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MBA em Gestão de Projetos em 5 minutos

Por Eduardo Freitas | 20h28, 13 de Dezembro de 2013

Nunca mais você vai sofrer com relatórios de status de projetos.

Veja como responder ao chefe – ou cliente – neste curso (praticamente um MBA de gestão de projetos em apenas 5 minutos):

Em resumo:
1 – Se ainda não começou o projeto, iniciar as desculpas com “Na verdade…”
2 – Usar “Veja bem…” quando já começou o projeto
3 – Quanto estiver prestes a desistir mas o chefe insistir no projeto, use o melhor de todos: “Puiz-óia”
4 – Se não tiver mais nenhuma alternativa e tiver que jogar tudo pro alto, apele para o “Putz!”

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Gerenciamento de Projetos integrado ao SIG é possível?

Por Eduardo Freitas | 13h35, 16 de Setembro de 2013

Ou a melhor pergunta seria: GIS integrado ao Gerenciamento de Projetos é possível?

Voltando ao tema Gerenciamento de Projetos (PM, na sigla em inglês), gostaria de indicar um artigo publicado na edição 61 da revista InfoGEO (acesso gratuito, sem necessidade de login e senha), de Clóvis Lemos Tavares, com o título “Onde estão os projetos?“.

Neste artigo, o autor fala sobre a importância dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) para o gestor saber onde estão os projetos, como eles estão espacializados e como seus resultados estão distribuídos no espaço geográfico.

Ele usa como exemplo um projeto realizado em uma empresa do setor de Utilities no estado do Espírito Santo, no qual foi necessário criar uma camada intermediária para fazer a “comunicação” entre estes dois mundos: PM e SIG.

Gerenciamento de Projetos GIS Gerenciamento de Projetos integrado ao SIG é possível?

No artigo, Clóvis enumera alguns dos benefícios desta integração, mas eu citaria como principal este: “O gerente ‘mapeia’ o projeto na sua criação, de forma transparente e customizável, sem a necessidade de ser um especialista em geoprocessamento”. Isto é fundamental para que qualquer gerente de projetos possa usar o ferramental de geo no seu dia-a-dia.

Esta solução – camada intermediária – ainda não é a ideal, mas já resolve grande parte do problema. Você já utiliza gerenciamento de projetos com a integração de informações geoespaciais? Sua plataforma já tem a informação geográfica nativa ou é preciso fazer algum tipo de integração? Compartilhe sua experiência conosco, pelos comentários ou pelo email editorial@mundogeo.com.

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Project Management – Parte II

Por Eduardo Freitas | 19h31, 16 de Agosto de 2012

Retomando a série de posts sobre Gerenciamento de Projetos, hoje vamos falar sobre as questões citadas no primeiro post, presentes em praticamente qualquer projeto: alta velocidade, grande quantidade de mudanças, poucos recursos financeiros, alta complexidade, incertezas.

Veja também o post sobre softwares para gestão de projetos.

incerteza Project Management – Parte IIVelocidade

Quanto mais rápido produtos e serviços chegam ao mercado, maiores as chances de sucesso. No mundo competitivo de hoje, qualquer fragilidade ou atraso pode se tornar uma grande desvantagem, em qualquer área de atuação. Esta necessidade de velocidade é traduzida na abordagem de “não perder tempo”, intrínseca do gerenciamento de projetos.

Desta forma, gerentes de projetos devem eliminar qualquer processo ou atividade que não agregue valor às entregas e/ou atrasem o projeto. Aquelas paradas constantes da equipe para “fuçar” o Facebook, por exemplo, em nada contribuem, a não ser que você esteja trabalhando em um projeto focado em interação nas redes sociais.

Mudanças

Você já deve ter passado por isto: quase terminando um projeto, o cliente telefona e pede uma mudança que gera horas e horas de re-trabalho. Isto se dá muito mais pelo próprio ambiente atual do que por ignorância do cliente, já que ele também tem interesse no cumprimento dos prazos. Mudanças constantes são inerentes no mundo dos negócios.

Seguindo a abordagem de gerenciamento de projetos, o melhor a fazer é estar ciente de que mudanças acontecem, “acomodá-las” no processo de trabalho e tirar vantagem delas, usando a experiência para melhorar projetos no futuro. O gerente de projetos moderno deve ser: corajoso, criativo e flexível, usar soluções “fora da caixa” e muitas vezes – ou quase sempre – sair da zona de conforto na busca pela melhor solução.

Custos

Com a redução de recursos nas organizações, gerentes de projetos devem sempre pensar em como sua equipe deve trabalhar de forma mais inteligente, ao invés de trabalhar mais. Encher a equipe de atividades sem que eles vejam valor no que estão fazendo é um caminho certo para o fracasso. Hoje, a redução dos níveis hierárquicos, em qualquer porte de organização, gera grande dependência de gestão e equipes de projetos, o que demanda cada vez mais por gerentes capacitados no uso das ferramentas de project management.

Complexidade

Já que praticamente todos os problemas simples já estão resolvidos nas organizações, os que restam tornam-se mais complexos a cada dia que passa, ficando cada vez mais críticos. Ou seja, eles “tem” que ser resolvidos. Não há outra chance!

No Brasil, ainda há uma cultura da procrastinação e de iniciar sempre pelo que é mais simples, deixando o mais difícil para depois ou adiando para a hora em que aquele problema complexo torna-se uma questão de urgência máxima. Nesse momento, será utilizada a única solução possível, que geralmente não será a melhor. Ou seja, se há algo muito complexo a ser resolvido, transforme isto em um projeto encontre a solução, antes que o problema se torne algo urgente.

Incerteza

A única certeza do gestor é que haverá incertezas durante o projeto.  Com o aumento do nível de complexidade nas organizações, aumenta na mesma medida o nível de incerteza. A abordagem de gerenciamento de projetos deve ser adaptável, para levar em conta as incertezas, que devem ser aceitas como algo natural e usadas para tornar o gerenciamento mais efetivo no futuro. Ou seja, o gestor de projetos deve aguardar as mudanças e tirar proveito delas.

Este post foi baseado no livro Effective Project Management – Traditional, Agile, Extreme, de Robert K. Wisocki

ET: sugiro este evento que vai acontecer no fim de agosto em São Paulo: PMTools 2012, com demonstrações de ferramentas para gerenciamento de projetos, programas e portfólio

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Softwares para PM

Por Eduardo Freitas | 19h03, 01 de Agosto de 2012

Antes de prosseguir sobre as questões comentadas ontem sobre gerenciamento de projetos (alta velocidade, grande quantidade de mudanças, poucos recursos financeiros, alta complexidade, incertezas), gostaria de registrar aqui uma lista com os principais softwares para PM.

Existem, hoje, dezenas de opções de softwares para gestão de projetos, programas e portfólio, sendo que algumas opções são proprietárias, outras livres, algumas funcionam na cloud.

gantt Softwares para PM Aqui vai uma pequena lista dos mais utilizados no Brasil:
MS-Project (criado pela Microsoft)
Open Project (software livre)
Dot Project (livre)
SAP PS (SAP)
Primavera Systems (Oracle)
CA Clarity (CA Technologies)
Project Builder (empresa brasileira de PM)
Changepoint (Compuware)

No momento, estou utilizando o XMind (software) para geração de “mapas mentais”, diagramas, etc., e o Neotriad (cloud) para gerenciamento de atividades, gestão de projetos e planejamento financeiro. Em breve coloco minhas impressões aqui sobre cada uma das ferramentas.

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Project Management – Parte I

Por Eduardo Freitas | 14h30, 31 de Julho de 2012

Este é o primeiro post de uma série sobre Gerenciamento de Projetos, que será baseada em alguns livros e revistas que estou lendo sobre o tema. Resolvi chamar de Project Management mesmo, então para buscar os textos da série basta ir na categoria PM.

Quantos capítulos terá esta série? Na verdade, não tenho um roteiro, então espero que seja “infinita”, já que vou sempre postar novas informações sobre gerenciamento de projetos, programas e portfólios. A ideia é começar com os conceitos básicos de PM, e ir aprofundando cada vez mais, para enfim fazer a relação entre PM e geotecnologias.

PM Project Management   Parte IAmbiente atual

Hoje, o ambiente  para o gerenciamento de projetos é caracterizado pela alta velocidade, grande quantidade de mudanças (ou a possibilidade de), poucos recursos financeiros, alta complexidade, incertezas, além de uma série de outros fatores imprevisíveis. Isto representa um desafio ao gestor de projetos.

No próximo post, vou detalhar melhor estes fatores.

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  • Eduardo Freitas
    @eduardo
    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

    Diretor de Operações do MundoGEO. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especialização em Gestão Estratégica de EAD. Tradutor dos informativos GeoSur e OGC Iberoamérica. Nas horas vagas: pão caseiro, comida japonesa e meia-maratona

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