A live sobre Conectividade Satelital para Drones Comerciais – realizada na última terça-feira (1/9) com transmissão no YouTube, Linkedin, Facebook e Instagra – teve a participação especial de Cristiano Tito, Diretor de Vendas Brasil e LATAM da Globalstar, e mediação de Emerson Granemann, CEO da MundoGEO.

Assista ao vídeo com a gravação na íntegra e entenda como integrar redes celulares e satelitais para garantir operações críticas em qualquer lugar do mundo:

Replay no YouTube

Nesta live foram abordados os benefícios da conectividade via satélite para operações com drones, especialmente relevante em áreas remotas ou sem cobertura celular. Estas soluções permitem manter rastreamento, telemetria, troca de dados e comunicações bidirecionais, ampliando o alcance operacional dos drones e apoiando aplicações além da linha de visada (BVLOS). Com módulos compactos, leves e de baixo consumo, a tecnologia pode ser integrada a sistemas não tripulados em aplicações como agricultura, inspeções, segurança, logística e monitoramento ambiental.

Esta Live fez parte do ‘aquecimento’ para a SpaceBR Show 2027, que vai acontecer de 15 a 17 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

A conectividade híbrida, combinando redes 4G/5G, rádio e satélite, é essencial para ampliar as operações profissionais com drones, especialmente em voos BVLOS e missões realizadas a longas distâncias. As redes celulares ainda apresentam limitações em áreas rurais, florestas, oceanos, regiões montanhosas e grandes altitudes, tornando a cobertura satelital indispensável.

Durante uma missão, o sistema poderá priorizar a rede celular e migrar automaticamente para o satélite quando necessário, mantendo conectados comando e controle, posição e dados de telemetria. Em caso de perda total da comunicação, o drone poderá entrar em modo de espera ou retornar automaticamente à base por meio da navegação por GNSS.

Essa conectividade permitirá inspeções de centenas de quilômetros, corredores logísticos BVLOS e operações na Amazônia, em áreas offshore e nas fronteiras. Os principais mercados incluem agronegócio, óleo e gás, mineração, energia, segurança e logística.

Os desafios ainda envolvem tamanho, peso, consumo de energia, custo dos terminais e latência. Entretanto, equipamentos mais compactos e constelações de baixa órbita — LEO — devem acelerar essa evolução. A tendência é que drones cada vez mais autônomos escolham dinamicamente a melhor rede disponível, reduzindo a necessidade de pilotagem direta.


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