A Imagem realiza o Encontro de Empresas de Saneamento 2010 no dia 29 de setembro, em São Paulo. Durante o evento, companhias de saneamento apresentarão seus cases de sucesso realizados em parceria com a empresa, como a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) que apresentará o ProGIS, projeto desenvolvido com o objetivo de modernizar sua gestão operacional da rede.

Com o tema "A Melhoria Operacional nas Empresas de Saneamento", o evento reunirá diversas empresas do setor para debater sobre a utilização do geoprocessamento como ferramenta para otimizar os processos de negócios existentes em cada uma delas.

O coordenador de Cadastro Técnico da Compesa, Clécio Barbosa Souza, falará sobre as áreas atendidas pelo projeto e os resultados obtidos até agora, destacando a importância de um Sistema de Informação Geográfica na gestão das informações operacionais, comerciais e técnicas dentro da Companhia.

Souza explica que a empresa utilizará GIS para mapear e monitorar o atendimento na rede de saneamento de toda região metropolitana do Recife. “As soluções utilizam imagens de satélite interligadas aos mapas digitais da rede e aos dados cadastrais tanto da rede como dos consumidores por ela atendidos”, detalha. Entre os resultados da implantação da tecnologia estão maior rapidez no atendimento a clientes e otimização e monitoração da frota de veículos em tempo real, combate a perdas e melhoria da gestão com a visualização da distribuição geográfica de ocorrências, obras e indicadores de eficiência em mapas digitais dinâmicos.

O projeto foi divido em quatro fases. A primeira, já finalizada, é responsável pelo acesso ao cadastro técnico, compartilhando as informações da empresa. As próximas fases cuidarão do acesso comercial, ordens de serviço e monitoramento de veículos.

Parte do resultado já pode ser visualizado na web a fim de garantir mais transparência e credibilidade ao cadastro de rede de água e esgoto dentro da Compesa. As informações técnicas já estão sendo trabalhadas em conjunto, possibilitando o cruzamento de dados administrativos e operacionais, dando melhor suporte para a operação. O processo de implantação deve durar em torno de um ano e o suporte técnico deve ser finalizado em dois anos.

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