Muitas das normas atuais de qualidade cartográfica (como por exemplo, as Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional – decreto nº 89.817/1984) ainda são datadas da era dos mapas analógicos, e não são necessariamente aplicáveis às transformações tecnológicas atuais.

Por exemplo, o conceito clássico de que o dado é apropriado para uso se for adequado à finalidade para o qual foi criado, não faz mais sentido num contexto atual em que informações são compartilhadas por vários usuários e, muitas vezes, são aproveitadas para finalidades bem diversas da necessidade original para que foram criadas. Estas informações geralmente foram capturadas e manipuladas ao longo de vários anos, através de diferentes técnicas, pessoas, softwares e procedimentos, e contêm inconsistências.

A solução para este impasse é que a qualidade dos dados precisa ser aferida e documentada, de modo que o usuário final tenha elementos para decidir se o seu uso é apropriado ou não para determinada situação …

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