O secretário da Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, o comandante da Polícia Militar, coronel David Antônio Pancotti, e o delegado geral da Polícia Civil, Jorge Azor Pinto, apresentaram recentemente os projetos de segurança pública adotados com sucesso em outros países e que foram adaptados à realidade dos paranaenses. Eles apresentaram quatro eixos destas políticas aplicadas: o policiamento comunitário, os recursos tecnológicos, a saturação e questões processuais. Dentre outros aspectos, Pancotti abordou os recursos tecnológicos aplicados nos Estados Unidos, onde há um sistema similar ao do Geoprocessamento, que existe no Paraná, para computar estatísticas. Sobre o eixo de saturação, Pancotti apresentou um exemplo da política de tolerância zero, aplicada em alguns países, mas com um resultado questionável. "O plano não se preocupa com a causa, mas só atinge o infrator. A ação policial torna-se muito violenta", complementou. Segundo o secretário Delazari, mesmo em fase de testes, a ferramenta existente para o mapeamento da criminalidade no Paraná já cumpre seu papel, indicando exatamente onde é necessário reforço de policiamento. "Estamos acabando com a época em que a segurança era tratada de maneira amadora. Entre as ações estão os investimentos em tecnologia de ponta utilizada com sucesso por vários países, o reforço nos quadros policiais, e a compra de aparatos modernos para o uso em serviço", afirmou Delazari. Ainda na última semana, o governador do estado, Roberto Requião, autorizou a contratação de mil novos policiais militares para reforçar os quadros da corporação. A contratação dos novos PMs irá suprir, principalmente, a demanda de cidades paranaenses onde o geoprocessamento aponta altos índices de criminalidade. Informações da Agência Estadual de Notícias do Governo do Paraná
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