Por Cristina Randazzo

Quando surgiram os primeiros sistemas de informação geográfica (GIS) com capacidade de armazenar informações espaciais em um banco de dados, sua utilização era privilégio de poucos, especialmente os que faziam parte do departamento de geoprocessamento das empresas, os chamados “especialistas GIS”. Só eles podiam entender e, conseqüentemente, usar esse sistema.

O fluxo de trabalho convencional nas empresas de telecomunicações, de utilidade pública e em órgãos governamentais constituía-se, basicamente, em gerar a informação em um sistema de CAD, passá-la ao departamento de GIS que, por sua vez, faria o carregamento no banco de dados. Os especialistas GIS eram os detentores do “cadastro” e a criação deste cadastro geralmente levava anos para ser concluída.

Na medida em que esses bancos de dados espaciais se formavam, o interesse por essa informação era despertado em outros departamentos da empresa. As áreas de manutenção, operação, atendimento ao cliente e marketing começavam a vislumbrar aplicações através da utilização dessa base de informações espaciais.

Leia a íntegra da opinião sobre o Uso Corporativo de Bases de Dados Espaciais.

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