O Estado do Rio de Janeiro já fascinou grandes naturalistas com suas paisagens e florestas. Von Martius e Spix (1817), Saint-Hilaire (1818) e Darwin (1832) passaram pelo Estado e produziram magníficas obras científicas, descrevendo a cobertura vegetal e suas espécies, além da fauna, aspectos geológicos e o ambiente cultural do Brasil.

No entanto, esses naturalistas também testemunharam o desmatamento que, naquela época, já tinha um ritmo acelerado, em função do auge do ciclo do café (primeira metade do século XIX) e da conseqüente expansão da fronteira agrícola sobre as áreas de floresta.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Instituto Estadual de Florestas, está finalizando a consolidação da base cartográfica digital do Estado, na escala 1:50.000, com o objetivo de iniciar um programa de monitoramento da cobertura vegetal no Estado, adequado às especificidades da paisagem fluminense e detalhado o suficiente para embasar ações de fiscalização.

Leia a íntegra sobre o monitoramento ambiental do Estado do Rio de Janeiro.

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