De acordo com opiniões da comunidade geoespacial, foram listados cinco grupos estruturantes – divididos em três tópicos cada – que têm a proposta de avaliar as prioridades e apontar as dificuldades do setor no Brasil.

Neste post o tema a ser debatido é “Educação”. Abaixo você também encontra um vídeo com as minhas considerações sobre este tema estruturante. Comente, critique, sugira neste espaço. Vamos construir soluções para estes e outros desafios!

Educação: Como melhorar os recursos humanos

Peça mais importante na cadeia produtiva e de usuários do setor, o fator humano vem sendo citado como um dos principais obstáculos atualmente. O que vem acontecendo é que a formação vem falhando com algumas exceções. Como regra geral, o atual momento brasileiro de crescimento vem esbarrando na quantidade de profissionais bem formados disponíveis no mercado.

Vale lembrar aqui que as equipes de profissionais que atuam no mercado são cada vez mais multidisciplinares. Geógrafos, agrimensores, cartógrafos e analistas de sistemas formam basicamente os especialistas do setor, porém os demais engenheiros, geólogos, urbanistas, administradores, ambientalistas entre outros, estão também nas diversas de equipes de desenvolvimento e usuários do setor de geotecnologia. Em ambos os casos, nem sempre a formação destes profissionais vem sendo alinhada com as novas tecnologias e as demandas da sociedade.

Algumas ações podem ser feitas de imediato para melhorar a situação. Aproximar mais as universidades das empresas do setor pode diminuir um pouco esta distância. Modernizar os currículos universitários dos cursos existentes e ampliar e distribuir melhor pelo Brasil a oferta de cursos na área de Geomática irão ampliar a massa crítica e diminuir a quantidade de profissionais pouco preparados que atuam no setor.

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