O termo “qualidade” é algo relativo, que deve sempre estar associado a outro fator. No seminário Qualidade de Dados Geoespaciais, que aconteceu no último dia 8 de julho em São Paulo, uma das melhores definições foi esta: qualidade é superar a expectativa do cliente.
Com o tema “Saiba como obter rapidamente uma base geográfia precisa”, mais de 160 pessoas estiveram reunidas no Bourbon Convention Ibirapuera, na capital paulista, para debater exclusivamente este assunto: a qualidade dos dados geoespaciais.
Inserida no contexto legal, social e econômico, a qualidade dos dados geoespaciais deve levar em consideração, entre outros fatores, os direitos autorais e a legislação que rege a produção e a disponibilização de mapas digitais. Além disso, é importante estar atento para as propriedades dos objetos, as formas das entidades, a realidade física, a imprecisão nos dados socioeconômicos e outras variáveis que influenciam na qualidade da informação.
Voltado para profissionais dos setores de transportes, gestão pública, infraestrutura, meio ambiente e geomarketing, entre outros, o seminário proporcionou aos participantes o acesso ao que há de mais importante sobre bases de dados geoespaciais, com a presença de especialistas do setor que apresentaram as tecnologias disponíveis para garantir a qualidade nas fases de coleta, integração, análise, disponibilização e atualização de mapas digitais.
Leia a íntegra da matéria sobre o seminário Qualidade de Dados Geoespaciais.
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