). Ao longo de 10 anos de experiência em trabalhos na área das tecnologias de análise espacial, esta foi das tarefas em que senti uma maior evolução e simplificação de procedimentos: o Geocoding – conversão de endereços ou moradas em coordenadas geográficas. Muito graças às API da Google. O Geocoding procede de uma interpolação automática de elementos do tipo linha (endereço, toponímia de estradas e rios) ou mesmo de um polígono (unidades administrativas, códigos postais, parcelas cadastrais, etc) para atribuir as coordenadas geográficas de um ponto central. No caso de ser um ponto (caso de escolas, cafés ou outros pontos de interesse) é simplesmente atribuído as coordenadas desse ponto. Existe ainda o Reverse Geocoding que é o geoprocessamento inverso: atribuição de um endereço a partir umas coordenadas geográficas, muito útil quando temos coordenadas GPS e queremos identificar os seus endereços.

Este geoprocessamento é utilizado quando temos uma lista de moradas ou endereços e queremos mapear os seus conteúdos de modo a identificar clusters, padrões, tendências e mapear todas as variáveis que se queira analisar. É usado em várias áreas como o geomarketing, epidemiologia, inventários, ciências policiais, educação. O que vou mostrar neste Post é quatro exemplos da utilização da análise espacial com comandos de geocoding do Google recorrendo às aplicações Google Spreadsheet e o Google My Maps com os Scripts (ou funções) da Google API: Cálculo de distâncias (routing) por diferentes meios de transporte, distância direta (distância de circulo máximo), tempo a percorrer o caminho pelos vários meios de transporte, e a atribuição de coordenadas geográficas a partir do endereço (Geocoding) e o inverso (ReverGeocoding). O sucesso desta tarefa depende, acima de tudo de três fatores:

      – Qualidade dos mapas de base que dispomos para a busca. Neste caso serão os mapas da Google e a qualidade vai depender do seu local de estudo;
      – Qualidade e precisão da lista de endereços que tem para mapear (moradas completas, com vários níveis de precisão e sem erros);
      – Motor de busca, neste caso será o API da Google de Geocoding, mas existem outras opções como programas Desktop.

NewDoc 300x123 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Adicionar novo documento no Google Drive

O exemplo que iremos usar neste post é o mapeamento da escola e do endereço de alunos com as variáveis que desejar ver mapeados de modo a poder identificar algum tipo de padronização por área de residência e criar mapas temáticos. Para iniciar, entre na sua conta da Google Drive e crie uma nova folha Google Spreadsheet. Adicione os campos “Nome Aluno” (coluna A), “Endereço” (coluna B), “latitude” (coluna C), “longitude” (coluna D), “Endereço Obtido” (coluna E), “Distância Metros Carro” (coluna F), “Distancia Metros a pé” (coluna G), “Tempo Minutos Carro” (coluna H), “Tempo Minutos pé” (coluna I),”Distância Circulo máximo” (coluna J). Pode ainda acrescentar outros campos ache interessante para caracterizar o aluno (Nacionalidade, Avaliação, Idade, Tipo de transporte que usa, etc).

Script 300x242 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Opções da Janela Google Apps Script

Vamos dar início à criação das funções, os chamados script, de geoprocessamento através do menu Tools –> Script editor… . Se nunca criou um script vai aparecer-lhe a janela de Google Apps Script, idêntica a esta, e escolha a opção “Blank Project”. A primeira coisa a fazer é renomear o projeto, neste caso pode dar o nome de “Funções de geocodificação”. O primeiro script a criar vai ser para obter as coordenadas Latitude e Longitude a partir do endereço (Geocoding) e o geoprocessamento inverso de atribuição de endereços a partir das coordenadas Latitude e Longitude (Reverse Geocoding). Copiamos o código existente na caixa em baixo e substituímos o texto existente na caixa de código. Gravamos e renomeamos o código para “GetLatLong”. Para terminar, publicamos o script em Publish –> Deploy as a web app… . Escolhemos a opção Deploy e finalizamos a publicação com OK.

WebApp 1024x529 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Gravação e publicação da Web App


function getLat(address) {
  if (address == '') {
    Logger.log("Must provide an address");
    return;
  }
  var geocoder = Maps.newGeocoder();
  var location;
    // Geocode the address and plug the lat, lng pair into the
    // 2nd and 3rd elements of the current range row.
    location = geocoder.geocode(address);
    // Only change cells if geocoder seems to have gotten a
    // valid response.
    if (location.status == 'OK') {
      lat = location["results"][0]["geometry"]["location"]["lat"];
 return lat;
    }
};

function getLon(address) {
  if (address == '') {
    Logger.log("Must provide an address");
    return;
  }
  var geocoder = Maps.newGeocoder();
  var location;
    // Geocode the address and plug the lat, lng pair into the
    // 2nd and 3rd elements of the current range row.
    location = geocoder.geocode(address);
    // Only change cells if geocoder seems to have gotten a
    // valid response.
    if (location.status == 'OK') {
      lng = location["results"][0]["geometry"]["location"]["lng"];
 return lng;
  }
};

function geoname(lat,lng) {
  var response=Maps.newGeocoder().reverseGeocode(lat, lng);
  return response.results[0].formatted_address;
};

Fazemos o mesmo procedimento para o cálculo de distâncias em metros entre dois pontos de carro e a pé, neste caso entre a escola e local de residência. Para adicionar um novo script vá ao menu File –> New –> Script file… e atribua-lhe o nome de “Distancia”. Copie o código neste caixa e cole na nova folha, substituindo o texto existente nessa folha por este código.

function DrivingMetersCar(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.DRIVING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].distance.value;
}
function DrivingMetersWalk(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.WALKING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].distance.value;
}

Criamos mais um script para calcular o tempo (em minutos) a percorrer o mesmo caminho a pé e de carro.


function DrivingMinWalk(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.WALKING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].duration.value / (60);
}

function DrivingMinCar(origin, destination) {
  var directions = Maps.newDirectionFinder()
  .setOrigin(origin)
  .setDestination(destination)
  .setMode(Maps.DirectionFinder.Mode.DRIVING)
  .getDirections();
  return directions.routes[0].legs[0].duration.value / (60);
}

Criamos o último script para calcular a distância mais curta entre dois pontos em esfera, (distância de círculo máximo), com pouca representação em distâncias tão curtas, mas pode ter relevância em distâncias grandes (usado para a navegação marítima e aérea).


function GCD1(lat1, lon1, lat2, lon2) {
// Return Great Circle Distance between points calculation
function radians(a) {
var outNum =Math.PI*a/180;
return outNum;
}
var R = 6372.795;
var d1=Math.sin(radians(lat1))*Math.sin(radians(lat2))+Math.cos(radians(lat1))*Math.cos(radians(lat2))*Math.cos(radians(lon2)-radians(lon1));
var d2=Math.cos(radians(lat2))*Math.sin(radians(lon2)-radians(lon1));
var d3=Math.cos(radians(lat1))*Math.sin(radians(lat2))-Math.sin(radians(lat1))*Math.cos(radians(lat2))*Math.cos(radians(lon2)-radians(lon1));
var len=R*Math.atan2(Math.sqrt(d2*d2+d3*d3),d1);
return len;
}​

Grave o projeto de script e volte à sua folha de cálculo do Google Spreadsheet. O procedimento de aplicação de funções nas células do Google Spreadsheet é idêntico à folha de Excel. Coloque os títulos das colunas na primeira linha e a segunda linha registe o local ao qual quer calcular as distâncias, por exemplo a escola. A partir da linha 3 serão preenchidos os alunos. Na linha 3 e para cada uma das colunas onde serão colocados os scripts criados, coloque o cursor em cada uma das células das colunas correspondentes, e use os seguintes comandos:

      – Coordenada Latitude do endereço –> =GetLat(B3)
      – Coordenada Longitude do endereço –> =GetLon(B3)
      – Obter novamente o endereço destas coordenada, desta o endereço obtido a partir dos mapas existentes nos servidores da Google –> =geoname(C3,D3)
      – Calcular a distância, em metros, do percurso de carro entre a escola e a morada de residência (“B$2″ é para bloquear a célula do endereço da escola ao arrastar as células para baixo para calcular as restantes distâncias) –> =DrivingMetersCar(B3,B$2)
      – Calcular a distância, em metros, do percurso
a pé entre a escola e a morada de residência –> DrivingMetersWalk(B3,B$2)
      – Calcular o tempo, em minutos, que demora a percorrer de carro desde a morada de residencia à escola –> =DrivingMinCar(B3,B$2)
      – Calcular o tempo, em minutos, que demora a percorrer a pé o percurso desde a morada de residência à escola –> =DrivingMinWalk(B3,B$2)
      – Calcular a distância de círculo máximo entre a escola e a morada de residência do aluno –> =GCD1(C$2,D$2,C3,D3)

FinalGeocondigSheet 300x154 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Resultado da geocodigicação da Google Sheet

No fim pode arrastar cada uma destas células para preencher automaticamente as restantes linhas. Esta folha de cálculo pode ser partilhada pelos alunos e deixar que sejam eles a preencher o nome e o endereço e será atualizado automáticamente os campos com as funções espaciais. Ter em atenção que os utilizadores comuns de contas gmail tem acesso limitado a pedidos de API da Google (ver o limite de Quotas). Se exceder o número de pedido aparece um erro e só poderá proceder novamente ao seu cálculo passado 24h. Mas para a Educação e Governo, pode ser feito o pedido acesso ao limite máximo de pedidos. Para saber mais sobre os scripts em Google Sheet, consulte a página de configurações de funções.

ImportarMapa 300x154 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Para terminar, falta ver o resultado destas funções em mapas. Aceda à sua conta do Google My Maps e escolha a opção Create a new map. Altere o nome do mapa (“Mapa dos Alunos”) e da layer de dados (“Endereços dos Alunos”) e escolha a opção Import e a opção My Drive para importar a tabela criada anteriormente. Escolha as opção das coordenadas geográficas “Latitude” e “Longitude” ou uma das colunas com os “Endereços” para o posicionamento dos pontos e a coluna “Nome Aluno” para nome dos pontos. A partir de agora pode criar mapas temáticos escolhendo Style que quiser. Pode ainda editar o posicionamento ponto de modo a criar maior precisão da geocodificação. Mais uma vez, pode deixar que sejam os seus alunos a fazer esta tarefa partilhando com eles este mapa.

MyMapsGeocoding 1 300x157 Calcular distâncias e coordenadas por Geocoding com Google Sheet

Esta experiência de funções espaciais e de geocodificação será apresentada no primeiro evento da Google for Education em Portugal, carcavelos, no dia 29 e 30 de novembro. Se quiser participar no evento de modo realizar este e outros trabalhos recorrendo às API da Google, participe no Portugal Summit – AppsEvent. Inscrições em http://portugal.appsevents.com/registration. Pode aceder ao material usado para este post como a tabela com permissões para comentar e ao mapa final através destes links.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

Para o curso “The Magic of Google Mapping”, será usado esta apresentação:
http://goo.gl/gPxgIA

Para o curso “Google Earth in the Classe Room”, será usado esta apresentação:
http://goo.gl/VcKEFJ

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Mapa mundial dinâmico da temperatura média mensal

Por Luis Correia Antunes | 22h00, 03 de Outubro de 2014

Depois do sucesso do post com o mapa das Alterações climáticas 1900-2100 segundo a classificação KÖPPEN-GEIGER, o livro “Google Earth na Sala de Aula” apresenta um novo recurso cartográfico com a temática do clima como pano de fundo. Desta vez o livro publica o mapa dinâmico à escala mundial com a temperatura média mensal.

range Mapa mundial dinâmico da temperatura média mensalOs dados originais usados para criar este mapa foram um conjunto de 12 imagens grid (ou raster), com a temperatura média mensal, com resolução espacial de 1Km2. Estes grids foram interpolados com base em dados meteorológicos de temperatura média obtidos através de uma rede com mais de 14.000 estações espalhadas pelo mundo, tal como estão representadas na imagem. A maioria das estações têm um registo de dados contínuo entre os anos de 1950 a 2000, com algumas excepções de estações mais recentes como a da Amazónia, de modo a cobrir da melhor maneira a superfície terrestre. A fonte foi o sítio de Internet WorldClim – Global Climate Data, que cria e distribui dados espaciais para modelação ecológica e ambiental (GIS). Este sítio de Internet tem Conjunto de Dados Geográficos (CDG) sobre temperatura (mínima, média e máxima), precipitação e variáveis bioclimáticas. Estes dados são gratuitos e têm tido um uso recorrente em modelação espacial para fins académicos por parte de investigadores.

Temperatura1 300x160 Mapa mundial dinâmico da temperatura média mensal

Geoprocessamento de Temperatura Média

De entre os recursos cartográficos disponibilizados pelo “Google Earth na Sala de Aula” (pode ver os mapas existente no canal de Youtube do livro), este foi, sem dúvida, o que teve mais trabalho de geoprocessamento. Com base nestes mapas grid de temperatura média mensal do WorldClim, foi feita a conversão do formato grid para vetor (vetorização) com amplitudes de 10˚C de temperatura entre cada polígono. Realizaram-se geoprocessamentos de generalização cartográfica (eliminação de polígonos pequenos e sua posterior simplificação) para se conseguir um ficheiro mais limpo e simples, tal como esta apresentado na imagem. Por último exportou-se o resultado para KML e procedeu-se à atribuição da 4º dimensão nos mapas: o intervalo de tempo de cada mês.

O resultado deste trabalho é um arquivo KML constituído por 12 mapas com a temperatura média observada num determinado mês. Recorrendo ao comando de navegação no tempo, consegue-se criar uma animação automática com os dados, visualizando a dinâmica da temperatura ao longo do ano. Pode comparar as temperaturas nos solstícios no hemisfério norte e sul e ver as amplitudes térmicas (médias) dos vários países.

Explore e baixe gratuitamente este mapa através do URL existente no filme Youtube onde explica a sua aplicação e uso.

Se pretende começar a criar os seus próprios mapas e apresentar os seus conteúdos programáticos e de pesquisa no Google Earth, tem agora a oportunidade para o fazer. Em novembro de 2014 vai iniciar-se o curso on-line “Google Earth na Sala de Aula: Professores e Pesquisadores” no instituto GEOeduc. Esteja atento que no próximo post será apresentado o programa do curso.

Acompanhe a publicação de novos recursos e mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute de mais este recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

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AppsEvents Featuring Google for Education em Portugal

Por Luis Correia Antunes | 14h26, 03 de Outubro de 2014

Speaker Badge1 300x300 AppsEvents Featuring Google for Education em Portugal

AppEvent Featuring Google for Education

Nos dias 29 e 30 de novembro, na escola St. Julians, em Oeiras, irá decorrer o primeiro evento da Google for Education em Portugal. O AppsEvents Portugal Summit tem como objetivo a partilha de experiências da aplicação das várias plataformas tecnológicas da Google entre toda a comunidade educativa, iniciando professores e educadores de todas as áreas curriculares na introdução de novas técnologias na sala de aula. Serão também ministrados mini-cursos em várias App, onde os participantes são convidados usar os seus portáteis para se iniciarem nestas ferramentas. De entre as sessões, há a destacar a criação de digramas com Lucidchart, ferramentas básicas e avançadas da folha de cálculo spreadsheets, gestão e partilha de fotografias pelo Picasa, e muitas outras sessões práticas.

O “Google Earth na Sala de Aula” vai estar também incluido numa destas sessões práticas. A sessão “Google Earth in the Classroom” será constituída por uma breve descrição do projeto, apresentando alguma das potencialidades desta ferramenta como recurso educativo de apoio aos vários programa curriculares e daremos oportunidade aos professores e educadores em poder trabalhar e criar o seu primeiro mapa com o programa Google Earth.

Se quiser saber mais sobre o evento, veja o filme de anteriores eventos que decorreram noutros países. Não perca esta oportunidade e faça também parte da história da Google for Education.

Acompanhe a publicação de novos mapas do livro subscrevendo o canal Youtube com os filmes demonstrativos da sua aplicação e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute destes recursos, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas com criatividade e originalidade.

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O Google Earth no Monitoramento da Paisagem

Por Marcos Pelegrina | 14h23, 02 de Setembro de 2014

O Google Earth é uma ferramenta poderosa para o diagnóstico da paisagem e a compreensão do uso e ocupação do solo. Através das ferramentas de imagens históricas e reproduzir passeio, pode-se monitorar a paisagem ao longo do tempo. Também permite verificar o efeito da ação antrópica sobre a natureza e impactos ambientais decorrentes dessa. Essas ferramentas utilizadas em sala de aula no ensino da geografia, proporciona ao Professor de Geografia um arsenal de imagens, permitindo contextualização de diferentes conteúdos de Geografia.
As ferramentas apresentadas neste post permite monitorar a paisagem em diferentes áreas do planeta.

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Titulo e legenda nos mapas KML

Por Luis Correia Antunes | 10h29, 17 de Julho de 2014

Nos diversos contatos que tenho tido com os leitores do blog e do livro “Google Earth na Sala de Aula”, uma das questões mais mencionadas é a colocação de títulos e legendas nos mapas KML. Por esta razão, o Post de hoje é dedicado à inserção da camada Screen Overlay no Google Earth. Este comando do código KML pode ser útil quando necessitamos adicionar uma imagem ao visualizador de mapas de modo a apresentar um título, uma legenda, logótipos institucionais ou outra informação útil para quem está a aceder ao mapa. Por exemplo, um título pode ser útil para identificar, inequivocamente, o mapa que estamos a ver, um logótipo de escolas ou de instituições pode identificar facilmente quem contribuiu para a realização do trabalho e a legenda pode apoiar na leitura da simbologia (cores, icons, etc) dos mapas.

CódigoKML 300x94 Titulo e legenda nos mapas KML

Exemplo do código do Screen Overlay no KML.

Existem duas formas de introduzir o Screen Overlay nos nossos mapas: ou através da edição do código do mapa KML com um editor de texto (exemplo deste tipo de programas são o notepad, notepad++, text edit, entre outros. Eu uso o notepad++ e gosto); a outra opção mais amigável é através de aplicações gratuitas existente na internet que nos permitem adicionar esta opção diretamente ao nosso mapa sem ser necessário de editar o código. Se tiver interessado na primeira opção, recomendo a leitura da página do Google Earth Outreach, que explica muito bem como introduzir este comando no código KML. Se tiver interessado na segunda opção, está a ler o post certo.

Das aplicações gratuitas que conheço para colocar estas imagens no ecrã do Google Earth, a mais interessante e fácil de usar é a “Google Earth Overlay” do “David Tryse – David’s Google Earth files”. Esta aplicação permite configurar todas opções do Screen Overlay e gravar diretamente num KML. As opções possíveis de configurar são: posicionamento no ecrã e na imagem, redimensionamento da imagem, aplicação de transparência, rotação e ordem de posicionamento.

A primeira parte do processo é, forçosamente, arranjar as imagens que quer sobrepor ao ecrã do Google Earth. Pode usar qualquer editor de imagens (desde o mais profissional Photoshop ao mais fácil Paint da Microsoft. Eu uso o GIMP, apesar de muito técnico, é opensource e gratuito). Neste processo tem que ter cuidado com as dimensões das imagens para não ocupar muito espaço de visualização dos mapas. Não esquecer de gravar em formato JPG ou PNG (para ocupar pouco espaço). Gravar as imagens na mesma pasta do seu computador onde tem o mapa KML que irá incorporar a sobreposição da imagem no ecrã. Deixo o link para baixar a aplicação “Google Earth Overlay” e 3 ficheiros imagem (titulo, legenda e logótipo) para testar o Screen Overlay no seu computador.

Imagem 300x143 Titulo e legenda nos mapas KML

Configuração das opções do Screen Overlay

O passo seguinte é abrir o executável GoogleEarthScreenOverlay.exe e carregar a imagem que quer apresentar no ecrã do Google Earth. Posicione a imagem no ecrã através dos comandos Screen Anchor e Image Anchor. Para além de poder usar o posicionamento rápido através das setas, pode ir ajustando a sobreposição através da opção X (eixo X, mover para os lados) e Y (eixo Y, mover para o cima e baixo). Por norma, o título do mapa fica no topo do ecrã e a legenda no lado direito. Pode redimensionar a imagem com a opção Image Size. Por último, teste as configurações de Transparency (colocar transparência na imagem), Rotation (atribuir uma rotação na visualização da imagem) ou Draw Order (ordem de desenho, se tiver várias imagens sobrepostas). Para ver o resultado das opções selecionadas recorra ao comando Show in Google Earth. Automaticamente abre-se uma pasta nova nos “Locais Temporários” com o nome GoogleEarthScreenOverlay. Inserida nesta pasta irá aparecer a imagem que estamos a sobrepor com o mesmo nome do ficheiro. Pode alterar as configurações anteriores e sincroniza automaticamente, com a apresentação do novo resultado. No final do processo, se estiver satisfeito com o resultado da sobreposição, no software Google Earth arraste o símbolo da imagem dentro da pasta GoogleEarthScreenOverlay para a pasta onde tem o mapa KML. Se tiver dificuldade em arrastar a imagem, tire a seleção “v” da pasta GoogleEarthScreenOverlay (passa a não estar visível) e arreste de seguida a imagem para a nova pasta. O resultado será, neste exemplo, ficar com as três imagens dentro de uma única pasta, tal como está representado na figura.

Imagem1 1024x550 Titulo e legenda nos mapas KML

Resultado do Screen Overlay no Google Earth

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Luis Antunes

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O Ensino do Perfil de Elevação

Por Marcos Pelegrina | 13h16, 11 de Julho de 2014

O perfil de elevação é uma forma de representação gráfica do terreno e muito utilizado no ensino da Geografia.
Seu principal objetivo é auxiliar as análises das formas do relevo, sua morfometria e sua interpretação.
A ferramenta apresentada neste post permite traçar linhas e mostrar o perfil de elevação e sua distância.Pode ser usada no ensino da Geomorfologia e da Geologia, demonstrando os diferentes processos e formas nas diferentes regiões do Globo.
O Google Earth utiliza-se de imagens SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) da NASA para representar o relevo.

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Mapa dos estádios da Copa do Mundo 2014 no Brasil

Por Luis Correia Antunes | 14h29, 01 de Junho de 2014

EstadiosCopaMundo 300x161 Mapa dos estádios da Copa do Mundo 2014 no BrasilA poucos dias do início de mais uma copa do mundo de futebol, “Google Earth na Sala de Aula” junta-se ao desporto rei e publica mais um mapa KML disponível para descarregamento gratuito: Mapa com a localização dos estádios da Copa do Mundo 2014. Neste mapa podemos ver a distribuição espacial dos estádios de futebol construídos ou remodelados para este Mundial e, ao seleccionar cada um deles, descobrir um pouco mais sobre a sua história e quais os jogos que irão receber. Este trabalho só foi possível devido à Geocolaboração transatlântico entre de Portugal e Brasil, onde contei com a preciosa ajuda de Arlete Meneguette e Tatiana Descio Telles Silva. Muito obrigado a elas.

Para conhecer cada um dos estádios com mais pormenor, pode recorrer aos modelos 3D dos estádios na camada de base do Google Earth e também acionar o comando das imagens de satélite históricas existentes em arquivo nos servidores da Google e acompanhar a construção e as alterações de ocupação de solo nos locais dos novos estádios. Neste mapa é fornecido igualmente a fonte dos dados, pelo que poderá editar o texto de cada um dos estádios e incluir o resultado dos vários jogos ficando,assim, com um mapa atualizado no final da copa do mundo.

ClimaKoppen 300x161 Mapa dos estádios da Copa do Mundo 2014 no Brasil

Classificação Climática Koppen com estádios da copa do mundo

Para além desta curiosidade da localização dos estádios, este mapa permite ainda uma análise espacial e despertar a curiosidade sobre os países que participam nesta copa do mundo. Comparar o clima pela classificação climática Koppen das localidades dos estádios com alguns dos paises através do Mapa das alterações climáticas, verificamos se as polémicas declarações do selecionar de Inglaterra e as técnicas de treino de preparação para a copa do mundo por parte das selecções de Itália e Inglaterra são fundamentadas. Pode explorar e conhecer melhor os países participantes recorrendo ao Mapa com os países do Continente Europeu e Mapa com os países do Continente Americano e calcular distâncias entre os estádios e os países que jogam em cada um deles e descobrir qual a seleção que está mais longe do seu local de origem.

Explore e baixe este mapa através do filme Youtube onde explica a sua aplicação e uso.

Baixe gratuitamente este e outros mapas através do canal Youtube com os filmes demonstrativos da aplicação dos mapas e curtindo a página do facebook do livro. Desfrute deste recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas.

Luis Antunes

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Mapa dinâmico com a evolução da União Europeia

Por Luis Correia Antunes | 14h08, 10 de Maio de 2014

Em mês de eleições para o Parlamento Europeu , o livro “Google Earth na Sala de Aula” apresenta o mapa que mostra a evolução da União Europeia, desde a sua constituição em março de 1957, com origem em 6 países (Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos) até à composição atual com 28 estados-membros, após o último alargamento a 1 de julho de 2013 com a adesão da Croácia.

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Evolução da UE

Este mapa tem a mais-valia de possibilitar “navegar no tempo”, visualizando de um modo dinâmico e intuitivo as várias datas de adesão por parte dos diversos países, fazendo aparecer as respetivas fronteiras. Esta componente temporal nos mapas é possivel graças à opção avançada dos mapas KML que é o TimeStamp(ou o carimbo horário), que permite atribuir uma data a um elemento cartográfico. Para além desta opção de navegação no tempo, o mapa dispõe de legenda com os anos de adesão dos países por cores de modo a identificar as diversas épocas de adesão. As pastas de arquivo deste mapa estão ainda organizadas por datas de adesão facilitando a navegação entre os países e épocas.

PaisesContEuropeu 300x161 Mapa dinâmico com a evolução da União EuropeiaPara melhor ajudar a caracterizar cada um destes países, nada melhor do que usar o Mapa com os países do Continente Europeu . Neste mapa pode encontrar, por exemplo, população e área dos países, Indice de Desenvolvimento Human (IDH), PIB bruto e per capita, ouvir o hino, entre outras informações respeitantes aos diversos países deste continente.
 

Baixe gratuitamente o ficheiro KML com o “Mapa da Evolução da União Europeia” através desta ligação e desfrute deste recurso, partilhando o conhecimento com os seus alunos e colegas. Conheça outros mapas criados para o livro através  do canal Youtube com a demonstração da sua aplicação e curtindo a página do facebook do livro.

Explore um pouco mais sobre este mapa através do filme Youtube do mapa KML com a evolução da União Europeia.

 

Luis Antunes

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Mapas educativos realizados por professores numa formação de Google Earth

Por Luis Correia Antunes | 12h20, 30 de Março de 2014

Entre fevereiro e março do corrente ano tive a oportunidade de dar formação “Google Earth no Ensino”, promovida pelo Sindicato Independente dos Professores e Educadores (SIPE) da Madeira, a um grupo fantástico de profissionais do ensino (Professores e Educadores) de várias grupos disciplinares, desde Geografia, Inglês, Biologia, Português, História, TIC, entre outros e Educadores de Infância. A apresentação do blog de hoje tem como objetivo dar a conhecer os trabalhos realizados (os ficheiros KMLs) por cada formando, cujo tema foi adaptado às necessidades e realidades de cada um dos grupos em que lecionam. Tenho um enorme prazer e orgulho em poder partilhar com todos vocês estes trabalhos. Estão todos de parabéns.

IMG 1571 300x167 Mapas educativos realizados por professores numa formação de Google Earth

Fotografia de grupo

Assim, recorrendo ao livro “Google Earth na Sala de Aula” e com o apoio do formador no decorrer das sessões, cada um dos formandos teve autonomia de escolher o tema do mapa desde que este se enquandrasse com o que se ministrou na formação: criação de pontos, linhas e áreas; criação de visitas manuais e automáticas; Geotagging de fotografias; visualização do modo Céu, Lua e Marte; Introdução de legendas e títulos; Tour Builder; entre outros.

Ficam aqui os resultados obtidos por este grupo de professores e educadores da Ilha da Madeira, prontos a serem aproveitados e partilhados. Em outubro deste ano, haverá novo grupo de professores a desafiar nesta aventura de mapas do Google Earth. Veja alguns dos mapas usados na formação na página do facebook e na página do youtube do livro.

Animais e sua localizaçao no Globo – Joana Fraga, Pré-escolar, Grupo 100
“Um mapa para descobrir o mundo pelos animais que o habitam. A partir dos 3 anos e para quem for curioso.”

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Pré-História, evolução do Homem – José João Gonçalves, Histório, Grupo 400
“Mapa referente ao processo de Hominização e a sua evolução desde o continente africano até à chegada ao continente europeu. Pode ainda ser consultadas algumas manifestações artísticas deixadas pelos primeiros seres humanos.”

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English Speaking Countries – EUROPE – Rafael Martins, Inglês (cursos EFA), Grupo 330
“O ficheiro KML English Speaking Countries – EUROPE foi desenvolvido para ser trabalhado na disciplina de inglês. Poderá ser útil nos níveis de iniciação para explicar a localização dos países Europeus de língua oficial Inglesa e a distinção entre United Kingdom e os países que o compõem, mas poderá ser igualmente útil em níveis mais avançados do ponto de vista cultural através da abordagem dos locais de interesse na cidade de Londres e da visualização dos vídeos a eles associados (museus e atracções turísticas). Esta visita virtual à cidade de Londres poderá ser ponto de partida para um trabalho de escrita por parte dos alunos. Exemplo: escrita de um postal de férias onde refiram onde estiveram, o que fizeram etc.”

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O Padre António Vieira e o Sermão de Santo Antonio aos Peixes – Rui Salgado, Português, Grupo 300
” O mapa tem por objetivo introduzir o estudo do “Sermão de Santo António aos Peixes”, do Padre António Vieira na disciplina de português nos 11.º e/ou 12.º anos.
É constituído por três partes. Na primeira, é apresentada uma pequena biografia do autor que visa fazer os alunos absorverem a personalidade aventureira, corajosa e contestatária do mesmo. Aqui, para além de informações diversas e pertinentes, mostram-se os variados locais onde o autor viveu ao longo da sua vida, as viagens que fez e as distâncias que percorreu, tendo em conta o período da sua vida e as dificuldades de deslocação inerentes a essa época (séc. XVII).
Todos os elementos apresentados são situados nos locais em que realmente aconteceram para que os discentes possam ter uma visão espacial mais precisa dos factos.
Posteriormente, é apresentado o documentário, relativo ao sermão em causa, da série GRANDES LIVROS. O episódio, narrado por Diogo Infante, que tem a duração de 50 minutos e que pretende contribuir para a promoção da leitura das grandes obras da literatura portuguesa junto de todas as faixas etárias de falantes de português, conta com a participação dos principais especialistas na obra e/ou no autor em análise. Finalmente, é apresentado um vídeo com a declamação de Ary dos Santos do “Sermão de Santo António aos Peixes”.”

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Serviços e locais públicos da Freguesia de Est. de Câmara de Lobos – Helder Fernandes, 1º ciclo do Ensino Básico
“Mapa de alguns serviços/locais públicos da freguesia do Estreito de Câmara de Lobos. Pretende ser um recursos complementar à abordagem dos conteúdos de estudo do meio referentes ao bloco da descoberta dos outros e das instituições, nomeadamente instituições e serviços existentes na comunidade local.

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Visita de estudo ao IPMA – Fernando Santos, Geografia, Grupo 420
“O trabalho está relacionado com a visita ao Instituto português do mar e da atmosfera e procurarei sensibilizar os alunos a incluir nos seus relatórios a identificação do espaço a percorrer e a visitar, recorrendo a esta tecnologia ou a pequenos apontamentos suscetiveis de serem tratados neste tipo de representação cartográfica.”

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A origem da Internet – Lídia Henriques, Informática, Grupo 550
“Trabalho no Google Earth sobre a Origem da Internet e sua chegada a Portugal e por conseguinte à Universidade da Madeira e por fim à escola do Estreito de Câmara de Lobos.”

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Movimentos das placas tectónicas – Alexandra Cordeiro, Grupo 520
“A Teoria da Tectónica de Placas defende que as placas litosféricas se movem lentamente sobre a astenosfera, à semelhança de um tapete rolate. A referida mobilidade das placas permite-lhes que se afastem, que colidam ou que deslizem umas em relação às outras, o que altera o aspeto da superfície terrestre. Em função do tipo de movimento, as zonas de fronteira das placas podem corresponder a diferentes tipos de limites: limite divergente ou construtivo; limite convergente ou destrutivo e limite transformante ou conservativo.”

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Roteiro Comunidades Florestais Madeirenses – Ruben Faria, Biologia, Grupo 520
“Saída de campo com a finalidade de visitar zonas representativas das diferentes comunidades vegetais florestais da ilha da Madeira.”

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Cidades mais populosas do planeta – Olga Maciel, Geografia, Grupo 420
“A exploração deste ficheiro permite viajar pelas 10 cidades mais populosas do planeta. Pode-se ainda ficar a conhecer um pouco mais sobre as três cidades populosas da Terra: Xangai, Bombaim e de Karachi. ”

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Cordilheiras Montanhosas – Olga Maciel, Geografia, Grupo 420
“Conhecer a localização das cordilheiras montanhosas dos Himalaias e dos Andes e algumas das suas principais caraterísticas são os objetivos deste ficheiro. ”

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Evolução do Computador – Márcia Correia, Tecnologias da Informação e Comunicação, Grupo 550
“O mapa será apresentado numa abordagem inicial dos conteúdos referentes às Tecnologias de Informação e Comunicação, para que os alunos possam ter uma maior perceção de como foi a evolução do computador ao longo do tempo. Como tal, a sua evolução é apresentada no mapa por diversas etapas, começando pelos primórdios da computação até à nossa geração, sendo estas descritas através da indicação dos locais onde surgiram, de imagens, vídeos, percursos e outras informações pertinentes.”

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Visita de Estudo ao IPMA – Paulina Garanito, Geografia, Grupo 420
“Os alunos do 7ºano no tema – Clima, vão fazer uma visita de estudo ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera observar os instrumentos de medição dos elementos do clima. Passam pelo complexo Balnear da Barreirinha e medem a temperatura da água do mar. Na fortaleza de S. Tiago observam a paisagem, bem como, no cais. No Mercado dos Lavradores vão ver as produções agrícolas tendo em conta o clima da RAM.”

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Planeamento de visitas de estudo do grupo de TIC da EBSA – Rafael Freitas, Tecnologias da Informação e Comunicação, Grupo 550

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  • Luis Correia Antunes
    @lcantunes
    Licenciado em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Mestre em Georrecursos pelo Instituto Superior Técnico Mais de 500 horas de formação em Google Earth, software opensource SIG e software CAD. Em abirl de 2013 lançou o livro “Google Earth na Sala de Aula” pela Areal Editora.

    Licenciado em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Mestre em Georrecursos pelo Instituto Superior Técnico Mais de 500 horas de formação em Google Earth, software opensource SIG e software CAD. Em abirl de 2013 lançou o livro “Google Earth na Sala de Aula” pela Areal Editora.

  • Marcos Pelegrina
    @marcospelegrina
    Marcos Aurélio Pelegrina Bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (1999), Mestre e Doutor em Engenharia Civil área de concentração Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Professor Adjunto C do departamento de Geografia da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná.

    Marcos Aurélio Pelegrina Bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Paraná (1999), Mestre e Doutor em Engenharia Civil área de concentração Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial pela Universidade Federal de Santa Catarina (2009). Professor Adjunto C do departamento de Geografia da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná.

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