Como de costume, a Autodesk anuncia já no início de 2009 as novidades do AutoCAD 2010. A nova versão ainda não está disponível, mas já dá para ter uma idéia do que vem por aí com o AutoCAD Map 3D, Raster Design, MapGuide Enterprise e Topobase.

O anúncio das novas versões foi feito em uma web-conferência realizada no final da semana passada, na qual o vice-presidente da área AEC (arquitetura, engenharia e construção) incentivou – como sempre – o uso da modelagem espacial nos projetos de infraestrutura.

Esqueça o 2D

Eu estive presente em um evento da Autodesk, realizado no ano passado em San Francisco, e eles bateram bastante na mesma tecla, da passagem do 2D para o 3D e da integração de todos os projetos em um só modelo. Realmente, na teoria é o melhor dos mundos, mas para a realidade brasileira ainda é difícil que vários escritórios usem uma mesma versão de software e compartilhem o acesso a um mesmo modelo 3D.

Do R12 ao 2010

Eu sou usuário de AutoCAD desde a versão R12, lá pelo ano de 94 ou 95. Ainda era aquela versão para MS-DOS, com os menus em um azul medonho. Aí veio a R13, que era uma versão meia-boca para Windows, e finalmente a clássica R14, que é usada até hoje por uns engenheiros "das antigas" que conheço. Depois veio a série 200X, com praticamente um lançamento por ano.

No ano passado tive contato com a versão 2009, por meio de um programa para estudantes da Autodesk (vale a pena dar uma olhada, pois quem for estudante pode baixar uma versão atualizada do software para fazer os seus projetos durante o período em que estiver no colégio/universidade: http://students.autodesk.com). A limitação ficou no hardware, já que pedia um super processador e pelo menos 3 giga de RAM.

Eu não sei para vocês, mas a impressão que eu tenho dos usuários de produtos da Autodesk é que a empresa se dá bem com todos os públicos, desde o topógrafo que usa CAD para desenhar uma poligonal no AutoCAD 2000 até o geek que faz modelagens de filmes em 3D no Autodesk Maya.

 

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