Todo o processo de licenciamento ambiental, a começar da LP, concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade e que aprova sua localização e concepção, é fortemente dependente de informação cartográfica, sejam mapas, cartogramas ou coordenadas de localização, ilustrando e especificando a localização dos empreendimentos e o alcance dos seus impactos potenciais.
Os mapas são ferramentas de comunicação poderosas, sendo, de forma geral, criteriosamente analisados e muito utilizados pelos analistas ambientais dos órgãos licenciadores. É comum que os analistas extraiam a informação cartográfica fornecida pelo empreendedor no processo de licenciamento e carreguem-na no GPS para fazer as vistorias, o que permite verificar em campo, com precisão, a veracidade das informações fornecidas e o contexto geográfico onde se insere o empreendimento. Na maioria dos órgãos licenciadores, os analistas têm acesso, diretamente ou através de um departamento especializado, a Sistemas de Informação Geográfica (SIG), como é o caso do Ibama.
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