April | 2010 | Energia

Energia

HAND – AQUELA MÃO QUE FALTAVA

Por Marcos Cavalcanti | 8h06, 27 de Abril de 2010

Conheci um trabalho de pesquisa que vem dando literalmente uma mãozinha para o meio ambiente, que se chama HAND (Height Above the Nearest Drainage). O projeto já deu frutos para a criação do Parque Nacional  Altos da Mantiqueira situado em 11 Municípios e contido nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Foi desenvolvido um estudo para um mapa de risco no HAND, que possibilitou o entendimento muito mais simplificado dos benefícios da criação da unidade de conservação.

 São inumeras as aplicações que podem ser empregadas na geração de mapas para plano diretor, por exemplo, as APP’s (Áreas de Preservação Permanente) nos mapeamentos atuais, levam em conta a distância Euclidiana abordadas nos SIG’s (Sistemas de Informação Geográfica), a qual, para este propósito, desconsidera a largura do curso de água. Neste caso, através de um mapeamento HAND, pode-se determinar estas áreas de acordo com a sua hidrografia, conforme o Código Florestal Brasileiro.

Outra aplicação relevante deu-se no mapeamento das zonas de risco para o projeto chamado MEGACIDADES, no qual forneceu com precisão áreas que ocorrem deslizamentos e enchentes para as cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo. Este mapeamento pode ser aplicado para quaisquer outras localidade que disponibilizem dados topográficos (DEM – Digital Elevation Model).

As aplicações deste descritor de terrenos conseguem reproduzir resultados que envolvem Hidrografia, Pedologia, Geologia, (dentre outras variáveis ambientais) que são revelados em um único mapeamento. Ele envolve princípios fundamentais, normalizando as alturas (cotas – z) em relação à hidrografia mais próxima, permitindo que sejam comparáveis terrenos de fundos de vale e de altitude, por exemplo.

Conheci a ferramenta HAND através da Grasiela Oliveira Rodrigues, Engenheira Ambiental pesquisadora no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE. Também faz parte diretamente da equipe o Cientista da Computação André Silveira. Ambos estão sob coordenação do Professor/Pesquisador do Centro de Ciências do Sistema Terrestre (CCST/INPE) Antonio Donato Nobre.

Para saber+:

National Geographic Brasil.
http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/noticias/228378_noticias.shtml?MA

INPE
http://www.inpe.br/

var wljs_path = “http://ping.worldlogger.com/worldlogger.js”;

document.write(unescape(“%3Cscript src='”+wljs_path+”' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E”));
document.write(unescape(“%3Cscript%3Etry { var wl = new wl_WorldLogger('99c1b31cc5a5d67281b834e7d517f3c1ace2d9d3', {'ping_location':'http://ping.worldlogger.com/ping'}); } catch(e) { if(console) console.warn(e);}%3C/script%3E”));

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BRASÍLIA II – 50 ANOS

Por Marcos Cavalcanti | 10h00, 22 de Abril de 2010

Conheci a cidade Brasília com menos de 15 anos de idade, lembro-me do barro vermelho característico e que diziam que Brasília não havia sinal de transito, lembro também das chuvas que entrava-mos e saímos delas na mesma curva da estrada.

Voltei lá duas vezes para trabalhos e para o I Encontro Nacional sobre Geoprocessamento no Setor Elétrico da ANEEL, a cidade mudou, cresceu, ganhou a ponte atirantada. Brasília fica sendo um excelente material para geoprocessamento, lembro que um dos exemplos de imagem Landsat 5 no SPRING do INPE era a Capital Federal.

Outro fato importante é que o lago paranoá foi idealizado para geração de energia elétrica e hoje representa apenas 2% da energia consumida por Brasília, ou seja os outros 98% são obtidos de outras represas ou fontes de energia. 

Deixe o seu comentário ou experiência de trabalhos realizados em Brasília…

Para saber + :

WINKIMAPIA – BRASÍLIA

http://wikimapia.org/#lat=-15.7796994&lon=-47.9100037&z=11&l=9&m=b

WINKIMAPIA – BARRAGEM LAGO PARANOÁ

http://wikimapia.org/1792831/pt/Barragem-do-Lago-Parano%C3%A1 

WINKPEDIA – BRASÍLIA

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia

WINKPEDIA – LAGO PARANOÁ

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lago_Parano%C3%A1

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BRASÍLIA – 50 ANOS

Por Marcos Cavalcanti | 9h39, 20 de Abril de 2010

Brasília faz 50 anos como Capital do Brasil, ontem fui convidado para o Lançamento do Livro Veredas de Brasília : as expedições geográficas em busca de um sonho, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a cerimônia foi no Rio de Janeiro com apresentações dos autores.

Pelo conteúdo das apresentações a compra do livro é altamente recomendável para quem pretende estudar ou obter aspectos da criação da nova capital, a escolha do local e todas as condições politicas e administrativas estão presentes na publicação.

O lado cartográfico na construção de Brasília, no livro não ficou de fora, pois todo o trabalho da construção foi realizado com Aerofotogrametria e estudo do uso de solo por uma empresa americana. Aspectos da escolha da nova Capital ficam claros que quando Juscelino assumiu, a escolha do local, as desapropriação das terras e mapeamento já estavam realizados, facilitando todo o trabalho. O livro me parece revelador por estes e outros assuntos relevantes levantados. Boa Leitura…

IBGE

http://www.ibge.gov.br/lojavirtual

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_impressao.php?id_noticia=1595

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PLANTEM ÁRVORES – REVEGETAÇÃO

Por Marcos Cavalcanti | 8h05, 08 de Abril de 2010

Alguns anos atrás fui ao reservatório da UHE FUNIL, que se localiza no Município de Resende no Rio de Janeiro, fui ensinar a utilizar um GPS de Navegação e suas respectivas aplicações para a Equipe de Meio Ambiente do canteiro de mudas da usina.

Aquele trabalho me encantou pela qualidade e pela diversidade de espécies que eram trabalhadas, poderia citar algumas como Ipê Amarelo e Pau Brasil que eram plantadas em áreas no entorno do reservatório. A Usina hoje está totalmente integrada na paisagem e as margens são revegetadas para contenção de erosão, muito comum naquela região.

Outro trabalho muito conhecido é o de recuperação de mata ciliar  que era realizado na CESP.

Semana passada descobri que tem uma Organização Não Governamental - ONG que realiza um trabalho semelhante, porem com relação a produtores rurais e viabilizando recursos através da plantação de árvores.

Plante Árvore é o nome de uma ação voluntária do Instituto Brasileiro de Florestas com propósito de neutralizar emissões de CO2, com o plantio de árvores nativas.

O programa prevê  que através do cadastro Plante Árvore é possível cadastrar áreas rurais afim de obter acesso a Pagamentos de Serviços Ambientais (PSA) e receber gratuitamente o Projeto Técnico de Recuperação Florestal, além de mudas e sementes gratuitamente.
Trata-se de uma ação voluntária, não gerando custos para o proprietário. Após o cadastro é orientado a obter acesso aos serviços ambientais através de recursos financeiros e/ou materiais, segundo o site do programa.

Acredito que a redução de CO2 seja muito difícil, por isso a importancia deste grupo.

Deixe seu comentário…

Para Saber+:

Instituto Brasileiro de Florestas – IBF

http://www.ibflorestas.org.br/

Plante Árvores

http://www.plantearvore.com.br/index.php/o-projeto.html

 Companhia Energética de São Paulo – CESP

http://www.cesp.com.br/portalCesp/portal.nsf/V03.02/MeioAmbiente_FloraTexto?OpenDocument

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  • Marcos Cavalcanti
    @marcanti
    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

    Marcos José é Arquiteto com Pós-Graduação em Análise e Avaliação Ambiental pela PUC-RIO e Gestão Integrada do Patrimônio Cultural pela UFPE/UNESCO e Extenção em Geoprocessamento na PUC-MINAS VIRTUAL.Atualmente faz Pós-Graduação em Fotografia e Imagem pela UCAM / IUPERJ;

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