A demanda por dados geoespaciais confiáveis na América Latina está crescendo rapidamente. Nesse cenário, soluções como o CHCNAV ViLi i100 ganham destaque ao permitir levantamentos topográficos mais eficientes, mesmo em ambientes complexos.
Com a expansão das cidades, a modernização da infraestrutura e o avanço de projetos nos setores de mineração, energia e construção, os desafios de campo se tornaram mais exigentes. Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a região precisa investir pelo menos 3,1% do PIB ao ano até 2030 para atender às necessidades de infraestrutura.
Esse contexto reforça a necessidade de tecnologias capazes de manter produtividade e precisão mesmo em condições adversas, algo que os sistemas GNSS tradicionais nem sempre conseguem garantir.
O problema do GNSS no mundo real
Na prática, levantamentos topográficos raramente acontecem em céu aberto.
As equipes atuam frequentemente em ambientes como:
- Rodovias e corredores urbanos
- Pontes e viadutos
- Áreas com vegetação densa
- Terrenos inclinados
- Minas e áreas industriais
- Locais com cobertura de rede instável
Embora receptores GNSS RTK ofereçam alta precisão em condições ideais, seu desempenho pode cair rapidamente quando os sinais são:
- Bloqueados
- Refletidos (efeito multipercurso)
- Totalmente perdidos
Isso resulta em retrabalho, perda de produtividade e necessidade de troca de equipamento ou método.
Como o CHCNAV ViLi i100 melhora o levantamento topográfico
O CHCNAV ViLi i100 foi desenvolvido justamente para superar essas limitações no campo e ampliar a eficiência do levantamento topográfico em ambientes desafiadores.
O equipamento combina múltiplas tecnologias:
- GNSS
- IMU de alta frequência
- Sistema de visão com múltiplas câmeras
- LiDAR
- Motor de posicionamento SFix 2.0
Essa integração permite manter precisão centimétrica confiável, mesmo quando o GNSS tradicional apresenta falhas.
Precisão mesmo em ambientes desafiadores

Em ambientes urbanos densos ou corredores de infraestrutura, obstáculos como edifícios, pontes e vegetação impactam diretamente a qualidade do sinal GNSS.
O CHCNAV ViLi i100 resolve isso por meio da fusão multissensor, que:
- Filtra sinais degradados
- Reduz impactos de multipercurso
- Mantém estabilidade no posicionamento
Resultado: precisão estável de 5 cm, mesmo em locais como:
- Vielas
- Florestas
- Áreas próximas a edifícios altos
Mais do que precisão, isso garante continuidade no trabalho, sem interrupções no fluxo de levantamento.
Medição em áreas sem GNSS
Nem todo projeto permite escolher onde medir.
Aplicações como:
- Construção de metrôs
- Inspeção de pontes
- Obras de drenagem
- Portos
- Mineração
- Energia
frequentemente incluem trechos onde o GNSS simplesmente não funciona.
Com o SFix 2.0, o CHCNAV ViLi i100:
- Usa a última posição GNSS confiável
- Integra dados LiDAR
- Aplica restrições baseadas em SLAM
Resultado:
- Precisão de 5 cm em até 20 metros sem GNSS
- Scanner LiDAR de 860.000 pontos por segundo
Isso elimina a necessidade de interromper o levantamento em pontos críticos.
Medição sem contato: mais segurança no campo
Em muitas situações, o ponto a ser medido não é seguro para acesso direto.
Casos comuns incluem:
- Áreas com tráfego
- Taludes e encostas
- Estruturas elevadas
- Tubulações
- Ambientes industriais
O CHCNAV ViLi i100 permite medição sem contato com o fluxo Vi-LiDAR:
- Captura única da cena
- Extração de múltiplos pontos 3D
- Processamento em lote
Desempenho:
- Precisão de 5 cm a 15 metros
- Câmera teleobjetiva de 8 MP
Isso reduz riscos, evita exposição desnecessária e aumenta a eficiência da coleta de dados em campo.
Terraplenagem com decisão em tempo real
Em projetos de:
- Construção
- Mineração
- Rodovias
- Loteamentos
A velocidade na obtenção de volumes é tão importante quanto a precisão.
Com o software CHCNAV LandStar, o CHCNAV ViLi i100 permite:
- Escaneamento em campo
- Definição de limites
- Cálculo imediato de corte e aterro
Benefícios diretos:
- Elimina o fluxo “coletar agora, processar depois”
- Permite decisões imediatas no local
Isso reduz atrasos, melhora o controle operacional e evita retrabalho.
Comparação prática: GNSS tradicional vs CHCNAV ViLi i100
| Recurso / Cenário | Receptor GNSS Típico | CHCNAV ViLi i100 |
| Especificações do produto | GNSS com IMU integrada e integração limitada de sensores | Sistema totalmente integrado com visão, LiDAR e GNSS |
| Obstruções GNSS | A precisão pode se degradar | Alta precisão estável |
| Áreas sem GNSS | Geralmente inutilizável | Precisão de 5 cm dentro de um raio de 20 m |
| Compensação de inclinação da haste | Suporte limitado (60° a 120°) | Suporte de 360°, incluindo medições invertidas |
| Medição sem contato | Limitada ou com múltiplas etapas | Fluxo otimizado e em tempo real |
Um novo padrão de produtividade em campo
O CHCNAV ViLi i100 não substitui todos os equipamentos e essa não é a proposta.
Ele atua como um elo entre tecnologias, reduzindo a necessidade de:
- Parar operações
- Trocar instrumentos
- Alterar fluxos de trabalho
Na prática:
- GNSS continua ideal para céu aberto
- Estação total segue essencial para alta precisão
- O CHCNAV ViLi i100 conecta esses cenários
Conclusão: tecnologia alinhada à realidade do campo
Com o avanço da infraestrutura na América Latina, profissionais de geotecnologia precisam de soluções mais adaptáveis, seguras e eficientes.
O CHCNAV ViLi i100 se destaca como uma solução completa para levantamentos topográficos em ambientes complexos, oferecendo:
- Maior produtividade em campo
- Redução de interrupções
- Mais segurança operacional
- Precisão consistente
Para empresas de engenharia, topografia, construção e mineração, o resultado é claro: mais dados confiáveis, menos retrabalho e maior eficiência do início ao fim do projeto.
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