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Inovação: Mais recursos, parcerias e projetos de pesquisa aplicada

Por Emerson Zanon Granemann | 17h55, 17 de Dezembro de 2013

De acordo com opiniões da comunidade geoespacial, foram listados cinco grupos estruturantes – divididos em três tópicos cada – que têm a proposta de avaliar as prioridades e apontar as dificuldades do setor no Brasil.

Neste post o tema a ser debatido é “Inovação”. Abaixo você também encontra um vídeo com as minhas considerações sobre este tema estruturante. Comente, critique, sugira neste espaço. Vamos construir soluções para estes e outros desafios!

Inovação: Mais recursos, mais parcerias, mais projetos de pesquisa aplicada

Um dos principais conceitos do século 21 é a necessidade da constante inovação das soluções para uma sociedade cada vez mais exigente. A criatividade e a iniciativa são essenciais, mas o que fará a roda girar são os recursos de fomento à pesquisa, para serem utilizados tanto pelas empresas privadas quanto pelas universidades. O ideal é que ambos trabalhem juntos e  envolvendo instituições usuárias. Num tempo de otimização de recursos e demandas cada vez mais específicas, a solução passa obrigatoriamente pela união de esforços rumo à inovação.

Vale então as empresas procurarem uma aproximação mais efetiva com as universidades. E, principalmente, que abram a cabeça, portas e janelas, para que vejam esta como a principal via para gerar resultados de pesquisa de uso mais imediato para a sociedade,  e para melhorar a formação dos profissionais e aumentar o seu envolvimento, além de promover a atualização dos docentes nas universidades.

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Educação: Como melhorar os recursos humanos

Por Emerson Zanon Granemann | 17h49, 05 de Dezembro de 2013

De acordo com opiniões da comunidade geoespacial, foram listados cinco grupos estruturantes – divididos em três tópicos cada – que têm a proposta de avaliar as prioridades e apontar as dificuldades do setor no Brasil.

Neste post o tema a ser debatido é “Educação”. Abaixo você também encontra um vídeo com as minhas considerações sobre este tema estruturante. Comente, critique, sugira neste espaço. Vamos construir soluções para estes e outros desafios!

Educação: Como melhorar os recursos humanos

Peça mais importante na cadeia produtiva e de usuários do setor, o fator humano vem sendo citado como um dos principais obstáculos atualmente. O que vem acontecendo é que a formação vem falhando com algumas exceções. Como regra geral, o atual momento brasileiro de crescimento vem esbarrando na quantidade de profissionais bem formados disponíveis no mercado.

Vale lembrar aqui que as equipes de profissionais que atuam no mercado são cada vez mais multidisciplinares. Geógrafos, agrimensores, cartógrafos e analistas de sistemas formam basicamente os especialistas do setor, porém os demais engenheiros, geólogos, urbanistas, administradores, ambientalistas entre outros, estão também nas diversas de equipes de desenvolvimento e usuários do setor de geotecnologia. Em ambos os casos, nem sempre a formação destes profissionais vem sendo alinhada com as novas tecnologias e as demandas da sociedade.

Algumas ações podem ser feitas de imediato para melhorar a situação. Aproximar mais as universidades das empresas do setor pode diminuir um pouco esta distância. Modernizar os currículos universitários dos cursos existentes e ampliar e distribuir melhor pelo Brasil a oferta de cursos na área de Geomática irão ampliar a massa crítica e diminuir a quantidade de profissionais pouco preparados que atuam no setor.

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Políticas públicas: Fonte de recursos, Coordenação, Plano a longo prazo

Por Emerson Zanon Granemann | 17h36, 06 de Novembro de 2013

De acordo com opiniões da comunidade geoespacial, foram listados cinco grupos estruturantes – divididos em três tópicos cada – que têm a proposta de avaliar as prioridades e apontar as dificuldades do setor no Brasil.

Neste post o tema a ser debatido é “Políticas Públicas”. Abaixo você também encontra um vídeo com as minhas considerações sobre este tema estruturante. Comente, critique, sugira neste espaço. Vamos construir soluções para estes e outros desafios!

Políticas públicas: Fonte de recursos, Coordenação, Plano a longo prazo:

O que esperar do Governo para o setor de Geomática? Muito! A lista é grande, mas foram selecionados três pontos essenciais e inter-conectados. Considerando o nível federal, não temos hoje uma instituição que atue como integradora de esforços e coordenadora  das políticas públicas do setor. A prioridade do IBGE sempre foi a estatística. A Diretoria de Serviços Geográficos do exército (DSG) tem suas principais missões ligadas a defesa nacional. A Comissão Nacional de Cartografia (Concar) é um órgão que tem uma missão nobre, mas que na prática pouquíssimo tem feito para dinamizar o setor. Penso que a coordenação do Ministério de Planejamento e Gestão tem papel importante na integração dos esforços dos demais ministérios, bem como na tentativa de unir esforços.

Os avanços com desenvolvimento  da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE), pelo IBGE e DSG, tem sido notáveis. O que falta realmente é a definição mais clara das funções dos atores. Sem esta definição não se percebe nenhum movimento claro de um projeto mais a longo  prazo, que viabilize recursos permanentes para a execução e manutenção do mapeamento do país em escala adequada.

O vazio cartográfico continua, e a colcha de retalhos aumenta.  Entra governo, sai governo – de direita, de esquerda, de centro – e infelizmente o quadro não muda. Mas precisa mudar! Este é um assunto dos mais complexos, mais comentados em eventos, mas que a anos não evolui  na velocidade que se espera. Um país que está crescendo, e que deseja de fato ser uma grande potência, tem que ser plenamente mapeado, para que sua infraestrutura seja projetada, executada e monitorada a partir de informações atualizadas, de fácil acesso e georreferenciadas.

O principal questionamento a ser feito não seria “Quanto vai custar este mapeamento”, apesar de sua importância, mas sim: “Quanto custa ao Brasil não ter um mapeamento atualizado?”

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Legislação: Carga tributária, Vants & Drones, Ministério da Defesa

Por Emerson Zanon Granemann | 13h35, 17 de Outubro de 2013

De acordo com opiniões da comunidade geoespacial, foram listados cinco grupos estruturantes – divididos em três tópicos cada – que têm a proposta de avaliar as prioridades e apontar as dificuldades do setor no Brasil.

Neste post o tema a ser debatido é “Legislação”. Abaixo você também encontra um vídeo com as minhas considerações sobre este tema estruturante. Comente, critique, sugira neste espaço. Vamos construir soluções para estes e outros desafios!

Legislação: Carga tributária, Vants & Drones, Ministério da Defesa:

O primeiro ponto deste tema é a necessidade de uma revisão imediata na carga tributária que onera os equipamentos topográficos, geodésicos e fotogramétricos que não tem similaridades nacionais. Tais valores dificultam que as empresas e profissionais se atualizem, e com isso possam obter maior  produtividade, qualidade  e oferecer serviços mais baratos para os usuários.

Considerando os dados obtidos por  Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs ou Drones) para mapeamento, está sendo muito necessária a finalização da legalização dos levantamentos para fins comerciais. Com certeza esta plataforma veio para somar as imagens de satélite  e a aerofotogrametria clássica. Mas as noticias são boas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prometeu até 2014 liberar esta legislação.

Por fim, nos parece fundamental uma urgente modernização da legislação de serviços de mapeamento do Ministério da Defesa. As empresas do setor tem se preocupado com a demora das licenças para a execução dos aerolevantamentos. Outra preocupação é a tentativa do Ministério de querer controlar e catalogar as informações obtidas no Brasil, que são muitas, por imagens de satélites e, no futuro, por VANTs. Nos tempo atuais, parece difícil implementar estas ações, a prioridade deveria ser outra. Além disso, outro ponto importante é rever os critérios para as empresas se cadastrarem no Ministério, visando se habilitar para a realização de trabalhos. A chave nesta questão é a atualização da legislação à luz das demandas por agilidade e por tipos de produtos diferentes, associado a uma rapidez muito grande das tecnologias. Dados geográficos hoje são menos de segurança nacional e mais de suporte ao crescimento do Brasil.

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Mercado: Pregão eletrônico, Qualidade dos projetos, Mapeamento do setor

Por Emerson Zanon Granemann | 20h29, 04 de Outubro de 2013

De acordo com opiniões da comunidade geoespacial, foram listados cinco grupos estruturantes – divididos em três tópicos cada – que têm a proposta de avaliar as prioridades e apontar as dificuldades do setor no Brasil.

Neste post o tema a ser debatido é “Mercado”. Abaixo você também encontra um vídeo com as minhas considerações sobre este tema estruturante. Comente, critique, sugira neste espaço. Vamos construir soluções para estes e outros desafios!

Mercado: Pregão eletrônico, Qualidade dos projetos, Mapeamento do setor:

A palavra chave aqui é “qualidade” dos serviços por preços justos que permitam aos usuários receberem produtos e serviços que lhes atendam, às empresas obter  resultados do capital investido para reinvestir e crescer. Dois pontos são destaque. Primeiro, a modalidade de escolha de serviços por pregão eletrônico, o chamado “leilão”. Esta opção tem suas vantagens, incluindo a compra de produtos e dados do setor, mas pela legislação que a criou, não deveria ser usada para contratação de serviços de engenharia, como muitos trabalhos de mapeamento, por exemplo. Na nossa opinião, este assunto precisa ser melhor tratado, até porque ele é unanimidade em todos os estado brasileiros.

Outra questão relacionada apresenta um certo despreparo, em muitos casos, na especificação do projeto e do acompanhamento da sua execução. Neste caso, esta falha compromete não são a forma de seleção da melhor proposta, como também na garantia de recebimento de um resultado de qualidade. A solução passa pela melhor qualificação dos profissionais que atuam nas empresas privadas e públicas, contratantes para quem não tem equipe interna preparada. Uma opção é o uso de consultorias especializadas ou convênios com universidades. O cuidado a ser tomado nestas opções é que os profissionais  tenham neutralidade, estejam atualizados com os avanços tecnológicos e procurem entender o que o usuário realmente precisa de acordo com sua disponibilidade  de recursos.

E por fim, para que esta relação “produtores x usuários” ganhe consistência, falta um real conhecimento da cadeia produtiva do setor, os tipos de empresas, o perfil dos seus colaboradores e as demandas dos usuários . Todo setor econômico que se preze tem dados econômicos e de empregabilidade. Na área de Geomática isto já se tornou um mito, ninguém sabe. Desta forma fica mais difícil o setor empresarial se planejar e a comunidade como um todo mostrar sua força e promover melhorarias  institucionais. Afinal qual é tamanho deste setor? Quantos profissionais emprega? Quanto movimento de recursos e quais as demandas anuais por serviços e produtos?

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O que precisa mudar

Por Emerson Zanon Granemann | 19h55, 12 de Setembro de 2013

Coletando opiniões junto a comunidade e de acordo com nossas percepções, listamos cinco grupos estruturantes – divididos em três tópicos cada – que têm a proposta de resumir estas incertezas:

• Mercado: Relação entre produtores e usuários
- Rever o uso do pregão eletrônico na contratação de serviços e produtos pelo governo
- Preparar usuários para especificar melhor os termos de referência e fiscalizar a execução dos serviços
- Mapear o número de profissionais, o faturamento das empresas e as novas demandas.

• Inovação: O que precisa ser feito
- Ampliar a oferta de verbas de fomento à pesquisa e inovação
- Ampliar parcerias entre as Universidades, Empresas e Usuários
- Ampliar os projetos de pesquisa acadêmica aplicada às necessidades da sociedade.

• Educação: Como melhorar os recursos humanos
- Aproximar mais as universidades das empresas do setor
- Ampliar a oferta de cursos na área de Geomática
- Modernizar os currículos universitários dos cursos afins.

• Políticas públicas: O que se espera do Governo
- Definir melhor os responsáveis pela padronização, coordenação, produção e distribuição de dados geoespaciais no país
- Planejar e executar um Plano de Mapeamento Básico e Sistemático do Brasil
- Garantir recursos para executar e manter atualizados os dados geoespaciais do país.

• Legislação: O que precisa ser feito
- Rever carga tributária de produtos importados sem similar nacional
- Agilizar a legislação do uso de VANTs e Drones para mapeamento
- Modernizar a legislação de serviços de mapeamento do Ministério da Defesa.

Para avaliar as prioridades e descobrir outras, criamos uma pesquisa online para apontar uma pauta de debate permanente na sociedade. Nosso objetivo é atuar como facilitador e colaborar para que  os desafios – após serem identificados – possam agregar opiniões de todos os atores do setor, possibilitando a geração de soluções efetivas.

Para opinar, clique aqui e acesse a pesquisa online. Comente, critique, sugira neste espaço. Vamos construir soluções para estes e outros desafios!

Confira a seguir um vídeo no qual eu comento sobre os grupos e cada tópico:

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Geoexport

Por Emerson Zanon Granemann | 17h43, 06 de Dezembro de 2012

A MundoGEO fez contato com a APEX Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos, visando a elaboração conjunta de um projeto de promoção internacional das empresas brasileiras que desejem exportar seus produtos e serviços diretamente ou através de parcerias com empresas de outros continentes. No início de 2013 será feita uma reunião em Brasília com os empresários interessados em participar de eventos, road shows e rodada de negócios no exterior. Este projeto terá espaço especial de divulgação no evento MundoGEO#Connect 2013.

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Gestores públicos de geoinformação se organizam

Por Emerson Zanon Granemann | 19h48, 05 de Dezembro de 2012

O Ministério e Planejamento, IBGE e a CONCAR – Comissão Nacional de Cartografia, estão realizando eventos e ações relacionadas à disseminação da IDE – Infraestrutura de Dados Espaciais aos diversos órgão governamentais federais e estaduais. Regularmente estão sendo realizados Fóruns Intergovernamentais de Gestores de Geoinformação com o objetivo do evento promover a articulação entre instituições de governo que usam os dados geoespaciais no processo de planejamento, monitoramento de programas, projetos e políticas públicas. Algumas destas experiência serão mostradas no evento MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013.

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Geo – Palestras relâmpago

Por Emerson Zanon Granemann | 19h06, 03 de Dezembro de 2012

Durante o evento MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013, acontecerá um espaço inédito de apresentações de alguns minutos, também chamadas de “Lightning talk” ou “conversas curtas” (short talks). Estes espaços serão preenchidos por profissionais especialistas, usuários, acadêmicos ou estudantes que tenham seus resumos aprovados.

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Unir Agrimensores e Cartógrafos: Chegou a hora!

Por Emerson Zanon Granemann | 12h28, 19 de Novembro de 2012

Tendo em vista que a formação de Agrimensores e Cartógrafos é parecida, assim como as atribuições legais, e os novos cursos e oportunidades de trabalho já envolvem muitas vezes as duas denominações, penso que esta já está mais do que na hora de:

1) A lista da ABEC-SP aceitar estudantes e formados Engenheiros Agrimensores;
2) Pensar em uma única associação – ABAC ou ABEAC.

Eventuais diferenças passadas podem ser assimiladas e esquecidas. Creio que devemos procurar conciliar o presente com um olhar no futuro e pensar que esta união torna o grupo mais forte.

Postei esta opinião na lista da ABEC e os “poucos” comentários foram, até agora, todos apoiando o movimento.

O que acham?

Aguardo comentários…

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  • Emerson Zanon Granemann
    @emersonzanongranemann

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