A Subcomissão para a América do Sul da Comissão da Carta Geológica do Mundo (CGMW) lançou recentemente a nova edição do Geological Map of South America (GMSA) at a scale of 1:5M, aprovada pela Assembleia Geral da CGMW em Oslo, Noruega, durante o 33° Congresso Internacional de Geologia.

Esta terceira edição foi realizada em cooperação com a Associação de Serviços de Geologia e Minérios Iberoamericanos (ASGMI) e pelos serviços geológicos da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, em conjunto com várias universidades e instituições de pesquisa de América do Sul. Este mapa foi coordenado e patrocinado pelo Serviço Geológico Colombiano (SGC) e pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

A subcomissão adaptou a seguinte metodologia para integrar a informação geológica de cada país: primeiro, gerou-se um novo código para cada unidade cronoestratigráfica de acordo com a legenda proposta para o GMSA, utilizando camadas digitais proporcionadas pelos serviços geológicos de cada país; segundo, criou-se a simbologia com tramas e cores que representam o tipo de rocha e suas idades respectivamente; e terceiro, preparou-se um mapa com unidades codificadas na escala 1:5M.

Com o objetivo de generalizar e unificar as unidades à mão livre, o GMSA foi impresso na escala 1:3M com a nova codificação. Em seguida, o GMSA feito na escala 1:3M foi scaneado e georreferenciado para digitalizar e generalizar as unidades geológicas, assim como as estruturas (falhas e dobras) na escala 1:5M. Uma vez feito isto, embora da escala pequena do GMSA, as unidades cronoestratigráficas, falhas e dobras no mapa foram ajustadas com ajuda de imagens de relevo sombreado (STRM da NASA) visando melhorar a correspondência entre o relevo e as unidades geológicas mapeadas. Finalmente, realizou-se a correlação da geologia entre os diferentes países. É relevante mencionar que a atualização do GMSA foi realizada mediante a consulta de publicações científicas internacionais indexadas.

O mapa é apresentado numa projeção policônica (latitude x longitude), centrada no meridiano-59°, datum WGS-1984. Para as áreas marinhas utilizou–se a cobertura da crosta oceânica do Mapa Tectônico da América do Sul na escala 1:5,9M e criou-se a imagem do relevo sombreado da mesma forma que para a área continental usando o grid de GEBCO 2014.

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Imagem: Divulgação