Em meio ao agravamento dos períodos de estiagem e ao aumento das queimadas no país impulsionados por eventos climáticos extremos, a Brasol recorre à inteligência de dados e automação para proteger seu portfólio de mais de 120 usinas solares e 230 MWp em operação no Brasil. Por meio do seu Monitor de Incêndios, a companhia processa a cada hora informações de 11 satélites ambientais do Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), identificando e contendo riscos antes que ameacem a infraestrutura de geração de energia.

Criada internamente pelos times de Performance e Monitoramento da Brasol Renewable Asset Management (Bram), a ferramenta cruza automaticamente as coordenadas geográficas dos focos de calor com a localização exata de cada usina fotovoltaica da empresa. Sempre que uma ocorrência é identificada a menos de 2 km de um ativo, o Centro de Operações Integradas (COI) da Bram recebe um alerta em tempo real, permitindo a ativação imediata de protocolos de contingência antes que o foco de incêndio se concretize em danos físicos ou interrupção no fornecimento.

“Durante os períodos de seca, o tempo de resposta é a variável decisiva para resguardar o patrimônio e assegurar a continuidade do abastecimento. O Monitor de Incêndios eliminou a dependência de rondas e avisos manuais, convertendo nossa gestão em um modelo 100% preventivo. Hoje, acompanhamos qualquer anomalia em um raio de até 5 km dos nossos parques solares, aliando governança de risco à máxima disponibilidade operacional”,

afirma Allan Mesquita, Diretor de Gestão de Ativos da Brasol e líder da unidade de negócios Bram.

Além da proteção patrimonial, a iniciativa marca uma ponte direta entre a pesquisa científica pública e a iniciativa privada. A equipe da Bram mantém interlocução técnica contínua com os cientistas do Inpe para o aprimoramento constante da ferramenta, planejando a integração de dados geoespaciais de maior resolução e o desenvolvimento de modelos preditivos com inteligência artificial para antecipar cenários de perigo.

Operando em nuvem com alta eficiência de custos, o sistema foi estruturado sobre linguagem Python, bibliotecas open-source e infraestrutura da Google Cloud Platform (GCP) — refletindo o compromisso da Brasol em aplicar inovação proprietária para dar robustez a projetos que somam mais de R$ 2,2 bilhões investidos no país.

Com informações e imagens da Brasol


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