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Proposta na mesa da ICA: Comissão de Neocartografia

Por Eduardo Freitas | 15h08, 14 de Abril de 2011

A criação de uma comissão específica sobre a polêmica “neogeografia” está nas mãos da Associação Internacional de Cartografia (ICA, na sigla em inglês).

O objetivo é colocar em sintonia os cartógrafos “tradicionais” com as atuais tecnologias de mapeamento na web, como portais de mapas online, redes sociais e games baseados localização, geocolaboração em tempo real, entre outros assuntos que são triviais para quem faz parte da geração Z.

Este próprio termo “neogeografia” ou “neocartografia” já foi assunto para debates acalorados, seja em blogs e listas de discussão ou em eventos presenciais, como o seminário Geoweb & GPS, em abril de 2009, no qual o tema “mashups, neogeografia e mapeamento colaborativo” literalmente “causou” (podcast aqui, em mp3).

neocartografia Proposta na mesa da ICA: Comissão de NeocartografiaQualquer um pode contribuir na proposta da ICA, nas categorias member, contributor, observer e supporter. Submetido por Steve Chilton (Universidade Middlesex), o documento já conta com alguns nomes de peso, como Mike Goodchild (Universidade de Santa Barbara) e Ed Parsons (Google). O próximo passo será a aprovação na conferência da ICA que acontecerá em julho na França.

Um pouco antes disso, no dia 14 de junho, acontece durante o MundoGEO#Connect em São Paulo o Seminário Geolocalização & Negócios com o tema “conheça as novas aplicações e modelos de negócios que integram análise geográfica e serviços baseados em localização”. Será uma oportunidade única para conhecer mais sobre este amplo mercado dos Serviços Baseados em Localização (LBS), com a presença de especialistas que vão debater as oportunidades e novos modelos de negócios desse setor.

E você, o que acha desta tal “neogeografia”?

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Esri lança desafio de mashups

Por MundoGEO | 16h30, 25 de Janeiro de 2010

 

A Esri está recebendo inscrições para um desafio de mashups (Esri 2010 Mashup Challenge), no qual pode-se enviar qualquer aplicação usando o ArcGIS Online e APIs de web mapping.

Qualquer pessoa pode se inscrever, e os ganhadores serão avaliados segundo a originalidade, criatividade e processo analítico do mashup.

Os prêmios (em dinheiro, bufunfa, tutu) são atrativos:
Primeiro colocado: 10 mil dólares
Segundo: 5 mil
Terceiro e quarto: 2,5 mil cada

Os passos para participar são os seguintes:
1 – Construa um mashup usando o ArcGIS Online e as APIs de web mapping da Esri
2 – Faça um vídeo de sua aplicação e publique-o no YouTube
2 – Inscreva seu mashup no concurso

O prazo para inscrições termina dia 5 de março de 2010, então é melhor correr.
 

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Dica de Blog: Mapas Interativos

Por MundoGEO | 13h42, 20 de Janeiro de 2010

O blog Mapas Interativos reúne uma coleção de mapas na web brasileiros feitos com software livre. Os mapas são classificados segundo tags, que dão uma ideia sobre o mapa: F – framework utilizado; S – o que roda no servidor; I – tipo de Instituição (federal, estadual, municipal, ONG ou privada); R – região de abrangência; e T – temática.

Criado por Edmar Moretti, o espaço é reservado para a divulgação das iniciativas brasileiras de criação de mapas interativos que utilizam softwares livres.

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Você ainda vai trabalhar na nuvem

Por MundoGEO | 11h06, 31 de Agosto de 2009

Se você ainda não está trabalhando em uma "nuvem", pode estar certo que um dia ainda vai estar. Reproduzo aqui alguns trechos de um artigo sobre Web 2.0 e Trabalho na Nuvem, de Pablo Caldas, diretor da agência Full Haus:

"Quando o seu trabalho vai para a nuvem, o céu é o limite. O conceito baseia-se na idéia de que softwares, plataformas e infraestruturas podem ser vendidas e utilizadas como serviços. Assim, você não precisa comprar um processador de texto ou uma planilha – você pode utilizar estas aplicações diretamente na Internet, onde ficam também seus arquivos. Existem inúmeras empresas que oferecem este serviço – algumas sem cobrar nada por isso, como a Google faz com sua suite de aplicativos Google Docs.

A mesma regra vale para empresas, que podem alugar data centers remotos e levar todo o seu servidor para a rede. Tanto para o usuário doméstico quanto para as empresas, os benefícios são muitos. Além do mais óbvio – acessar seus dados a partir de qualquer lugar com uma conexão à Internet – você passa a contar com estruturas de segurança, backup e recuperação que muitas vezes têm custos proibitivos. Além disto, todas as dores de cabeça (e custos) com instalação, implementação e manutenção simplesmente deixam de existir.

As redes colaborativas também deram sua contribuição para a migração do escritório para o ‘cyberespaço’.

Por que não utilizar uma rede colaborativa customizada para estimular a comunicação entre seus colaboradores e organizar seu fluxo de trabalho? Alie isso aos serviços na nuvem (softwares, plataformas), e seu trabalho poderá lhe acompanhar onde quer que você vá. Ou onde quer que você fique".

Um pouco mais sobre Computação em Nuvem (em inglês): 

Mas o que tudo isso tem a ver com a área de geo?

Tudo!

O chefe de tecnologia do Consórcio Geoespacial Aberto (OGC, na sigla em inglês), Carl Reed, há algum tempo fez comentários sobre o termo "geocloud". Para ele, a geocloud seria um passo à frente em relação à computação em grade (grid computing) e à Arquitetura Orientada a Serviços (SOA, na sigla em inglês). Ainda segundo Carl Reed, para que a geocloud funcione corretamente é necessária a definição de padrões, o que é uma das atribuições do OGC.

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Internet 3.0, web semântica e microformats

Por MundoGEO | 18h10, 16 de Junho de 2009

Semana passada participei do Encontro de Design e Tecnologia Digital (EDTED), que aconteceu em Curitiba. Dentre as várias palestras, eu assisti somente três que mais me interessavam, a primeira sobre usabilidade, a segunda sobre otimização para mecanismos de busca (SEO) e a terceira sobre web semântica.

É isso que eu gostaria de comentar, a web semântica. Parece que esse será o novo salto da internet, a tal "Web 3.0". O fator geográfico será importante, porém somente mais um dessa nova internet, mais inteligente.

Microformats

Os microformats – uma espécie nova de especificação – são uma tendência nessa área, simplificando e padronizando a apresentação de conteúdo na web. Encontrei a seguinte descrição: "Microformats é uma série de especificações que tem como foco principal relacionar a informação ou os dados com os humanos, em primeiro lugar, e em segundo com as máquinas".

Ou seja, chega de pensar somente em otimização para Google, Yahoo e Bing. O foco agora é pensar na usabilidade antes de qualquer  outra coisa.

A função dos microformats é enriquecer a informação inserida em páginas web com meta informação – ou metadados – que são dados sobre os dados. As tags – ou etiquetas – já têm a função de metadados, porém os microformats pretendem ir além, descrevendo com mais detalhes a informação, como eventos, endereços, etc..

 Abaixo eu montei um vCard, que é uma espécie de "cartão virtual" que pode ser inserido em qualquer página web, com seus campos descritos textualmente. Isso abre opções, como por exemplo fazer um guia de empresas onde cada informação não é somente um texto em html, mas um campo que está relacionado com um atributo (por exemplo, Avenida das Araucárias para o campo street name).  

10 Internet 3.0, web semântica e microformats Eduardo Freitas Oliveira

MundoGEO

Rua Nelson Lins D’Albuquerque, 110

Curitiba , Paraná , 80820370 Brasil

25º24’27"S, 49º16’56"W
+55 41 33387789

This hCard created with the hCard creator.

O códido do vCard está descrito abaixo. Pelo que eu vi na palestra do EDTED, tem como fazer com que a coordenada abra um mapa online (Google Maps, por exemplo). Ainda vou descobrir como funciona icon smile Internet 3.0, web semântica e microformats

<div class="vcard" id="hcard-Eduardo-Freitas-Oliveira">
<img class="photo" alt="photo of Eduardo" src="http://www.mundogeo.com.br/images/blog/blogueiro/10.jpg" style="float: left; margin-right: 4px;" />
<a href="http://www.mundogeo.com" class="url fn n">
<span class="given-name">Eduardo</span>
<span class="additional-name">Freitas</span>
<span class="family-name">Oliveira</span> </a>
<div class="org">MundoGEO</div>
<a href="mailto:eduardo@mundogeo.com" class="email">eduardo@mundogeo.com</a>
<div class="adr">
<div class="street-address">Rua Nelson Lins D’Albuquerque, 110</div>
<span class="locality">Curitiba</span> ,   
<span class="region">Paran&aacute;</span> ,   
<span class="postal-code">80820370</span>   
<span class="country-name">Brasil</span>
</div>
<div class="geo">
<abbr title="-25.407595" class="latitude">25&ordm;24’27&quot;S</abbr>, 
<abbr title="-49.282451" class="longitude">49&ordm;16’56&quot;W</abbr>
</div>
<div class="tel">+55 41 33387789</div>
<div class="tags"><a href="http://kitchen.technorati.com/contacts/tag/geotecnologia">geotecnologia</a>
</div>
<p style="font-size: smaller;">This <a href="http://microformats.org/wiki/hcard">hCard</a> created with the <a href="http://microformats.org/code/hcard/creator">hCard creator</a>.</p>
</div>

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  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

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